20 de janeiro de 2017

MIGUEL FERRER (1955-2017), Ator


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O ator americano Miguel Ferrer morreu no dia 19 de janeiro, em Los Angeles, de câncer na garganta. Tinha 61 anos.

Ferrer trabalhou no cinema de 1982 a 2014. Sua filmografia conta mais de 30 filmes, entre os quais estão "Jornada nas Estrelas III - À Procura de Spock" (Star Trek III: The Search for Spock, 1984), "RoboCop - O Policial do Futuro" (RoboCop, 1987), "Twin Peaks - Os Últimos Dias de Laura Palmer" (Twin Peaks: Fire Walk with Me, 1992), "Voo Noturno" (The Night Flier, 1997), "Traffic - Ninguém Sai Limpo" (Traffic, 2000), que ganhou o prêmio de melhor elenco do Sindicato dos Atores da Tela, "A Terra do Sol" (Sunshine State, 2002) e "Homem de Ferro 3" (Iron Man Three, 2013).

Miguel José Ferrer nasceu em 7 de fevereiro de 1955, em Santa Monica, Califórnia. Deixou viúva a produtora Lori Weintraub, mulher do seu segundo casamento. Tinha dois filhos do primeiro casamento e outro fora dos casamentos. Era filho do ator José Ferrer (1912-1992) e da cantora e atriz Rosemary Clooney (1928-2002), irmão do ator Rafael Ferrer e primo do ator George Clooney.

(Foto: Google Imagens.)

16 de janeiro de 2017

PAULA DELL (1926-2017), Dublê


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A dublê e acrobata americana Paula Dell morreu no dia 9 de janeiro, em Santa Mônica, Califórnia. Tinha 90 anos.

Paula Dell, que fez seu primeiro trabalho de dublê no filme "O Fabuloso Criador de Encrencas" (Son of Flubber, 1963), foi pioneira em Hollywood como dublê feminina. Anteriormente, em cenas difíceis, a atriz era sempre dublada por um homem, que se vestia de mulher e usava peruca para ficar com visual semelhante ao da atriz.

A filmografia de Paula inclui outros 20 filmes, entre os quais estão três exemplares do cinema catástrofe: "O Destino de Poseidon" (The Poseidon Adventure, 1972), "Terremoto" (Earthquake, 1974) e "Inferno na Torre" (The Towering Inferno, 1974).

Entre seus demais filmes estão "A Primeira Vitória" (In Harm's Way, 1965), "Positivamente Millie" (Thoroughly Modern Millie, 1967), "Banzé no Oeste" (Blazing Saddles, 1974) e "Apertem o Cinto... O Piloto Sumiu" (Airplane!, 1980).

No filme "Positivamente Milie", há uma cena em que a atriz Carol Channing, com 1,75 m de altura, é lançada no palco por um canhão. Na cena, Channing foi dublada por Paula Dell, que media apenas 1,57 m. Como uma diferença tão grande entre as alturas das duas não foi percebida pelo público? Dell explicou: "Quando você está no ar, sua altura não importa".

Nasceu Paula Unger em 15 de novembro de 1926, em Longmont, Colorado. Quando não estava trabalhando como dublê, ela era professora em Los Angeles. Era viúva e tinha um filho.

14 de janeiro de 2017

WILLIAM PETER BLATTY (1928-2017), Roteirista


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O roteirista e escritor americano William Peter Blatty morreu no dia 12 de janeiro, em Bethesda, Maryland. Tinha 89 anos.

Blatty teve seu melhor momento no cinema quando escreveu, com base em romance de sua autoria, o roteiro de "O Exorcista" (The Exorcist, 1973), pelo qual recebeu os prêmios Oscar e Globo de Ouro de melhor roteiro adaptado.

Ele escreveu ou coescreveu roteiros de outros 11 filmes, entre os quais estão "O Homem do Diner's Club" (The Man from the Diners' Club, 1963), "Um Tiro no Escuro" (A Shot in the Dark, 1964), "Papai, Você Foi Herói?" (What Did You Do in the War, Daddy?, 1966), "Peter Gunn em Ação" (Gunn, 1967) e "Lili, Minha Adorável Espiã" (Darling Lili, 1970).

Blatty dirigiu dois filmes, ambos com roteiro de sua autoria: "A Nona Configuração" (The Ninth Configuration, 1980) e "O Exorcista III" (The Exorcist III, 1990).

