4 de outubro de 2014

HUGO CARVANA (1937-2014), ator e diretor



O ator e cineasta Hugo Carvana morreu neste sábado, aos 77 anos. A causa da morte não foi divulgada, embora se saiba que ele estava internado por causa de complicações de um câncer.
Carvana atuou em cerca de 70 filmes, dentre os quais "Os Fuzis" (1964), "Terra em Transe" (1967), "Macunaíma" (1969), "Quando o Carnaval Chegar" (1972), "A Queda" (1978) e "Boca de Ouro" (1990).
Entre os filmes que dirigiu estão "Vai Trabalhar, Vagabundo" (1973), "Se Segura, Malandro" (1978), "Bar Esperança" (1983) e "Não Se Preocupe, Nada Vai Dar Certo" (2011).
Hugo Carvana de Hollanda nasceu em 4 de junho de 1937, no Rio de Janeiro. Deixou viúva a produtora Martha Alencar, com quem tinha quatro filhos.

 

24 de setembro de 2014

'Branco Sai. Preto Fica' ganha Festival de Brasília

A 47ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, encerrada ontem, deu o Troféu Candango de melhor filme a "Branco Sai. Preto Fica", uma produção brasiliense. Mas o filme que abocanhou mais troféus foi "Brasil S/A", num total de cinco.
A seguir, a relação completa dos longas-metragens premiados:
1 - Melhor filme: "Branco Sai. Preto Fica", de Adirley Queirós
2 - Melhor filme (júri popular): "Sem Pena", de Eugenio Puppo
3 - Melhor direção: Marcelo Pedroso, por "Brasil S/A"
4 - Melhor ator: Marquim do Tropa, por "Branco Sai. Preto Fica"
5 - Melhor atriz: Dandara de Morais, por "Ventos de Agosto"
6 - Melhor ator coadjuvante: Renato Novais de Oliveira, por "Ela Volta na Quinta"
7 - Melhor atriz coadjuvante: Élida Silpe, por "Ela Volta na Quinta"
8 - Melhor roteiro: Marcelo Pedroso, por "Brasil S/A"
9 - Melhor fotografia: Gabriel Mascaro, por "Ventos de Agosto"
10 - Melhor direção de arte: Denise Vieira, por "Branco Sai. Preto Fica"
11 - Melhor trilha sonora: Mateus Alves, por "Brasil S/A"
12 - Melhor som: Pablo Lamar, por "Brasil S/A"
13 - Melhor montagem: Daniel Bandeira, por "Brasil S/A".

12 de setembro de 2014

RICHARD KIEL (1939-2014), ator

O ator americano Richard Kiel morreu no dia 10 de setembro, em Fresno, Califórnia, aos 74 anos. A causa da morte não foi divulgada.
Kiel atuou em mais de 30 filmes, entre os quais "007 - O Espião Que Me Amava" (The Spy Who Loved Me, 1977), "Comando 10 de Navarone" (Force 10 from Navarone, 1978), "007 Contra o Foguete da Morte" (Moonraker, 1979) e "O Cavaleiro Solitário" (Pale Rider, 1985).
Richard Dawson Kiel nasceu em 13 de setembro de 1939, em Detroit, Michigan. Media 2,17 m de altura. Deixou viúva e quatro filhos do seu segundo casamento.

7 de setembro de 2014

Festival de Veneza premia filme sueco

O Festival de Cinema de Veneza, encerrado no dia 6 de setembro, deu o Leão de Ouro de melhor filme a "A Pigeon Sat on a Branch Reflecting on Existence", do sueco Roy Andersson.
A seguior, a relação dos principais premiados:
1 - Melhor filme: "A Pigeon Sat on a Branch Reflecting on Existence" (Suécia), de Roy Andersson
2 - Melhor direção: Andrei Konchalovski, por "The Postman’s White Nights" (Rússia)
3 - Grande Prêmio do Júri: "The Look of Silence" (Indonésia/ Dinamarca/Grã-Bretanha), de Joshua Oppenheimer
4 - Prêmio Fipresci: "The Look of Silence"
5 - Melhor ator: Adam Driver, por "Hungry Hearts" (Itália), de Saverio Costanzo
6 - Melhor atriz: Alba Rohrwacher, por "Hungry Hearts"
7 - Prêmio Marcelo Mastroianni para jovem ator ou atriz emergente: Romain Paul, por "Le Dernier Coup du Marteau"
8 - Melhor roteiro: Tales, por "Ghesse-ha" (Irã), de Rakhshan Bani Etemad
9 - Prêmio Especial do Júri: "Sivas" (Turquia), de de Kaan Müjdeci.

