26 de março de 2009

Saite 'Yahoo! Movies' lista 100 filmes essenciais

O saite Yahoo! Movies divulgou uma lista de filmes que considera essenciais, a que chamou de “100 filmes para ver antes de morrer”, como está na moda. Estão listados pela ordem alfabética dos títulos em inglês. O saite informa que foram levados em consideração a importância histórica e o impacto cultural dos filmes.
Veja a lista a seguir:

1 – 12 Homens e Uma Sentença (12 Angry Men, EUA, 1957), de Sidney Lumet
2 – 2001: Uma Odisseia no Espaço (2001: A Space Odyssey, Reino Unido/EUA, 1968), de Stanley Kubrick
3 – Os Incompreendidos (Les quatre cents coups, França, 1959), de François Truffaut
4 – 8 ½ (Idem, Itália/França, 1963), de Federico Fellini
5 – Uma Aventura na África (The African Queen, Reino Unido/EUA, 1951), de John Huston
6 – Alien, o 8º Passageiro (Alien, Reino Unido/EUA, 1979), de Ridley Scott
7 – A Malvada (All About Eve, EUA, 1950),de Joseph L. Mankiewicz
8 – Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, EUA, 1977), de Woody Allen
9 – Apocalypse Now (Idem, EUA, 1979), de Francis Ford Coppola
10 – A Batalha de Argel (La battaglia di Algeri, Itália/Argélia, 1966), de Gillo Pontecorvo
11 – Ladrões de Bicicleta (Ladri di biciclette, Itália, 1948), de Vittorio De Sica
12 – Blade Runner - O Caçador de Androides (Blade Runner, EUA/Hong Kong, 1982), de Ridley Scott
13 – Banzé no Oeste (Blazing Saddles, EUA, 1974), de Mel Brooks
14 – Depois Daquele Beijo (Blowup, Reino Unido/ Itália/EUA, 1966), de Michelangelo Antonioni
15 – Veludo Azul (Blue Velvet, EUA, 1986), de David Lynch
16 – Uma Rajada de Balas (Bonnie and Clyde, EUA, 1967), de Arthur Penn
17 – Acossado (À bout de souffle, França, 1960), de Jean-Luc Godard
18 – A Ponte do Rio Kwai (The Bridge on the River Kwai, Reino Unido/EUA, 1957), de David Lean
19 – Levada da Breca (Bringing Up Baby, EUA, 1938), de Howard Hawks
20 – Butch Cassidy (Butch Cassidy and the Sundance Kid, EUA, 1969), de George Roy Hill
21 – Casablanca (Idem, EUA, 1942), de Michael Curtiz
22 – Chinatown (Idem, EUA, 1974), de Roman Polanski
23 – Cidadão Kane (Citizen Kane, EUA, 1941), de Orson Welles
24 – O Tigre e o Dragão (Wo hu cang long, Taiwan/Hong Kong/EUA/China, 2000), de Ang Lee
25 – Duro de Matar (Die Hard, EUA, 1988), de John McTiernan
26 – Faça a Coisa Certa (Do the Right Thing, EUA, 1989), de Spike Lee
27 – Pacto de Sangue (Double Indemnity, EUA, 1944), de Billy Wilder
28 – Dr. Fantástico (Dr. Strangelove, Reino Unido, 1964), de Stanley Kubrick
29 – O Diabo a Quatro (Duck Soup, EUA, 1933), de Leo McCarey
30 – E. T. - O Extraterrestre (E.T.: The Extra-Terrestrial, EUA, 1982), de Steven Spielberg
31 – Operação Dragão (Enter the Dragon, Hong Kong/EUA, 1973), de Robert Clouse
32 – O Exorcista (The Exorcist, EUA, 1973), de William Friedkin
33 – Picardias Estudantis (Fast Times at Ridgemont Hight, EUA, 1982), Amy Heckerling
34 – Operação França (The French Connection, EUA, 1971), de William Friedkin
35 – O Poderoso Chefão (The Godfather, EUA, 1972), de Francis Ford Coppola
36 – O Poderoso Chefão II (The Godfather: Part II, EUA,1974), de Francis Ford Coppola
37 – 007 Contra Goldfinger (Goldfinger, Reino Unido, 1964), de Guy Hamilton
38 – Três Homens em Conflito (Il Buono, il brutto, il cattivo, Itália/Espanha/Alemanha, 1966), de Sergio Leone
39 – Os Bons Companheiros (Goodfellas, EUA, 1990), de Martin Scorsese
40 – A Primeira Noite de um Homem (The Graduate, EUA, 1967), de Mike Nichols
41 – A Grande Ilusão (La grande illusion, França, 1937), de Jean Renoir
42 – Feitiço do Tempo (Groundhog Day, EUA, 1993), de Harold Ramis
43 – Os Reis do Iê-iê-iê (A Hard Day’s Night, Reino Unido, 1964), de Richard Lester
44 – Amor à Flor da Pele (Fa yeung nin wa, Hong Kong/França, 2000), de Wong Kar-wai
45 – Aconteceu Naquela Noite (It Happened One Night, EUA, 1934), de Frank Capra
46 – A Felicidade Não Se Compra (It’s a Wonderful Life, EUA, 1946), de Frank Capra
47 – Tubarão (Jaws, EUA, 1975), de Steven Spielberg
48 – King Kong (Idem, EUA, 1933), de Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack
49 – As Três Noites de Eva (The Lady Eve, EUA, 1941), de Preston Sturges
50 – Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia, Reino Unido, 1962), de David Lean

51 – Trilogia O Sr. dos Anéis (The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, Nova Zelândia/EUA, 2001; The Two Towers, EUA/Nova Zelândia/Alemanha, 2002; The Return of the King, EUA/Nova Zelândia/Alemanha, 2003), de Peter Jackson
52 – M – O Vampiro de Düsseldorf (M, Alemanha, 1931), de Fritz Lang
53 – MASH (Idem, EUA, 1970), de Robert Altman
54 – O Falcão Maltês (The Maltese Falcon, EUA, 1941), de John Huston
55 – Matrix (The Matrix, EUA/Austrália, 1999), de Larry Wachowski e Andy Wachowski
56 – Tempos Modernos (Modern Times, EUA, 1936), de Charles Chaplin
57 – Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (Monty Python and the Holy Grail, Reino Unido, 1975), de Terry Gilliam e Terry Jones
58 – Clube dos Cafajestes (Animal House, EUA, 1978), de John Landis
59 – Rede de Intrigas (Network, EUA, 1976), de Sidney Lumet
60 – Nosferatu (Nosferatu, eine Symphonie des Grauens, Alemanha, 1922), de F. W. Murnau
61 – Sindicato de Ladrões (On the Waterfront, EUA, 1954), de Elia Kazan
62 – Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo’s Nest, EUA, 1975), de Milos Forman
63 – Glória Feita de Sangue (Paths of Glory, EUA, 1957), de Stanley Kubrick
64 – A Princesa Mononoke (Mononoke-hime, Japão, 1997), de Hayao Miyazaki
65 – Psicose (Psycho, EUA, 1960), de Alfred Hitchcock
66 – Pulp Fiction – Tempo de Violência (Pulp Fiction, EUA, 1994), de Quentin Tarantino
67 – Touro Indomável (Raging Bull, EUA, 1980), de Martin Scorsese
68 – Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark, EUA, 1981), de Steven Spielberg
69 – Lanternas Vermelhas (Da hong deng long gao gao gua, China/Hong Kong/Taiwan, 1991), de Zhang Yimou
70 – Rashomon (Rashômon, Japão, 1950), de Akira Kurosawa
71 – Janela Indiscreta (Rear Window, EUA, 1954), de Alfred Hitchcock
72 – Juventude Transviada (Rebel Without a Cause, EUA, 1955), de Nicholas Ray
73 – Rocky – Um Lutador (Rocky, EUA, 1976), de John G. Avildsen
74 – A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday, EUA, 1953), de William Wyler
75 – O Resgate do Soldado Ryan (Saving Private Ryan, EUA, 1998), de Steven Spielberg