William Peter Blatty nasceu em 7 de janeiro de 1928, em Nova York. Seus pais eram libaneses. Deixou viúva a mulher do seu quarto casamento, com quem tinha dois filhos. Tinha cinco filhos do segundo e terceiro casamentos.

(Foto: Google Imagens.)

10 de janeiro de 2017

BUDDY BREGMAN (1930-2017), Músico


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O compositor, orquestrador e arranjador americano Buddy Bregman morreu no dia 8 de janeiro, em Los Angeles, do Mal de Alzheimer. Tinha 86 anos.

Bregman compôs trilhas para nove filmes, entre eles "Cinco Revólveres Mercenários" (Five Guns West, 1955), em que também foi o regente, "Orgia Sangrenta" (The Wild Party, 1956), também o regente, "O Delinquente Delicado" (The Delicate Delinquent, 1957), "Garotas, Gatilhos e Gângsters" (Guns, Girls and Gangsters, 1958) e "O Segredo dos Arrecifes" (The Secret of the Purple Reef, 1960).

Fez orquestração para as trilhas de seis filmes, inclusive "A Barbada do Biruta" (Money from Home, 1953), "Rua do Crime" (Crime in the Streets, 1956), "Um Pijama para Dois" (The Pajama Game, 1957) e "Sangue na Estrada" (Hot Car Girl, 1958).

Fez arranjo de canções para "Kelly e Eu" (Kelly and Me, 1957) e "Laços de Ternura" (Terms of Endearment, 1983).

Foi o supervisor musical da trilha de "Maratona do Amor" (Run Fatboy Run, 2007).

Também produziu e/ou dirigiu dezenas de programas de TV.

Buddy Bregman nasceu em 9 de julho de 1930, em Chicago, Illinois. Era divorciado da atriz Suzanne Lloyd, com quem tinha uma filha, a atriz Tracey E. Bregman.

(Foto: Google Imagens.)

9 de janeiro de 2017

Golden Globe Awards 2017: 'La La Land - Cantando Estações' É o Grande Vencedor


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A cerimônia de entrega dos prêmios Globo de Ouro, da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood, aconteceu ontem à noite, em Los Angeles, e o filme mais premiado foi "La La Land - Cantando Estações", que conquistou sete troféus.
A seguir, a lista dos premiados da área do cinema:

1 - Melhor filme de drama: "Moonlight - Sob a Luz do Luar" (Moonlight, EUA, 2016), de Barry Jenkins

2 - Melhor filme de comédia ou musical: "La La Land - Cantando Estações" (La La Land, EUA, 2016)

3- Melhor diretor: Damien Chazelle, por "La La Land -Cantando Estações"

4- Melhor filme em língua estrangeira: "Elle" (Idem, França/Alemanha/ Bélgica, 2016), de Paul Verhoeven

5- Melhor atriz de drama: Isabelle Huppert, por "Elle"

6- Melhor ator de drama: Casey Affleck, por "Manchester à Beira-Mar" (Manchester by the Sea, EUA, 2016), de Kenneth Lonergan

7- Melhor atriz de comédia ou musical: Emma Stone, por "La La Land - Cantando Estações"

8 - Melhor ator de comédia ou musical: Ryan Gosling, por "La La Land - Cantando Estações"

9 - Melhor roteiro: Damien Chazelle, por "La La Land - Cantando Estações"

10 - Melhor atriz coadjuvante: Viola Davis, por "Cercas" (Fences, EUA, 2016), de Denzel Washington

11 - Melhor ator coadjuvante: Aaron Taylor-Johnson, por "Animais Noturnos" (Nocturnal Animals, EUA, 2016), de Tom Ford

12 - Melhor trilha musical: Justin Hurwitz, por "La La Land - Cantando Estações"

13 - Melhor canção: Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul, por "City of Stars", do filme "La La Land - Cantando Estações"

14 - Melhor filme de animação: "Zootopia" (Idem, EUA, 2016), de Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush

15 - Prêmio Cecil B. DeMille: Meryl Streep.

7 de janeiro de 2017

FRANCINE YORK (1938-2017), Atriz


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A atriz americana Francine York morreu de câncer no dia 6 de janeiro, em Van Nuys, Califórnia. Tinha 80 anos.

Francine tomou gosto pela atuação ainda criança, em apresentações escolares e, na adolescência, às vezes em peças escritas por ela mesma. Antes de chegar à TV, em 1959, na qual teve uma bem-sucedida carreira, trabalhou como modelo e corista de boates.