8 de abril de 2014

MARY ANDERSON (1918-2014), atriz



A atriz americana Mary Anderson morreu no dia 6 de abril, em Burbank, Califórnia, aos 96 anos.
Ela atuou em 30 filmes, entre os quais "...E o Vento Levou" (Gone with the Wind, 1939), "A Canção de Bernadette" (The Song of Bernadette, 1943), "Um Barco e Nove Destinos" (Lifeboat, 1944) e "Só Resta Uma Lágrima" (To Each His Own, 1946). Estava aposentada desde 1980.
Ganhou uma estrela na Calçada da Fama em 1960.
Nasceu Bebe Anderson em 3 de abril de 1918, em Birmingham, Alabama. Era viúva do cinegrafista Leon Shamroy (1901-1974), o marido do seu segundo casamento.

7 de abril de 2014

MICKEY ROONEY (1920-2014), ator



O ator, cantor e dançarino americano Mickey Rooney morreu no dia 6 de abril, aos 93 anos.
Rooney foi um dos campeões de bilheteria de Hollywood no final dos anos 1930 e início dos anos 40, quando estrelou uma série de filmes no papel de Andy Hardy.
Ele atuou em mais de 150 filmes, do início dos anos 1930 até recentemente, entre os quais "Vencido pela Lei" (Manhattan Melodrama, 1934), "Sonho de uma Noite de Verão" (A Midsummer Night's Dream, 1935), "Marujo Intrépido" (Capitains Courageous, 1937), "Bonequinha de Luxo" (Breakfast at Tiffany's, 1961), "Deu a Louca no Mundo" (It's a Mad, Mad, Mad, Mad World, 1963) e "O Corcel Negro" (The Black Stallion, 1979).
Nasceu Ninian Joseph Yule Jr. em 23 de setembro de 1920, no Brooklyn, Nova York. Deixou viúva a atriz Jan Rooney, a mulher do seu oitavo casamento. Seu primeiro casamento foi com a atriz Ava Gardner (1922-1990). Teve nove filhos de quatro casamentos. Era pai dos atores Tim Rooney (1947-2006) e Mickey Rooney Jr.

5 de abril de 2014

JOSÉ WILKER (1944-2014), ator



O ator brasileiro José Wilker morreu hoje de infarto fulminante, enquanto dormia. Tinha 69 anos.
Um dos mais importantes atores brasileiros, Wilker atuou em mais de 50 filmes, entre os quais "Xica da Silva" (1976), "Dona Flor e Seus Dois Maridos" (1976), Bye Bye Brasil" (1980), "O Homem da Capa Preta"  (1986), que lhe deu o prêmio de melhor ator no Festival de Gramado, e "Os Inconfidentes" (1987).
Ele também dirigiu o filme "Giovanni Improtta" (2013).
José Wilker de Almeida nasceu em 20 de agosto de 1944, em Juazeiro do Norte, Ceará. Foi casado quatro vezes e tinha duas filhas de casamentos diferentes. Era pai da atriz Isabel Wilker.