76 – A Lista de Schindler (Schindler’s List, EUA, 1993), de Steven Spielberg
77 – Rastros de Ódio (The Searchers, EUA, 1956), de John Ford
78 – Os Sete Samurais (Shichinin no Samurai, Japão, 1954), de Akira Kurosawa
79 – Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption, EUA, 1994), de Frank Darabont
80 – O Silêncio dos Inocentes (The Silence of the Lambs, EUA, 1991), de Jonathan Demme
81 – Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain, EUA, 1952), de Stanley Donen e Gene Kelly
82 – Branca de Neve e os Sete Anões (Snow White and the Seven Dwarfs, EUA, 1937), de David Hand
83 – Quanto Mais Quente Melhor (Some Like It Hot, EUA, 1959), de Billy Wilder
84 – A Noviça Rebelde (The Sound of Music, EUA, 1965), de Robert Wise
85 – Guera nas Estrelas (Star Wars, EUA, 1977), de George Lucas
86 – Crepúsculo dos Deuses (Sunset Blvd., EUA, 1950), de Billy Wilder
87 – O Exterminador do Futuro II: O Julgamento Final (Terminator 2: Judgement Day, EUA/França, 1991), de James Cameron
88 – O Terceiro Homem (The Third Man, Reino Unido, 1949), de Carol Reed
89 – Isto É Spinal Tap (This Is Spinal Tap, EUA, 1984), de Rob Reiner
90 – Titanic (Idem, EUA, 1997), de James Cameron
91 – O Sol É para Todos (To Kill a Mockingbird, EUA, 1962), de Robert Mulligan
92 – Toy Story (Idem, EUA, 1995), de John Lasseter
93 – Os Suspeitos (The Usual Suspects, EUA/ Alemanha, 1995), de Bryan Singer
94 – Um Corpo Que Cai (Vertigo, EUA, 1958), de Alfred Hitchcock
95 – Harry & Sally – Feitos um para o Outro (When Harry Met Sally..., EUA, 1989), de Rob Reiner
96 – Morangos Silvestres (Smultronstället, Suécia, 1957), de Ingmar Bergman
97 – Asas do Desejo (Der Himmel über Berlin, Alemanha/França, 1987), de Wim Wenders
98 – O Mágico de Oz (The Wizard of Oz, EUA, 1939), de Victor Fleming
99 – Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (Mujeres al borde de un ataque de nervios, Espanha, 1988), de Pedro Almodóvar
100 – O Mundo de Apu (Apur Sansar, Índia, 1959), de Satyajit Ray.

(Foto: http://www.2001video.com.br/)

Jennifer Aniston eleita a mulher mais 'sexy' de Hollywood

A revista masculina norte-americana Details divulgou sua lista das mulheres mais "sexy" de Hollywood. Em primeiro lugar figura a atriz Jennifer Aniston (foto). A brasileira Gisele Bündchen ficou numa honrosa terceira posição.
A seguir, a lista das cinco mais "sexy":
1º) Jennifer Aniston
2º) Megan Fox
3º) Gisele Bündchen
4º) Freida Pinto
5º) Kim Kardashian.

20 de março de 2009

Era uma vez em 13 de março de 2009

BETSY BLAIR (85 anos, de câncer), atriz norte-americana que trabalhou mais na Europa que em Hollywood; dentre seus 22 filmes, destacam-se Fatalidade (A Double Life, 1947), Marty (Idem, 1955), que lhe valeu o prêmio BAFTA de melhor atriz estrangeira, O Grito (Il grido, 1957), Os Delfins (I delfini, 1960), Desejo que Atormenta (Senilità, 1962) e Atraiçoados (Betrayed, 1988). Ganhou um prêmio especial pela carreira no Festival de Chicago de 2006.


Dados biográficos: Elizabeth Winifred Boger (nome verdadeiro) nasceu em 11 de dezembro de 1923, em Cliffside Park, Nova Jérsei. Nos anos 1950, por causa de suas ligações com os comunistas, foi incluída na "listra negra" de Hollywood, razão por que se mudou para Londres. Foi casada com o ator Gene Kelly (1912-1996), com quem teve uma filha. Era viúva do diretor Karel Reisz (1926-2002).

Era uma vez em 14 de março de 2009

MILLARD KAUFMAN (92 anos, de colapso cardíaco), roteirista norte-americano que, inicialmente, participou de roteiros de desenhos animados ou de fantasias como O Gênio da Lâmpada (Aladdin and His Lamp, 1952); depos participou dos roteiros de Conspiração do Silêncio (Bad Day at Black Rock, 1955) e O Senhor da Guerra (The War Lord, 1965); escreveu o roteiro de Dá-me Tua Mão (Take the High Ground!, 1953) e adaptou obras alheias, como em A Árvore da Vida (Raintree County, 1957) e Quando Explodem as Paixões (Never So Few, 1959). Nasceu em 12 de março de 1917, em Baltimore, Maryland. Deixou viúva e três filhos.

18 de março de 2009

Era uma vez em 18 de março de 2009

NATASHA RICHARDSON (45 anos, de ferimentos de queda quando esquiava), atriz britânica que teve seu primeiro papel importante em Gótico (Gothic, 1986), de Ken Russell; entre os seus mais de 20 filmes citam-se O Sequestro de Patty Hearst (Patty Hearst, 1988), Uma Estranha Passagem em Veneza (The Comfort of Strangers, 1990), que lhe deu o prêmio Evening Standard de melhor atriz, Nell (Idem, 1994) e Paixão Sem Limites (Asylum, 2005), que lhe deu outro Evening Standard de melhor atriz. Ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Karlovy Vary, pelo filme As Viúvas Alegres (Widows' Peak, 1994).


Dados biográficos: Natasha Jane Richardson nasceu em 11 de maio de 1963, em Londres. Descendente de uma tradicional família de atores britânicos, era filha do diretor Tony Richardson (1928-1991) e da atriz Vanessa Redgrave. Foi casada com o produtor Robert Fox e deixou viúvo o ator Liam Neeson, com quem tinha dois filhos.

16 de março de 2009

Era uma vez em 15 de março de 2009

RON SILVER (62 anos, de câncer de esôfago), ator norte-americano, que atuou em mais de 30 filmes, dentre os quais se destacam A Disputa dos Sexos (Semi-Tough, 1977), Silkwood - O Retrato de Uma Coragem (Silkwood, 1983), Tudo por Uma Esmeralda (Romancing the Stone, 1984) e O Reverso da Fortuna (Reversal of Fortune (1990).


Dados biográficos: Ronald Silver nasceu em 2 de julho de 1946, em Nova York. Estudou drama no Actor's Studio e fez mestrado em história chinesa na Universidade St. John. Em 1988, ganhou o prêmio Tony de melhor ator, por seu trabalho na peça Speed the Plow, de David Mamet. Como ativista liberal, participou da fundação do grupo Coalizão Criativa, sediado em Nova York. Após os atentados de 11 de setembro, porém, abandonou o Partido Democrata e apoiou George W. Bush e, em seguida, tornou-se um "maverick", isto é, assumiu uma linha política independente. Era divorciado e tinha um casal de filhos.

13 de março de 2009

Clint Eastwood rechaça o 'politicamente correto'

O cineasta norte-americano Clint Eastwood (foto) lamenta que esteja fora de moda certa antiga forma de humor. O lendário ator e diretor, de 78 anos, recusa-se a aceitar a falta de humor da cultura atual, e considera que os mais jovens perdem muito tempo por medo de parecer ofensivos. Disse ele: "As pessoas perderam o senso de humor. Em outros tempos, fazíamos lealmente piadas sobre as diferentes raças. Hoje, só se pode contá-las cobrindo a boca com a mão, para não ser tachado de racista. Eu acho isso ridículo".