Estreou no cinema em 1961 e logo foi contratada por Jerry Lewis para aparecer em cinco filmes produzidos por ele, alguns dos quais também dirigidos por ele: "Detetive Mixuruca" (It's Only Money, 1962), "O Professor Aloprado" (The Nutty Professor, 1963), "O Bagunceiro Arrumadinho" (The Disorderly Orderly, 1964), "Uma Família Fuleira" (The Family Jewels, 1965) e "As Loucuras de Jerry Lewis" (Smorgasbord, 1983).

Sua filmografia conta 30 títulos, mas apenas a metade de seus filmes são conhecidos no Brasil, entre os quais estão também "Dois Farristas Irresistíveis" (Bedtime Story, 1964), "Cavaleiro Romântico" (Tickle Me, 1965), "Canhões para Córdoba" (Cannon for Cordoba, 1970), "A Máquina de Matar" (Welcome Home, Soldier Boys, 1971), "O Gênio da Tesoura" (The Big Tease, 1999) e "Um Homem de Família" (The Family Man, 2000).

Nasceu Francine Yerich em 26 de agosto de 1938, em Aurora, Minnesota. Para o fato de nunca ter se casado, deu a seguinte explicação: "Como a Cinderela, eu sempre quis me casar com um belo príncipe, mas eles não fazem sapatinho de cristal tamanho 10". Foi companheira do diretor Vincent Sherman (1906-2006) nos últimos nove anos da vida dele.

(Foto: Google Imagens.)

6 de janeiro de 2017

OM PURI (1950-2017), Ator


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O ator indiano Om Puri morreu no dia 6 de janeiro, em Mumbai, Índia, de ataque cardíaco. Tinha 66 anos.

Puri era ator de Bollywood, onde atuou em mais de 200 filmes. Como se sabe, Bollywood designa a indústria de cinema indiana, localizada em Mumbai (ex-Bombaim) e cujas produções só raramente chegam ao Brasil, como foi o caso de "Pinte de Açafrão" (Rang De Basanti, 2006), seu único filme indiano lançado em nosso País.

Após marcar presença no filme "Gandhi" (Idem, 1982), Puri passou a trabalhar tanto no cinema britânico quando em Hollywood, geralmente em produções internacionais. Entre os 25 títulos de sua filmografia ocidental estão também "Cidade da Esperança" (City of Joy, 1992), "Lobo" (Wolf, 1994), "A Sombra e a Escuridão" (The Ghost and the Darkness, 1996), "Tradição É Tradição" (East Is East, 1999), "Jogos de Poder" (Charlie Wilson's War, 2007), "O Relutante Fundamentalista" (The Reluctant Fundamentalist, 2012) e "A 100 Passos de um Sonho" (The Hundred-Foot Journey, 2014).

Ele ganhou vários prêmios de melhor ator em festivais internacionais de cinema.

Om Puri nasceu em 18 de outubro de 1950, em Ambala, Índia. Mesmo sendo um cidadão indiano, recebeu em 2004 a comenda de Oficial da Ordem do Império Britânico, pelos serviços prestados ao cinema britânico. Deixou viúva Nandita Puri (que não é a atriz homônima), com quem tinha um filho.

(Foto: Google Imagens.)

4 de janeiro de 2017

VIDA ALVES (1928-2017), Atriz


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A atriz brasileira Vida Alves morreu no dia 3 de janeiro, em São Paulo, de falência múltipla de órgãos. Tinha 88 anos.

Vida Alves trabalhou mais na TV, para a qual também escreveu e onde fez história, por dar o primeiro beijo, com o ator Walter Forster, e também o primeiro beijo gay.

No cinema, ela atuou em apenas três filmes: "Quase no Céu" (1949), de Oduvaldo Vianna, "Paixão Tempestuosa" (1954), de Antônio Tibiriçá, e "A Pequena Órfã" (1973), de Clery Cunha.

Vida Amélia Guedes Alves nasceu em 15 de abril de 1928, em Itanhandu, Minas Gerais. Era viúva e tinha um casal de filhos.

(Foto: Google Imagens.)

1 de janeiro de 2017

WILLIAM CHRISTOPHER (1932-2016), Ator


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O ator e comediante americano William Christopher morreu no dia 31 de dezembro, em Pasadena, Califórnia, de uma espécie de carcinoma. Tinha 84 anos.