'Miscelânea Literária', livro de Valdir Brasil

Acabo de ler, com grande satisfação, o livro "Miscelânea Literária", de autoria do meu amigo e confrade da Academia Piracanjubense de Letras e Artes, Valdir Brasil. Valdir é dramaturgo, prosador e poeta de talento. E todas essas suas habilidades estão contidas no livro, que traz duas peças de teatro hilárias, um conto e vários textos jornalísticos, além de alguns poemas que encerram a miscelânea. O livro contém o aval de dois acadêmicos da Academia Goiana de Letras: o prefácio de Ubirajara Galli e as orelhas de Luiz de Aquino Alves Neto. E o livro merece, pois é daquelas obras cuja leitura agradável nos prende e encanta. Pode-se dizer, sem exagero, que é um livro delicioso de se ler.

1 de abril de 2014

MARC PLATT (1913-2014), ator



O ator e dançarino americano Marc Platt morreu no dia 29 de março, em Marin, Califórnia, aos 100 anos.
Platt atuou em uma dezena de filmes, sendo mais conhecido como o quarto irmão do filme "Sete Noivas para Sete Irmãos" (Seven Brides for Seven Brothers, 1954). Entre os outros filmes em que atuou estão os musicais "O Coração de uma Cidade" (Tonight and Every Night, 1945), "Quando os Deuses Amam" (Down to Earth, 1947) e "Oklahoma!"  (Idem, 1955).
Nasceu Marcel Emile Gaston LePlat em 2 de dezembro de 1913, em Pasadena, Califórnia. Era viúvo da mulher do seu segundo casamento e tinha quatro filhos. Era pai do ator Ted Le Plat.

29 de março de 2014

LORENZO SEMPLE JR. (1923-2014), roteirista


O escritor e roteirista americano Lorenzo Semple Jr. morreu no dia 28 de março, em Los Angeles, de causas naturais. Tinha 91 anos.
Semple Jr. trabalhou mais na TV, mas participou do roteiro de 16 filmes, entre os quais "Papillon" (Idem, 1973), "A Trama" (The Parallax View, 1974), "Três Dias do Condor" (Three Days of the Condor, 1975) e "007 - Nunca Mais Outra Vez" (Never Say Never Again, 1983).
Lorenzo Elliott Semple III nasceu em 27 de março de 1923, em New Rochelle, Nova York.

24 de março de 2014

PATRICE WYMORE (1926-2014), atriz


A atriz americana Patrice Wymore morreu no dia 22 de março, em Portland, Jamaica, aos 87 anos. A causa da morte não foi divulgada, mas se informou que foi depois de uma longa doença.
Wymore atuou em 12 filmes, entre os quais "Olhando a Morte de Frente" (Rocky Mountain, 1950), "Sonharei com Você" (I'll See You in My Dreams, 1951), "Vivendo sem Amor" (She's Back on Broadway, 1953) e "Onze Homens e Um Segredo" (Ocean's Eleven, 1960).
Patrice Wymore nasceu em 17 de dezembro de 1926, em Miltonvale, Kansas. Era viúva do ator Errol Flynn (1909-1959), com quem teve uma filha. Era avó do ator Luke Flynn.

JAMES REBHORN (1948-2014), ator



O ator americano James Rebhorn morreu no dia 21 de março, de melanoma, em South Orange, Nova Jersey. Tinha 65 anos.
Talentoso ator característico, Rebhorn atuou em mais de 50 filmes, entre os quais "Perfume de Mulher" (Scent of a Woman, 1992), "Independence Day" (Idem, 1996), "O Talentoso Ripley" (The Talented Mr. Ripley, 1999), "Longe do Paraíso" (Far from Heaven, 2002) e "Cold Mountain" (Idem, 2003).
James Robert Rebhorn nasceu em 1º de setembro de 1948, em Filadélfia, Pensilvânia. Deixou viúva e dois filhos.

19 de março de 2014

OSWALD MORRIS (1915-2014), cinegrafista

O cinegrafista britânico Oswald Morris morreu no dia 17 de março, em Dorset, Inglaterra. Tinha 98 anos.
Morris, que ganhou vários prêmios, inclusive um Oscar pela fotografia de "Um Violinista no Telhado" (Fiddler on the Roof, 1971), trabalhou em diversos filmes de John Huston, entre 1952, "Moulin Rouge", e 1975, "O Homem que Queria Ser Rei" (The Who Would Be King).
Entre seus trabalhos estão também os filmes "Os Canhões de Navarone" (The Guns of Navarone, 1961), "Lolita" (Idem, 1962), "A Megera Domada" (The Taming of the Shrew, 1967) e "Oliver!" (Idem, 1968).
Ele estava aposentado desde 1982.
Oswald N. Morris nasceu em 22 de novembro de 1915, em Hillingdon, Inglaterra.