Para esclarecer seu ponto de vista, acrescentou: "Antigamente, cada grupo de amigos tinha um 'Sam, o Judeu' ou 'José, o Mexicano', mas não ligávamos a mínima nem tínhamos mentalidade racista. Era normal fazer piadas sobre a nossa nacionalidade e a nossa etnia. Isso nunca era problema. Eu não quero ser politicamente correto. Estão todos gastando muito tempo e energia tentando ser politicamente correto em tudo".

12 de março de 2009

Era uma vez em 11 de março de 2009

PÉTER BACSÓ (81 anos, de causa não divulgada), diretor e roteirista húngaro, um dos mais importantes cineastas do país, mas cuja filmografia é desconhcida no Brasil; dirigiu mais de 30 filmes e escreveu roteiros para mais de 40, dos quais só foi visto aqui Match no Inferno (Két félidö a pokolban, 1962), de Zoltán Fábri. Dois de seus filmes foram premiados em festivais, um em San Sebastián (Espanha), em 1968, o outro em Locarno (Suiça), em 1972. Nasceu em 6 de janeiro de 1928, em Kosice, Tchecoslováquia (atual Eslováquia).

11 de março de 2009

Era uma vez em 8 de março de 2009

ANNA MANAHAN (84 anos, de falência de múltiplos órgãos), atriz irlandesa de teatro e TV, que atuou nos cinemas britânico e norte-americano; apareceu em uma dezena de filmes, dentre os quais se destacam A Alucinação de Ulisses (Ulysses, 1967), Fúria de Titãs (Clash of the Titans, 1981), Escute Minha Canção (Hear My Song, 1991) e Um Homem Sem Importância (A Man of No Importance, 1994). Nasceu em 18 de outubro de 1924, em Waterford, Irlanda. Ganhou o prêmio Tony, o mais importante do teatro norte-americano, em 1998, de melhor atriz coadjuvante.

Era uma vez em 18 de fevereiro de 2009

PETER SHEPHERD (68 anos, de aneurisma), produtor italiano, nascido na Grã-Bretanha, que começou fazendo de tudo um pouco em filmes como Avanti... Amantes à Italiana (Avanti!, 1972), como gerente de produção, As Mil e Uma Noites de Pasolini (Il fiore delle mille e una notte, 1974), como assistente de direção, e 1900 de Bertolucci (Novecento, 1976), como assistente de direção; como produtor, participou de 15 filmes, a exemplo de Lambada - O Filme (Lambada, 1988) e Um Crime Nobre (Brasil/Itália, 2001), de Walter Lima Jr.

9 de março de 2009

Era uma vez em 7 de março de 2009

TULLIO PINELLI (100 anos, de causas naturais), roteirista italiano mais conhecido por sua colaboração em 12 filmes de Federico Fellini (1920-1993), entre os quais Os Boas-Vidas (I vitelloni, 1953), A Estrada da Vida (La strada, 1954), Noites de Cabíria (Le notti di Cabiria, 1957), prêmio Sant Jordi de melhor roteiro estrangeiro, em Barcelona, A Doce Vida (La dolce vita, 1960), prêmio de melhor história original do SNJCI - Sindicato Nacional de Jornalistas Cinematográficos Italianos, e 8 e 1/2 (Idem, 1963), prêmio de melhor roteiro também do SNJCI; colaborou em filmes de outros grandes diretores italianos, a exemplo de -- Pietro Germi, em O Caminho da Esperança (ll cammino della speranza, 1950), prêmio Desafio pela promoção dos valores democráticos, na Alemanha, -- Vittorio de Sica, em O Jardim dos Finzi-Contini (Il giardino dei Finzi-Contini, 1970), e -- Mario Monicelli, em Meus Caros Amigos (Amici miei, 1975), prêmio de melhor história original e melhor roteiro do SNJCI.


Dados biográficos: Tullio Pinelli nasceu em 24 de junho de 2008, em Turim. Aos noventa anos tornou-se romancista, publicando o livro A Casa de Robespierre. Era pai do diretor Carlo Alberto Pinelli. Deixou viúva a atriz Madeleine Labeau.

6 de março de 2009

Era uma vez em 3 de março de 2009

SYDNEY CHAPLIN (82 anos, de derrame), ator norte-americano que estreou no cinema dirigido por seu próprio pai, Charles Chaplin, em Luzes da Ribalta (Limelight, 1952); com o pai apareceu ainda em A Condessa de Hong Kong (A Countess from Hog Kong, 1967); atuou em 28 filmes, entre os quais Mais Forte que a Morte (Un acte d'amour, 1953) e Terra dos Faraós (Land of the Pharaohs, 1955); nos anos 1960 e 70, trabalhou mais na Europa, fazendo de tudo um pouco, inclusive bangue-bangues italianos; dessa fase os melhores filmes são Ho! A Face de Um Criminoso (Ho!, 1968) e Os Sicilianos (Le clan des Siciliens, 1969).


Dados biográficos: Sydney Earle Chaplin nasceu em 31 de março de 1926, em Los Angeles. Filho de Charles Chaplin (1889-1977) e da atriz Lita Grey (1908-1995) e irmão do ator Charles Chaplin Jr. (1925-1968). Era ator de teatro que atuava no cinema ocasionalmente. Em 1957 ganhou o prêmio Tony por sua atuação em musical da Broadway. Foi casado com a atriz francesa Noëlle Adam e deixou viúva a mulher do terceiro casamento.

5 de março de 2009

Era uma vez em 4 de março de 2009

HORTON FOOTE (92 anos, de causas naturais), dramaturgo e roteirista norte-americano de grande sucesso; escreveu os roteiros, com base em obras alheias, de Ódio Entre Irmãos (Storm Fear, 1955), O Sol É para Todos (To Kill a Mockingbird, 1962), que lhe valeu o primeiro Oscar e o prêmio do sindicato dos roteiristas de Hollywood, e Ratos e Homens (Of Mice and Men, 1992); adaptou sete de suas peças para o cinema, que resultaram em filmes como O Gênio do Mal (Baby the Rain Must Fall, 1965), Regresso para Bountiful, 1985), premiado com o Independent Spirit de melhor roteiro; pelas mãos da escritora Lillian Hellman, uma peça sua virou o filme Caçada Humana (The Chase, 1966); e seu roteiro original para A Força do Carinho (Tender Mercies, 1983) lhe deu outro Oscar e outro prêmio do sindicato dos roteiristas. Ganhou dois prêmios honorários do sindicato dos roteiristas, um pelo conjunto da obra, em 1993, e outro em 1999.


Dados biográficos: Horton Foote nasceu em 14 de março de 1916, em Wharton, Texas. Ele recebeu o prêmio Pulitzer, em 1995, pela peça O Jovem de Atlanta; o prêmio William Inge, em 1989, pelo conjunto da obra; a Medalha de Ouro da Academia de Artes e Letras, em 1998; e a Medalha Nacional das Artes, em 2000. Era viúvo da produtora Lillian V. Foote (1923-1992), com quem teve quatro filhos: as atrizes Hallie Foote e Daisy Foote, o ator Horton Foote Jr. e o diretor Walter Foote.