Christopher era mais conhecido por seu trabalho na TV, especialmente pela sitcom "M*A*S*H" (1972), que lhe deu o prêmio Impacto, em conjunto com seus colegas de elenco.

No cinema, marcou presença em apenas sete filmes, entre eles as comédias "Uma Loura por um Milhão" (The Fortune Cookie, 1966), "O Marujo Tremendão" (The Private Navy of Sgt. O'Farrell, 1968), "Tem um Homem na Cama da Mamãe" (With Six You Get Eggroll, 1968) e "Do Oeste para a Fama" (Hearts of the West, 1975).

William Christopher nasceu em 20 de outubro de 1932, em Evanston, Illinois. Deixou viúva a atriz Barbara Christopher, com quem tinha dois filhos.

(Foto: Google Imagens.)

29 de dezembro de 2016

DEBBIE REYNOLDS (1932-2016), Atriz


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A atriz cantante americana Debbie Reynolds morreu de AVC no dia 28 de dezembro, em Los Angeles. Tinha 84 anos e morreu um dia após a morte da filha Carrie Fisher.

Sua carreira começou aos 16 anos, imediatamente após ganhar o concurso de Miss Burbank, em 1948, e teve dois momentos distintos. O primeiro, de 1948 a 1968, período em que se dedicou exclusivamente ao cinema e foi uma das maiores estrelas de Hollywood, tendo atuado em 35 filmes, com predomínio absoluto de comédias e musicais.

Entre os filmes mais importantes dessa fase estão "Três Palavrinhas" (Three Little Words, 1950), "Quando Canta o Coração" (Two Weeks with Love, 1950), "Cantando na Chuva" (Singin' in the Rain, 1952), "Armadilha Amorosa" (The Tender Trap, 1955), "A Festa do Casamento" (The Catered Affair, 1956), pelo qual ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante do Conselho Nacional da Crítica dos EUA, "A Flor do Pântano" (Tammy and the Bachelor, 1957), "A Taberna das Ilusões Perdidas" (The Rat Race, 1960), "A Conquista do Oeste" (How the West Was Won, 1962), "A Inconquistável Molly" (The Unsinkable Molly Brown, 1964) e "Lua de Mel com Papai" (How Sweet It Is!, 1968).

O segundo período de sua carreira se deu após ter seu próprio show na TV, o "The Debbie Reynolds Show" (1969-1970), quando passou a se dedicar mais à TV, aparecendo eventualmente em filmes ou emprestando sua voz a desenhos animados. Justificou seu relativo afastamento do cinema, declarando: "Parei de fazer filmes porque não gosto de tirar a roupa. Talvez seja realismo, mas, na minha opinião, é sujeira total".

Entre os sete filmes desse período estão "Obsessão Sinistra" (What's the Matter with Helen?, 1971), "O Guarda-Costas" (The Bodyguard, 1992), "Entre o Céu e a Terra" (Heaven & Earth, 1993), "Mãe É Mãe" (Mother, 1996) e "Como Agarrar Meu Ex-Namorado" (One for the Money, 2012), com o qual se despediu do cinema.

Em 1997, ela ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e, em 2016, o prêmio humanitário Jean Hersholt, da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Recebeu vários prêmios pela carreira.

Nasceu Mary Frances Reynolds em 1º de abril de 1932, em El Paso, Texas. Seus três casamentos terminaram em divórcio. Seu segundo marido, o magnata da indústria de calçados Harry Karl (1914-1982), perdeu no jogo toda a fortuna de ambos, forçando-a a viver uns tempos no seu carro Cadillac. Ela mesma veio a ter um cassino em Las Vegas, que precisou fechar em 1997, por problemas financeiros. Ultimamente, aplicava todo seu dinheiro no Museu de Hollywood, para o qual reuniu cerca de 50 mil itens, entre trajes, adereços e equipamentos de cinema. Teve dois filhos do seu primeiro casamento, com o ator Eddie Fisher (1928-2010), a atriz Carrie Fisher (1956-2016) e o ator e diretor Todd Fisher.

Suas últimas palavras, para o filho Todd, foram: "I miss her so much, I want to be with Carrie".

(Foto: Google Imagens.)

28 de dezembro de 2016

CARRIE FISHER (1956-2016), Atriz


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A atriz e escritora americana Carrie Fisher morreu no dia 27 de dezembro, em Los Angeles, de parada cardíaca. Tinha 60 anos.