16 de março de 2014

Glenn McDuffie é o homem da famosa foto do marinheiro beijando uma enfermeira em Times Square em 1945

Glenn McDuffie - o homem que ficou conhecido por dizer que era ele o marinheiro beijando uma enfermeira em Times Square, Nova York, na famosa foto feita por um fotógrafo da revista Time após o fim da Segunda Guerra mundial - morreu no dia 9 de março em Dallas, Texas. Ele tinha 86 anos.
A notícia foi veiculada pelo saite da revista People.



13 de março de 2014

PAULO GOULART (1933-2014), ator



 

O ator brasileiro Paulo Goulart morreu hoje, de câncer, aos 81 anos.
Goulart atuou mais na TV, mas apareceu em 19 filmes, entre eles "Rio Zona Norte" (1957), "O Grande Momento" (1958), "Gabriela, Cravo e Canela" (1983) e "Faca de Dois Gumes" (1989).
Nasceu Paulo Afonso Miessa em 9 de janeiro de 1933, em Ribeirão Preto (SP). Deixou viúva a atriz Nicette Bruno. Era pai dos atores Paulo Goulart Filho, Bárbara Bruno e Beth Goulart, e avô da atriz Vanessa Goulart.

8 de março de 2014

SHEILA MacRAE (1924-2014), atriz



A atriz britânica Sheila MacRae morreu no dia 6 de março, em Englewood, Nova Jersey, Estados Unidos. Tinha 89 anos.
Sheila migrou com a família para os Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial e começou sua carreira no cinema em 1950. Entre os oito filmes em que atuou estão "À Margem da Vida" (Caged, 1950), "A Praia dos Biquínis" (Bikini Beach, 1964) e "Como Rechear um Biquíni" (How to Stuff a Wild Bikini, 1965).
Sheila Margaret Stephens nasceu em 24 de setembro de 1924, em Londres. Seus dois casamentos terminaram em divórcio. Teve quatro filhos com o ator Gordon MacRae (1921-1986), o marido do seu primeiro casamento. Era mãe das atrizes Meredith MacRae e Heather MacRae.

6 de março de 2014

STANLEY RUBIN (1917-2014), produtor


O produtor e roteirista americano Stanley Rubin morreu no dia 2 de março, aos 96 anos.
Rubin teve uma longa carreira como produtor. Entre os filmes que produziu estão "O Rio das Almas Perdidas" (River of No Return, 1954), "O Vício Singra o Mississippi" (The Rawhide Years, 1955) e "A Deliciosa Viuvinha" (Promise Her Anything, 1965). Ele também coproduziu o filme "Coração de Caçador" (White Hunter Black Heart, 1990), dirigido e estrelado por Clint Eastwood.
Stanley Creamer Rubin nasceu em 8 de outubro de 1917, em Hollywood. Deixou viúva a atriz Kathleen Hughes, com quem teve quatro filhos.