Era uma vez em 20 de fevereiro de 2009

ROBERT QUARRY (83 anos, de problemas cardíacos), ator norte-americano que estreou no cinema em 1943, mas só encontrou um papel marcante como o vampiro de Conde Yorga, Vampiro (Count Yorga, Vampire, 1970); daí em diante, de certo modo ficou associado ao gênero horror, atuando em A Câmara dos Horrores do Abominável Dr. Phibes (Dr. Phibes Rises Again, 1972), A Vampira de Beverly Hills (Beverly Hills Vamp, 1989) e A Maldição dos Espíritos (Spirits, 1990); vez por outra aparecia em filmes de outros gêneros, como em O Homem da Meia-Noite (The Midnight Man, 1974) e Um Papai Noel Muito Especial (Dear Santa, 1998).
(Foto: http://www.cinefantastiqueonline.com/)

Dados biográficos: Robert Walter Quarry nasceu em 3 de novembro de 1925, em Santa Rosa, Califórnia. Em 1988 publicou um livro de receitas culinárias que vendeu mais de 60 mil exemplares.

4 de março de 2009

Os eleitos do cinema francês de 2008

Na última sexta-feira, 27 de fevereiro, em Paris, ocorreu a cerimônia de entrega do César, o mais importante prêmio do cinema francês.
A seguir, os principais premiados:
1 - Melhor filme: Séraphine (2008), de Martin Provost
2 - Melhor diretor: Jean-François Richet, por Inimigo Público Nº 1 - Instinto de Morte (L'Ennemi public nº 1, 2008)
3 - Melhor ator: Vincent Cassel, por Inimigo Público Nº 1 - Instinto de Morte
4 - Melhor atriz: Yolande Moreau, por Séraphine
5 - Melhor roteiro original: Marc Abdelnour e Martin Provost, por Séraphine
6 - Melhor roteiro adaptado: François Bégaudeau, Robin Campillo e Laurent Cantet, por Entre os Muros da Escola (Entre les murs, 2008)
7 - Melhor fotografia: Laurent Brunet , por Séraphine
8 - Melhor trilha musical: Michael Galasso, por Séraphine
9 - Melhor figurino: Madeline Fontaine, por Séraphine
10 - Melhor desenho de produção: Thierry François, por Séraphine
11 - Melhor som: Inimigo Público Nº 1 - Instinto de Morte
12 - Melhor filme estrangeiro: Valsa com Bashir (Vals Im Bashir, Israel, 2008), de Ari Folman
13 - Prêmio especial pelo conjunto da obra: Dustin Hoffman.

Era uma vez em 28 de fevereiro de 2009

ROBERT HAGGIAG (95 anos, de câncer no pâncreas), produtor italiano nascido na Líbia; participou de meia dúzia de produções, entre as quais O Ladrão de Veneza (Il ladro de Venezia, 1950), A Condessa Descalça (The Barefooot Contessa, 1954), Confusões à Italiana (Signore & signori, 1965), que lhe valeu o prêmio David di Donatello de melhor produção, e Como Viver com Três Mulheres (L'Immorale, 1967). Deixou viúva e três filhos; era pai do produtor Simone Haggiag.

Era uma vez em 3 de março de 2009

AKE LINDMAN (81 anos, de causa não divulgada), ator e diretor finlandês, muito popular em seus país, cuja filmografia é praticamente desconhecida no Brasil; dirigiu dez filmes e atuou em cerca de 60, dos quais são conhecidos no Brasil apenas os dirigidos por cineastas não-finlandeses, como O Menino na Árvore (Pojken i trädet, 1961), de Arne Sucksdorff, O Cérebro de Um Bilhão de Dólares (Billion Dollar Brain, 1967), de Ken Russell, As Sandálias do Pescador (The Shoes of the Fisherman, 1968), de Michael Anderson, O Telefone (Telefon, 1977), de Don Siegel, e Reds (Idem, 1981), de Warren Beatty. Ganhou três prêmios Jussi, o mais importante do cinema finlandês: um de melhor ator, por O Soldado Desconhecido (Tuntematon sotilas, 1955); um de melhor diretor, por trabalho na TV; e um pelo conjunto da obra, em 2008.


Dados biográficos: Ake Leonard Järvinen nasceu em 11 de janeiro de 1928, em Helsinque. Integrou o time finlandês de futebol americano nas Olimpíadas de 1952. No início da carreira, costumava fazer o vilão nos filmes filandeses. Foi casado com a atriz Anneli Sauli e deixou viúva a atriz Pirkko Mannola, ex-Miss Finlândia 1958, com quem tinha um filho.

Era uma vez em 27 de fevereiro de 2009

ALAN LANDERS (68 anos, de câncer na laringe), ator norte-americano que apareceu em meia dúzia de filmes, entre os quais Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, 1977) e Um Tira e 1/2 (Cop and 1/2, 1993). Teve sua imagem associada a uma marca de cigarro nos anos 1960, mas recentemente, após sobreviver a dois cânceres de pulmão, passou a fazer campanha contra o tabagismo.

25 de fevereiro de 2009

Clint Eastwood recebe Palma de Ouro especial

O ator e diretor norte-americano Clint Eastwood (foto) recebeu do Festival de Cannes, nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, a Palma de Ouro especial pelo conjunto de sua obra.

Na oportunidade, o presidente do Festival de Cannes, Gilles Jacob, comparou Eastwood a mestres do cinema mundial como Robert Bresson, John Ford, Roberto Rossellini e Satyajit Ray.
Sorridente, com o prêmio na mão, Estwood declarou: "O cinema nasceu na França, com os irmãos Lumière, e sempre foi considerado aqui como uma verdadeira arte". Agradeceu também à crítica francesa o apoio recebido quando se tornou diretor.
Clint Eastwood é apenas o segundo cineasta a receber tal honraria. O primeiro foi Ingmar Bergman, em 1997.
A cerimônia aconteceu em Paris, no restaurante Le Fouquet's.
A maior parte das informações acima foram colhidas no saite UOL News.
(Foto: Divulgação)

Era uma vez em 22 de fevereiro de 2009

HOWARD ZIEFF (81 anos, de mal de Parkinson), diretor norte-americano especialista em comédias; dirigiu apenas nove filmes, entre eles Os Covardes Vivem Bem (Slither, 1973), Um Viúvo Trapalhão (House Calls, 1978), Recruta Benjamin (Private Benjamin, 1980) e Meu Primeiro Amor (My Girl, 1991). Nasceu em 21 de outubro de 1927, em Los Angeles, Califórnia. Tinha grande reputação como fotógrafo publicitário e como diretor de comerciais para a TV. Deixou viúva Ronda Gomez-Quinones.

Era uma vez em 21 de fevereiro de 2009

HERCULES BELLVILLE (69 anos, de câncer), produtor inglês que começou fazendo direção de segunda unidade para filmes de Roman Polanski, como Macbeth (The Tragedy of Macbeth, 1971) e Tess (Idem, 1979); foi assistente de direção em Profissão: Repórter (Professione: reporter, 1975), de Michelangelo Antonioni; atuou como produtor em meia dúzia de filmes, entre os quais O Inquilino (Le locataire, 1976), de R. Polanski, e Os Sonhadores (The Dreamers, 2003), de Bernardo Bertolucci. Deixou viúva Ilana Shulman, com quem se casou dois dias antes de sua morte.

23 de fevereiro de 2009

A democracia como salvação

A vitalidade de Clint Eastwood impressiona. Aos 78 anos, continua a realizar filmes, desempenhando funções diversas, e sempre com competência. Com a sua idade, mestres como Alfred Hitchcock, Billy Wilder e Howard Hawks já estavam aposentados, após darem sinal de perda de inspiração.

Por tudo que é visto e ouvido no filme A Troca (Changeling, 2008), não se pode ignorar a grandeza de Eastwood em seus múltiplos talentos. Desta vez, além de dirigir e participar da produção, ele compôs a música, que é das melhores coisas do filme: funcional, discreta e bonita.