Fisher tinha atuado apenas no filme "Shampoo" (Idem, 1975), quando foi convidada por George Lucas para interpretar a Princesa Leia na saga Guerra nas Estrelas, uma das personagens femininas mais icônicas do cinema e que ela encarnou na trilogia original. Recentemente, ela voltou a viver Leia em "Star Wars - O Despertar da Força" (Star Wars: Episode VII - The Force Awakens, 2015) e no oitavo episódio da saga, que será lançado em 2017.

Sua filmografia conta mais de 40 filmes, entre os quais estão também "Os Irmãos Cara-de-Pau" (The Blues Brothers, 1980), "Hannah e Suas Irmãs" (Hannah and Her Sisters, 1986), em que canta uma canção, "Meus Vizinhos São um Terror" (The 'Burbs, 1989), "Harry & Sally - Feitos um para o Outro" (When Harry Met Sally..., 1989), "Esta É Minha Vida" (This Is My Life, 1992), "O Império (do Besteirol) Contra-Ataca" (Jay and Silent Bob Strike Back, 2001) e "Mapas para as Estrelas" (Maps to the Stars, 2014).

Ela havia acabado de publicar seu oitavo livro, Memórias da Princesa - Os Diários de Carrie Fisher. Outro livro seu deu origem ao filme "Lembranças de Hollywood" (Postcards from the Edge, 1990), de Mike Nichols.

Carrie Frances Fisher nasceu em 21 de outubro de 1956, em Beverly Hills, Califórnia. Era filha do ator Eddie Fisher (1928-2010) e da atriz Debbie Reynolds. Era divorciada do músico Paul Simon e tinha uma filha com o agente de talentos Bryan Lourd, a atriz Billie Lourd.

(Foto: Google Imagens.)

27 de dezembro de 2016

LIZ SMITH (1921-2016), Atriz


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A atriz inglesa Liz Smith morreu no dia 24 de dezembro, aos 95 anos.

Liz Smith começou a carreira de atriz aos 50 anos, após uma vida de relativa pobreza enquanto criava seus dois filhos, sendo divorciada. Mas logo se tornou, no cinema e na TV, a avó de ficção favorita dos britânicos.

Ela apareceu em 38 filmes, dentre os quais se destacam "Os Duelistas" (The Duellists, 1977), "A Mulher do Tenente Francês" (The French Lieutenant's Woman, 1981), "A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa" (Curse of the Pink Panther, 1983), "Meu Reino por um Leitão" (A Private Function, 1984) -- pelo qual ganhou o BAFTA (o mais importante prêmio do cinema britânico) de melhor atriz coadjuvante, e o prêmio Máscara de Bronze no Festival de Taormina, na Itália --, "O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante" (The Cook, the Thief, His Wife & Her Lover, 1989), "Segredos e Mentiras" (Secrets & Lies, 1996), "A Fantástica Fábrica de Chocolate" (Charlie and the Chocolate Factory, 2005) e "Oliver Twist" (Idem, 2005).

Nasceu Betty Gleadle em 11 de dezembro de 1921, em Scunthorpe, Inglaterra. Em 2009, foi agraciada com o título de Membro da Ordem do Império Britânico. Era divorciada e tinha dois filhos.

(Foto: Google Imagens.)

Dois filmes parecidos: 'Desencanto' (Brief Encounter) e 'Amor à Primeira Vista' (Falling in Love)


Decidi rever os filmes "Desencanto" e "Amor à Primeira Vista", que apresentam muitas situações em comum.

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"Desencanto" é um filme inglês, de 1945, sobre um médico e uma dona de casa que se conhecem na cantina de uma estação de trem e se apaixonam. Nada demais, se ambos não fossem casados. O filme tem uma estrutura complexa, que começa pelo último encontro dos dois, sem apresentar ao espectador todos os dados desse encontro, deixando detalhes importantes a serem revelados no final. A história é narrada pela mulher, que conta ao marido toda a aventura amorosa que viveu. O médico ousa levar a namorada ao apartamento de um amigo, do qual possui a chave. Mas o amigo os surpreende, censura a conduta do médico e toma-lhe a chave. Fica-se conhecendo apenas a família da dona de casa, a do médico nunca é mostrada. No fim, ambas as famílias seguem em frente. A pergunta que se faz é se o filme seria conservador, já que os namorados não chegam a irem para a cama. A meu ver, não é. Pela época em que o filme foi feito, avançou-se até onde era possível, evitando problemas com a censura mundo a fora. Mas é preciso notar que os namorados são de uma classe social elevada. O mesmo não acontece entre pessoas, digamos, mais plebeias. É o caso das intimidades licenciosas entre a atendente da cantina e o guarda da estação. O guarda, aliás, entra em cena escalando a plataforma da estação; vindo de baixo, portanto.