O roteiro, escrito por J. Michael Straczynski, articula episódios que remetem a gêneros vários, sem prejuízo da unidade e do equilíbrio do conjunto. Por isso, e também por comparação ao que se vê no cinema atual, merece receber a nota máxima.

O filme acompanha o calvário de uma mãe, Christine Collins (Angelina Jolie), cujo filho de nove anos desaparece. A história se passa em 1928, em Los Angeles, quando a polícia local era corrupta e capaz dos atos mais condenáveis para aparecer bem na imprensa.

Além de manipular a imprensa e de contar com a omissão do poder municipal, a polícia tinha um aliado importante -- o manicômio -- para onde despachava as pessoas que, inconformadas com a sua ineficiência e má-fé, desafiavam a sua onipotência.

A polícia se sentia tão a cavaleiro com os próprios desmandos que entregou a Christine o primeiro garoto abandonado que encontrou e, descartando os argumentos dela com as explicações mais improváveis, deu o caso por encerrado. E, uma vez que ela não se conformou, trancafiou-a no manicômio, de cuja inflexibilidade e racionalizações absurdas ninguém escapava.

Diante de um quadro tão flagrante de subversão dos valores humanos, haveria salvação para a mãe injustiçada? O filme demonstra que sim, e a sua maior virtude está precisamente na exposição dos motivos dessa possibilidade.

A reação ao status quo tem início com a ação de um pastor, que se sensibiliza com a dor de Christine e assume a sua defesa nos sermões, denunciando ao mesmo tempo a corrupção policial. Coincide que ele tem um programa no rádio, que usa para ampliar a publicidade do caso. Em resposta à sua pregação, pessoas se juntam a ele para conseguir a libertação de Christine.

De outro lado, um detetive assume uma investigação aparentemente simples, leva seu trabalho a sério e acaba descobrindo um assassino serial de crianças. Estabelecida a conexão entre os dois casos, a população, mobilizada, sai às ruas para denunciar a corrupção policial e exigir uma solução para o caso do garoto desaparecido. Por fim, a questão chega ao tribunal, que cumpre sua função exemplarmente.

O arcabouço cartesiano do filme sugere que, mesmo num caso aparentemente irremediável, a justiça é possível -- graças à democracia. A liberdade de ação dos inconformados, a liberdade de informar dos meios de comunicação e a independência das instituições criam condições para que toda a iniquidade seja reparada e os culpados, punidos.

Mais uma vez Clint Eastwood exercita sua admirável técnica de contar histórias, na tradição dos grandes narradores de Hollywood. A sua segurança é tamanha que ele deixa o espectador saber do fim da história quando ainda resta muito filme para rolar. Em total empatia com Christine, o espectador permanece suspenso, enquanto ela prossegue na busca por uma notícia definitiva sobre o filho. E a reviravolta final é tão bem urdida que torna eletrizante uma parte da história que teria tudo para ser enfadonha, sem emoção.

No encontro com o assassino na prisão, Christine se desespera com sua atitude contraditória e lhe dá uns trancos, tentando arrancar-lhe alguma informação sobre o filho. Pode-se ver como implausível tal comportamento em uma mulher da década de 1920. Entretanto, considerando-se que o cinema sempre visita o passado com os olhos do presente, não seria justo negar a Angelina Jolie o direito de aproximar sua personagem de mulheres deste tempo.

Aqueles que renegam o inspetor Harry Callahan, policial durão que Eastwood encarnou em cinco filmes e que tratava os criminosos a tiros e pontapés, devem estar se perguntando se, ao mostrar uma polícia assim condenável, não estaria ele fazendo mea-culpa.

A questão pode ser vista também de outro ângulo. Mesmo condenando a polícia, o filme apresenta um detetive responsável, cuja atuação isenta leva à descoberta e prisão do assassino de crianças. Talvez Eastwood esteja propondo aos que interpretam Callahan de modo simplista uma reavaliação da sua mais famosa personagem.

Inegavelmente, Eastwood tornou-se um homem sábio, com um ponto de vista muito claro sobre a ordem do mundo. E não tem pudores de usar a personagem como porta-voz de seus valores morais. Isto fica evidente quando Christine dá ao filho o seguinte conselho: “Nunca comece uma briga, mas sempre termine-a”. Alguém tem dúvida de que esse lema viril pertence a ele?

Deus abençoe Clint Eastwood, para que permaneça lúcido, realizando filmes inspirados como esse, como Cartas de Iwo Jima, como Menina de Ouro.

(Texto publicado pelo semanário Jornal Opção de 1º a 7 de fevereiro de 2009. Acesse: Jornal Opção).
(Foto: http://www.imdb.com/)

Era uma vez em 22 de fevereiro de 2009

IDA GOMES (75 anos, de pneumonia), atriz brasileira de TV com raras incursões no cinema; atuou em dez filmes, entre os quais Bonitinha Mas Ordinária (1963), O Casal (1975), Primeiro de Abril, Brasil (1988) e Copacabana (2001). Ida Szafran nasceu em 25 de setembro de 1933, em Krasnik, Polônia; era irmã do ator Felipe Wagner e dubladora da voz de Bette Davis.

22 de fevereiro de 2009

Oscar 2009: consagração de 'Quem Quer Ser um Milionário?'

Aconteceu neste domingo, 22 de fevereiro, no Kodak Theatre, em Los Angeles, a cerimônia do Oscar que consagrou Quem Quer Ser um Milionário? com oito estatuetas douradas.
E os prêmios foram para:
1 - Melhor filme: Quem Quer Ser um Milionário? (Slumdog Millionaire, 2008)
2 - Melhor ator: Sean Penn, por Milk - A Voz da Igualdade (Milk, 2008)
3 - Melhor atriz: Kate Winslet, por O Leitor (The Reader, 2008)

4 - Melhor diretor: Danny Boyle, por Quem Quer Ser um Milionário?
5 - Melhor ator coadjuvante: Heath Ledger, por Batman - O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight, 2008)
6 - Melhor atriz coadjuvante: Penélope Cruz, por Vicky Cristina Barcelona (Idem, 2008)

7 - Melhor roteiro original: Dustin Lance Black, por Milk - A Voz da Igualdade
8 - Melhor roteiro adaptado: Simon Beaufoy, por Quem Quer Ser um Milionário?
9 - Melhor fotografia: Anthony Dod Mantle, por Quem Quer Ser um Milionário?
10 - Melhor montagem: Chris Dickens, por Quem Quer Ser um Milinário?

11 - Melhor direção de arte: Donald Graham Burt e Victor J. Zolfo, por O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button, 2008)
12 - Melhor figurino: Michael O'Connor, por A Duquesa (The Duchess, 2008)
13 - Melhor trilha musical: A. R. Rahman, por Quem Quer Ser um Milionário?
14 - Melhor canção: "Jai Ho", de A. R. Rahman e Gulzar (Quem Quer Ser um Milionário?)
15 - Melhor maquiagem: Greg Cannom, por O Curioso Caso de Benjamin Button

16 - Melhor edição de som: Richard King, por Batman - O Cavaleiro das Trevas
17 - Melhor mixagem de som: Ian Tapp, Richard Pryke e Resul Pookutty, por Quem Quer Ser um Milionário?
18 - Melhores efeitos visuais: Eric Barba, Steve Preeg, Burt Dalton e Craig Barron, por O Curioso Caso de Benjamin Button
19 - Melhor filme em língua estrangeira: A Partida (Okuribito, Japão, 2008), de Yojiro Takita
20 - Melhor documentário: O Equilibrista (Man on Wire, 2008), de James Marsh e Simon Shinn
21 - Melhor filme de animação: Wall-E (Idem, 2008), de Andrew Stanton
22 - Prêmio humanitário Jean Hersholt: Jerry Lewis.

Framboesa de Ouro para os piores de Hollywood

Na noite de 21 de fevereiro, véspera do Oscar, saiu a lista dos ganhadores do prêmio Golden Raspberry (Framboesa de Ouro), como os piores de Hollywood em 2008.
A seguir, a lista dos desafortunados.
1) Pior filme: O Guru do Amor (The Love Guru, 2008)
2) Pior diretor: Uwe Boll, por Em Nome do Rei (In the Name of the King: A Dungeon Siege Tale, 2007), Postal (2007) e Tunnel Rats (2008)
3) Pior ator: Mike Myers, por O Guru do Amor
4) Pior atriz: Paris Hilton, por A Gostosa e a Gosmenta (The Hottie & the Nottie, 2008)
5) Pior ator coadjuvante: Pierce Brosnan, por Mamma Mia! (Idem, 2008)
6) Pior atriz coadjuvante: Paris Hilton, por Repo! The Genetic Opera (2008)
7) Pior casal: Paris Hilton e Christine Lakin ou Joel David Moore, por A Gostosa e a Gosmenta
8) Pior roteiro: Myke Myers e Graham Gordy, por O Guru do Amor
9) Pior sequência: Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull, 2008)
10) Pior carreira: Uwe Boll.

Independent Spirit 2009: os premiados

A cerimônia de premiação do Independent Spirit aconteceu no último sábado, 21 de fevereiro, em Santa Mônica, Califórnia.
A seguir, a relação dos vencedores.
1) Melhor filme: O Lutador (The Wrestler, 2008)
2) Melhor atriz: Melissa Leo, por Rio Congelado (Frozen River, 2008)
3) Melhor ator: Mickey Rourke, por O Lutador
4) Melhor atriz coadjuvante: Penélope Cruz, por Vicky Cristina Barcelona (Idem, 2008)
5) Melhor ator coadjuvante: James Franco, por Milk - A Voz da Igualdade (Milk, 2008)
6) Melhor diretor: Thomas McCarthy, por O Visitante (The Visitor, 2007)
7) Melhor roteiro: Woody Allen, por Vicky Cristina Barcelona
8) Melhor primeiro roteiro: Dustin Lance Black, por Milk - A Voz da Igualdade
9) Melhor fotografia: Maryse Alberti, por O Lutador
10) Melhor primeiro filme: Charlie Kaufman, Anthony Bregman, Spike Jonze e Sidney Kimmel, por Sinédoque, Nova York (Synecdoche, New York, 2008)
11) Melhor filme estrangeiro: Entre os Muros da Escola (Entre les murs, França, 2008), de Laurent Cantet
12) Melhor documentário: O Equilibrista (Man on Wire, 2008), de James Marsh
13) Prêmio John Cassavetes: Alex Holdridge, Seth Kaplan e Scoot McNairy, por In Search of a Midnight Kiss (2007)
14) Prêmio "mais real que a ficção": The Order of Myths (2008), de Margaret Brown
15) Alguém digno de atenção: Lynn Shelton, por My Effortless Brilliance (2008)
16) Prêmio produtores: Heather Rae, por Ibid (2008) e Rio Congelado.
(Foto: http://www.grupoparisfilmes.com.br/)

14 de fevereiro de 2009

Festival de Berlim: a relação dos premiados

Terminou hoje a 59ª edição do Festival de Cinema de Berlim, cujo júri foi presidido pela atriz inglesa Tilda Swinton.
Veja a lista dos principais vencedores:
1) Urso de Ouro (melhor filme): La teta asustada (Espanha/Peru, 2009), de Claudia Llosa
2) Prêmio Especial do Júri: Gigante (Uruguai/ Argentina/Alemanha/Espanha, 2009), de Adrián Biniez, e Alle Anderen (Alemanha, 2009), de Maren Ade
3) Urso de Prata de melhor diretor: Asghar Farhadi, por Darbareye Elly (Irã, 2009)
4) Urso de Prata de melhor ator: Sotigui Kouyaté, por London River (Reino Unido/França, 2009)
5) Urso de Prata de melhor atriz: Birgit Minichmayr, por Alle Anderen
6) Urso de Prata de melhor roteiro: Oren Moverman e Alessandro Camon, por The Messenger (EUA, 2009)
7) Prêmio Alfred Bauer: Gigante, de Adrián Biniez, e Tatarak (Polônia, 2009), de Andrzej Wajda
8) Prêmio de melhor estreia: Gigante
9) Prêmio Caligari (seção Fórum): Ai no mukidashi (Japão, 2008), de Sono Sion
10) Prêmio do Público (seção Panorama): The Yes Men Fix the World (França/EUA, 2009), de Andy Bichlbaum, Mike Bonanno e Kurt Engfehr
11) Prêmio Teddy ao cinema homossexual: Rabioso sol, rabioso cielo (México, 2008), de Julián Hernández
12) Prêmio CIAC (Confederação Internacional de Cinema de Arte e Ensaio): Ander (Espanha, 2009), de Roberto Castón.

13 de fevereiro de 2009

Era uma vez em 12 de fevereiro de 2009

HUGH LEONARD (82 anos, de causa não divulgada), dramaturgo irlandês em ação na TV britânica como roteirista, com incursões no cinema; escreveu os roteiros de seis filmes, entre os quais Interlúdio (Interlude, 1968), O Mais Atrevido dos Transplantes (Percy, 1971), Exorcizando o Passado (Da, 1988), que lhe rendeu o prêmio de melhor roteiro no Festival de Cinema da Catalunha, e As Viúvas Alegres (Widows' Peak, 1994).


Dados biográficos: John Keyes Byrne (seu nome de berço) nasceu em 9 de novembro de 1926, em Dalkey, Irlanda. Em 1978 ganhou o prêmio Tony, o mais importante do teatro norte-americano, pela peça Da. Tinha uma filha e deixou viúva a mulher do segundo casamento. Faleceu em Dublin.

12 de fevereiro de 2009

Era uma vez em 6 de fevereiro de 2009

SHIRLEY JEAN RICKERT (82 anos, de causa não divulgada), atriz norte-americana que fez sucesso no cinema ainda criança, em uma série de comédias com Mickey Rooney, e quando adulta se tornou dançarina; com 1 ano e meio de idade, ganhou um concurso de bebê mais bonito, o que levou sua família a se mudar para Hollywood; estreou em 1927 e, daí até 1953, atuou em 34 filmes; até 1940 apareceu em mais de 20 filmes, entre os quais Sob o Sol do Arizona ('Neath the Arizona Skies, 1934), faroeste com John Wayne, e Só Assim Quero Viver (I Live My Life, 1935); a partir de 1943, como dançarina, apareceu em seis musicais de peso, entre os quais A Rainha dos Corações (Best Foot Forward, 1943), Se Eu Fosse Feliz (If I'm Lucky, 1946), Tudo Azul (Good News, 1947), Núpcias Reais (Royal Wedding, 1951) e Cantando na Chuva (Singin' in the Rain, 1952). Nasceu em 25 de março de 1926, em Seattle, estado de Washington.


11 de fevereiro de 2009

Era uma vez em 22 de janeiro de 2009

DARRELL SANDEEN (78 anos, de hemorragia cerebral em consequência de queda), ator norte-americano que estreou no cinema numa ponta, sem receber crédito, de Banzé no Oeste (Blazing Saddles, 1974); atuou em mais oito filmes, entre os quais Los Angeles, Cidade Proibida (L. A. Confidential, 1997) e Satin (2009). Nasceu em 13 de julho de 1930, em Chicago.

10 de fevereiro de 2009

Era uma vez em 9 de fevereiro de 2009

ROBERT ANDERSON (91 anos, de pneumonia), dramaturgo e roteirista norte-americano que, adaptando peças de sua autoria, escreveu os roteiros dos filmes Chá e Simpatia (Tea and Sympathy, 1956) e Meu Pai, um Estranho (I Never Sang for My Father, 1970); com base em obras alheias, escreveu os roteiros de Famintas de Amor (Until They Sail, 1957), Uma Cruz à Beira do Abismo (The Nun's Story, 1959) e O Canhoneiro do Yang-Tsé (The Sand Pebbles, 1966).