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Em "Amor à Primeira Vista", filme de Hollywood de 1984, a história se passa em Nova York, cidade moderna e cosmopolita. Na véspera de Natal, Robert De Niro, casado, conhece Meryl Streep, também casada, na Livraria Rizzoli, a mais charmosa de Nova York. Depois, como ambos costumam pegar o mesmo trem, passam a se encontrar em trânsito. Suas famílias são mostradas em vários momentos. De Niro tem um amigo, a quem confidencia sobre a situação, e o amigo lhe oferece o apartamento como garçonnière. Ele leva Meryl ao apartamento, eles vão para a cama, e ela tem uma crise de consciência que os impede de irem às vias de fato. Outra vez, pergunta-se: o filme é conservador? A meu ver, não é. Porque, como consequência de seu romance, suas famílias são destruídas. Com isso, o caminho fica aberto para se reencontrarem e refazerem suas vidas juntos. O melhor do filme é o casal de atores. De Niro e Meryl conseguiriam me comover mesmo se recitassem bulas de remédio. Aliás, no filme há cenas em que nada dizem e a gente percebe o que estão pensando, e cenas em que dizem uma coisa enquanto estão pensado em outra. Um dos grandes momentos do filme é quando, na presença do marido, Meryl recebe uma ligação de De Niro, fazendo pressão para que vá se encontrar com ele. Ela fica tão dividida que até seus olhos entram em descompasso.

Para o meu gosto, são dois filmes excelentes.

(Fotos: Google Imagens.)

RICKY HARRIS (1962-2016), Ator


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O ator, humorista e rapper americano Ricky Harris morreu no dia 26 de dezembro, de ataque cardíaco. Tinha 54 anos.

Harris começou sua carreira no cinema no filme "Sem Medo no Coração" (Poetic Justice, 1993) e apareceu em outros 21 filmes, dois dos quais ainda estão em fase de pós-produção.

Na sua filmografia constam "Fogo Contra Fogo" (Heat, 1995), "1 Dia 2 Pais" (Father's Day, 1997), "Um Natal Especial" (This Christmas, 2007), "Mr. Sadman" (Sem título no Brasil, 2009) e "Dope - Um Deslize Perigoso" (Dope, 2015).

Ricky Harris nasceu em 1º de janeiro de 1962, em Long Beach, Califórnia. Era divorciado e tinha duas filhas.

(Foto: Google Imagens.)

26 de dezembro de 2016

GIL PARRONDO (1921-2016), Designer de Produção


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O designer de produção, diretor de arte e decorador de set espanhol Gil Parrondo morreu no dia 24 de dezembro, em Madrid, aos 95 anos.

Parrondo ganhou dois Oscars de melhor direção de arte pelos filmes "Patton - Rebelde ou Herói?" (Patton, 1970) e "Nicholas e Alexandra" (Nicholas and Alexandra, 1971), ambos de Franklin J. Schaffner. Foi o diretor de arte também de "Simbad e a Princesa" (The 7th Voyage of Sinbad, 1958), "A Batalha da Grã-Bretanha" (Battle of Britain, 1969), "Viagens com Minha Tia" (Travels with My Aunt, 1972), "Robin e Marian" (Robin and Marian, 1976) e muitos outros.

Como designer de produção, única atividade que ainda exercia, participou de "O Vento e o Leão" (The Wind and the Lion, 1975), "Meninos do Brasil" (The Boys from Brazil, 1978), "Começar de Novo" (Volver a empezar, 1982) e muitos outros. Ganhou quatro prêmios Goya (o mais importante do cinema espanhol) de melhor design de produção, por filmes não lançados no Brasil.

Sua carreira mais extensa foi como decorador de set, mas, dos poucos filmes conhecidos no Brasil, apenas "O Avô" (El albuelo, 1998), de José Luis Garci, merece ser lembrado.

Manuel Gil Parrondo y Rico-Villademoros nasceu em 17 de junho de 1921, em Luarca, Espanha. Estudou pintura e arquitetura na Real Academia de Belas-Artes de San Fernando, de Madrid.

(Foto: Google Imagens.)