Dados biográficos: Robert Woodruff Anderson nasceu em 28 de abril de 1917, em Nova York. Tendo ficado viúvo em 1956, casou-se, em 1959, com a atriz Teresa Wright (1918-2005), de quem se divorciou em 1978.

9 de fevereiro de 2009

Os dez favoritos do público norte-americano

A Enquete Harris elegeu, como ocorre anualmente, as dez estrelas favoritas do público norte-americano em 2008. O resultado da pesquisa trouxe Denzel Washington em 1º lugar, pelo terceiro ano consecutivo. John Wayne, que faleceu em 1979, continua na lista, dividindo o 3º lugar com Will Smith. E, em 9º lugar, Angelina Jolie empatou com Morgan Freeman.
Veja a lista completa:
1º) Denzel Washington
2º) Clint Eastwood
3º) John Wayne
3º) Will Smith
5º) Harrison Ford
6º) Julia Roberts
7º) Tom Hanks
8º) Johnny Depp
9º) Angelina Jolie
9º) Morgan Freeman.

8 de fevereiro de 2009

BAFTA 2009: os eleitos pela mais importante premiação do cinema britânico

Ocorreu neste domingo, 8 de fevereiro, a cerimônia de entrega dos prêmios BAFTA (British Academy of Film and Television Arts), o mais importante do cinema britânico. O filme Quem Quer Ser um Milionário? conquistou sete prêmios.
A seguir, a relação dos ganhadores do cinema.
1) Melhor filme: Quem Quer Ser um Milionário? (Slumdog Millionaire, 2008), de Danny Boyle
2) Prêmio Alexander Korda de melhor filme inglês: O Equilibrista (Man on Wire, 2008), de James Marsh
2) Prêmio David Lean de melhor direção: Danny Boyle, por Quem Quer Ser um Millionaire?
3) Melhor atriz: Kate Winslet, por O Leitor (The Reader, 2008)
4) Melhor ator: Mickey Rourke, por O Lutador (The Wrestler, 2008)
5) Melhor atrz coadjuvante: Penélope Cruz, por Vicky Cristina Barcelona (Idem, 2008)
6) Melhor ator coadjuvante: Heath Ledger, por Batman - O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight, 2008)
8) Melhor roteiro original: Martin McDonagh, por Na Mira do Chefe (In Bruges, 2008)
9) Melhor roteiro adaptado: Simon Beaufoy, por Quem Quer Ser Milionário?
10) Melhor fotografia: Anthony Dod Mantle, por Quem Quer um Milionário?
11) Melhor montagem: Chris Dickens, por Quem Quer Ser um Milionário?
12) Melhor desenho de produção: Donald Graham Burt e Victor J. Zolfo, por O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button, 2008)
13) Melhor figurino: Michael O'Connor, por A Duquesa (The Duchess, 2008)
14) Prêmio Anthony Asquith de melhor música: A. R. Rahman, por Quem Quer Ser um Milionário?
15 Melhor maquiagem e penteados: O Curioso Caso de Benjamin Button
16) Melhor som: Quem Quer Ser um Milionário?
17) Melhores efeitos especiais visuais: O Curioso Caso de Benjamin Button
18) Melhor filme em língua não-inglesa: Há Muito Tempo Que Te Amo (Il y a longtemps que je t'aime, 2008)
19) Melhor filme de animação: Wall-E (Idem, 2008)
20) Prêmio Carl Foreman (revelação): diretor e roteirista Steve McQueen, por Fome (Hunger, 2008).

Os melhores roteiros, segundo o sindicato de roteiristas de Hollywood

Aconteceu no último sábado, 7 de fevereiro, a premiação da Writers Guild of America, o sindicato dos roteiristas de Hollywood. E os premiados do cinema são:

1 - Melhor roteiro original: Dustin Lance Black, por Milk - A Voz da Igualdade (Milk, 2008)
2 - Melhor roteiro adaptado: Simon Beaufoy, por Quem Quer Ser um Milionário? (Slumdog Millionaire, 2008)
3 - Melhor roteiro de documentário: Ari Folman, por Valsa com Bashir (Vals Im Bashir, 2008).

7 de fevereiro de 2009

Era uma vez em 6 de fevereiro de 2009

JAMES WHITMORE (87 anos, de câncer de pulmão), ator norte-americano, premiado no teatro e na TV, que estreou no cinema em O Czar Negro (The Undercover Man, 1949); atuou em mais de 50 filmes, dentre os quais se destacam O Segredo das Jóias (The Asphalt Jungle, 1950), Dá-me um Beijo (Kiss Me Kate, 1953), O Planeta dos Macacos (Planet of the Apes, 1968), Tora! Tora! Tora! (Idem 1970), O Ovo da Serpente (The Serpent's Egg, 1977) e Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption, 1994).


Dados biográficos: James Whitmore nasceu em 1º de outubro de 1921, em White Plains, estado de Nova York. Na década de 1970, a exemplo de outros atores de Hollywood, buscou abrigo no cinema italiano. Casou-se quatro vezes, das quais duas (a primeira e a terceira) com a mesma mulher, com quem teve três filhos. Seu segundo casamento foi com a atriz Audra Lindley (1918-1997). Era pai do ator e diretor James Whitmore Jr. e avô do ator James Whitmore III. Deixou viúva a atriz Noreen Nash.

5 de fevereiro de 2009

Era uma vez em 31 de janeiro de 2009

CLINT RITCHIE (70 anos, de trombose), ator norte-americano mais afeito à TV, que atuou em uma dúzia de filmes, entre os quais Alvarez Kelly (Idem, 1966), O Massacre de Chicago (The St. Valentine's Day Massacre, 1967), O Preço de um Covarde (Bandolero!, 1968), Patton - Rebelde ou Herói? (Patton, 1970) e Joe Kidd (Idem, 1972). Naceu em 9 de agosto de 1938, em Grafton, Dakota do Norte.

4 de fevereiro de 2009

Era uma vez em 7 de janeiro de 2009

RAY DENNIS STECKLER (70 anos, de ataque cardíaco), diretor, produtor, roteirista, fotógrafo e ator norte-americano, cujos filmes permanecem desconhecidos no Brasil; de início, realizador de filmes de terror e de crime de baixíssimo orçamento, que se tornaram "cult" nos Estados Unidos, inspirando o trabalho de diretores como David Lynch, John Waters e Quentin Tarantino; no final da carreira, passou ao pornô "soft-core"; co-dirigiu, sem receber crédito, Uma Vingança Fatal (War Cat, 1987), de Ted V. Mikels. Nasceu em 25 de janeiro de 1938, em Reading, Pensilvânia. Era divorciado da atriz Carolyn Brandt. Faleceu em Las Vegas, onde dava aulas sobre cinema na Universidade de Nevada e possuía lojas de vídeo. Sua filha Linda Arnold tem uma sólida carreira no cinema como estilista de cabelos.

Era uma vez em 19 de janeiro de 2009

JACQUES BAR (87 anos, de causa não divulgada), produtor francês que participou de mais de 80 produções europeias, como O. K. Nero (O.K. Nerone, 1951), de Mario Soldati, Tufão sobre Nagasaki (Typhon sur Nagasaki, 1957), de Yves Ciampi, A Lei dos Crápulas (La legge, 1959), de Jules Dassin, Os Ambiciosos (La fièvre monte à El Pao, 1959), de Luis Buñuel, Os Bandeirantes (Idem, 1960), de Marcel Camus, Vida Privada (Vie privée, 1962), de Louis Malle, e O Dia e a Hora (Le jour et l'heure, 1963), de René Clément. Nasceu em 12 de setembro de 1921, em Châteauroux, França.

3 de fevereiro de 2009

Era uma vez em 31 de janeiro de 2009

ANTONIO MONIZ VIANNA (84 anos, de causa não divulgada), crítico de cinema brasilero, nascido na Bahia, que por 27 anos resenhou cerca de 4 mil filmes para o jornal carioca Correio da Manhã, então o mais influente do país.

Quando começou a escrever críticas, em 1946, tinha apenas 21 anos, parte deles passada dentro de salas de cinema. Suas críticas, sempre instigantes e fundamentadas, contribuíram para formar gerações de cinéfilos.

Muito antes de os críticos franceses (revista Cahiers du Cinéma) "descobrirem" que havia verdadeiros "autores" em Hollywood, como John Ford, Howard Hawks e Alfred Hitchcock, Moniz Vianna já exaltava as "obras" deles em sua coluna diária. Isto prova que, no universo do cinema, a realidade e a lenda sempre estiveram entrelaçadas, como muito bem observou John Ford.

Uma seleção de seus textos, oxalá a melhor parte, compõe o livro Um Filme por Dia, organizado por Ruy Castro, um de seus mais talentosos discípulos.
(Foto: http://www.refletoresdafama.com.br/)

2 de fevereiro de 2009

Hollywood fatura alto com a crise econônima

Apesar da crise econômica, ou melhor, graças a ela, o cinema dos Estados Unidos bateu recorde de arrecadação em janeiro: um bilhão de dólares, segundo dados do Media by Numbers. É a maior da história.
Foram vendidas nada menos que 141 milhões de ingressos, 16% a mais que em janeiro de 2008.
Como se imaginava, pelo que se viu nos anos 1930, o cinema serve de refúgio para quem quer esquecer da crise econômica.
Os cinco filmes que lideraram a bilheteria, no mês que passou, foram as comédias Segurança de Shopping (Paul Blart: Mall Cop, 2009), com US$ 83 milhões, Noivas em Guerra (Bride Wars, 2009), com US$ 53 milhões, e Um Hotel Bom pra Cachorro (Hotel for Dogs, 2009), com US$ 48 milhões. Seguem-se Dia dos Namorados Macabro (My Bloody Valentine, 2009), terror em 3D, com US$ 44 milhões, e Alma Perdida (The Unborn, 2009), terror psicológico, com US$ 41 milhões.
Outro dado que explica esse incremento na arrecadação foi a elevação do preço das entradas em 11 centavos de dólar.

Danny Boyle é o melhor diretor, segundo o sindicato dos diretores de Hollywood

Na noite do último sábado, 31 de janeiro, em Los Angeles, foi divulgada a premiação da Directors Guild of America, o sindicato dos diretores de Hollywood . Danny Boyle foi eleito o melhor diretor de filmes, por Quem Quer Ser um Milionário? (Slumdog Millionaire, 2008). Com isso, tornou-se franco favorito na disputa pelo Oscar. O israelense Ari Folman, por Valsa com Bashir (Vals Im Bashir, 2008), foi considerado o melhor diretor de documentários.

1 de fevereiro de 2009

Goya: os melhores do cinema espanhol em 2008

Transcorreu neste domingo, 1º de fevereiro, em Madri, a cerimônia de entrega dos prêmios Goya, concedidos pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha.
A seguir, os vencedores:
1 - Melhor filme: Camino (Camino, 2008), de Javier Fesser

2 - Melhor diretor: Javier Fesser, por Camino
3 - Melhor ator: Benicio del Toro, por Che (Che: Part One, 2008), de Steven Soderbergh
4 - Melhor atriz: Carme Elias, por Camino
5 - Melhor ator coadjuvante: Jordi Dauder, por Camino
6 - Melhor atriz coadjuvante: Penélope Cruz, por Vicky Cristina Barcelona (Idem, 2008)

7 - Melhor atriz revelação: Nerea Camacho, por Camino
8 - Melhor roteiro original: Javier Fesser, por Camino

9 - Melhor filme europeu: 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (4 luni, 3 saptamâni si 2 zile, Romênia, 2007), de Cristian Mungiu
10 - Melhor filme hispano-americano: La buena vida (La buena vida, Chile, 2008), de Andrés Wood
11 - Prêmio especial pelo conjunto da obra: diretor Jesus Franco.

29 de janeiro de 2009

Era uma vez em 27 de janeiro de 2009

RUDÁ DE ANDRADE (78 anos, de problemas do coração), escritor, pesquisador de cinema e cineasta brasileiro, filho do escritor Oswald de Andrade (1890-1954) e de Patrícia Galvão, a Pagu (1910-1962). Estudou cinema em Roma, trabalhando com diretores como Vittorio De Sica (1902-1974) e Luigi Comencini (1916-2007).
Em 1962, fundou a Sociedade Amigos da Cinemateca e, desde então, era conselheiro da Cinemateca Brasileira. Teve papel importante na criação, em 1966, do curso de cinema da ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo), no qual deu aulas. Foi diretor do MIS (Museu da Imagem e do Som) de São Paulo, de 1970, ano de sua fundação, até 1981. Em 1983, ganhou o Prêmio Jabuti pelo livro de memórias Cela 3 - A Grade Agride. Dirigiu os documentários Pagu (2001), em conjunto com Marcelo Tassara, e Renata (2002).
As informações são do saite Folha Online.

27 de janeiro de 2009

Era uma vez em 21 de janeiro de 2009

CHARLES SCHNEER (88 anos, de causa não divulgada), produtor norte-americano que se notabilizou pela parceria com Ray Harryhausen, especialista em efeitos especiais, em filmes como A 20 Milhões de Milhas da Terra (20 Million Miles to Earth, 1957), Simbad e a Princesa (The 7th Voyage of Sinbad, 1958), Jasão e o Velo de Ouro (Jason and the Argonauts, 1963), Os Primeiros Homens na Lua (First Men in the Moon, 1964), Fúria de Titãs (Clash of the Titans, 1981).

Nasceu em 1920, em Norfolk, Virgínia.

Era uma vez em 26 de janeiro de 2009

RENATO CONSORTE (84 anos, de câncer de próstata), ator brasileiro que começou a carreira na lendária produtora Vera Cruz paulista, e já na sua primeira produção, Caiçara (1950); entre os seus mais de 40 filmes citam-se Sai da Frente (1952), Sinhá Moça (1953), Floradas na Serra (1954), Rio 40 Graus (1955), O Bandido da Luz Vermelha (1968), Ato de Violência (1980), que lhe deu o prêmio de melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília, Eles Não Usam Blak-Tie (1981) e Sábado (1995). Nasceu em 27 de outubro de 1924, em São Paulo (SP).

26 de janeiro de 2009

Hollywood: os eleitos do sindicato dos atores

A cerimônia de entrega dos Screen Actors Guild Awards, prêmios do sindicato dos atores de Hollywood, aconteceu no último domingo, 25 de janeiro, e os vencedores foram:
1 - Melhor atriz: Meryl Streep, por Dúvida (Doubt, 2008)
2 - Melhor ator: Sean Penn, por Milk - A Voz da Igualdade (Milk, 2008)
3 - Melhor atriz coadjuvante: Kate Winslet, por O Leitor (The Reader, 2008)
4 - Melhor ator coadjuvante: Heath Ledger, por Batman - O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight, 2008)
5 - Melhor elenco: Quem Quer Ser um Milionário? (Slumdog Millionaire, 2008)

6 - Melhor desempenho do conjunto de dublês: Batman - O Cavaleiro das Trevas
7 - Prêmio honorário (life achievement): James Earl Jones.