3 de março de 2014

'Depois da Terra' e 'Movie 43' se destacam no Framboesa de Ouro

No último sábado, 1º de fevereiro, o filme de ficção científica de alto orçamento, mas que fracassou na bilheteria, "Depois da Terra", e a comédia "Movie 43" lideraram os prêmios Framboesa de Ouro, na cerimônia que elegeu os piores filmes e atuações de Hollywood de 2013.
"Depois da Terra", estrelado por Will Smith e seu filho adolescente Jaden, recebeu três das estatuetas pintadas com spray dourado: Jaden Smith para pior ator, Will Smith para pior ator coadjuvante e pior combinação na tela para os dois.
O filme de 130 milhões de dólares, coescrito por Will Smith e dirigido por M. Night Shyamalan, foi um grande fracasso para a Columbia Pictures, no ano passado, arrecadando apenas 60 milhões de dólares no seu lançamento, nos EUA e Canadá.
"Movie 43", que possui 16 esquetes cômicos com estrelas como Halle Berry, Kate Winslet e Hugh Jackman, ganhou como pior filme, pior roteiro, para seus 19 roteiristas, e pior diretor, para um grupo de 13 cineastas.
O antiprêmio Framboesa de Ouro foi criado em 1980, como um contraponto à temporada de premiações de Hollywood, e esta foi a sua 34ªdição. A cerimônia acontece sempre na noite anterior à cerimônia do Oscar, a maior homenagem que a indústria americana de cinema se presta.

Oscar 2014: a relação dos premiados

A 86ª edição dos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, acontecida ontem à noite, deu o Oscar de melhor filme a "12 Anos de Escravidão", mas o grande vencedor foi "Gravidade", que arrebatou sete estatuetas das dez a que estava indicado.
A seguir, a lista dos premiados na categoria longa-metragem:
1 - Melhor filme: "12 Anos de Escravidão"
2 - Melhor ator: Matthew McConaughey, por "Clube de Compras Dallas"
3 - Melhor atriz: Cate Blanchett, por "Blue Jasmine"
4 - Melhor ator coadjuvante: Jared Leto, por "Clube de Compras Dallas"
5 - Melhor atriz coadjuvante: Lupita Nyong'o, por "12 Anos de Escravidão"
6 - Melhor diretor: Alfonso Cuaron, por "Gravidade"
7 - Melhor roteiro original: "Ela"
8 - Melhor roteiro adaptado: "12 Anos de Escravidão"
9 - Melhor filme de animação: "Frozen - Uma Aventura Congelante"
10 - Melhor filme em língua não inglesa: "A Grande Beleza" (Itália)
11 - Melhor canção original: "Let it Go", de "Frozen - Uma Aventura Congelante"
12 - Melhor documentário: "A Um Passo do Estrelato"
13 - Melhor figurino: "O Grande Gatsby"
14 - Melhor fotografia: "Gravidade"
15 - Melhor montagem: "Gravidade"
16 - Melhor maquiagem: "Clube de Compras Dallas"
17 - Melhor trilha musical: "Gravidade"
18 - Melhor direção de arte: "O Grande Gatsby"
19 - Melhor edição de som: "Gravidade"
20 - Melhor mixagem de som: "Gravidade"
21 - Melhores efeitos visuais: "Gravidade".

2 de março de 2014

'12 Anos de Escravidão' fatura o Independent Spirit

A cerimônia de entrega dos prêmios Independent Spirit aconteceu no último sábado, 1º de fevereiro, e o grande vencedor foi o filme "12 Anos de Escravidão", que ganhou cinco troféus, inclusive os de melhor filme e melhor diretor.
A seguir, a lista dos principais premiados:
1 - Melhor filme: "12 Anos de Escravidão"
2 - Melhor diretor: Steve McQueen, por "12 Anos de Escravidão"
3 - Melhor primeiro filme: "Fruitvale Station: A Última Parada"
4 - Melhor atriz: Cate Blanchett, por "Blue Jasmine"
5 - Melhor ator: Matthew McConaughey, por "Clube de Compras Dallas"
6 - Melhor atriz coadjuvante: Lupita Nyong'o, por "12 Anos de Escravidão"
7 - Melhor ator coadjuvante: Jared Leto, por "Clube de Compras Dallas"
8 - Melhor roteiro: John Ridley, por "12 Anos de Escravidão"
9 - Melhor primeiro roteiro: Bob Nelson, por "Nebraska"
10 - Melhor fotografia: Sean Bobbitt, por "12 Anos de Escravidão"
11 - Melhor filme internacional: "Azul É a Cor Mais Quente", de Abdellatif Kechiche
12 - Melhor documentário: "A Um Passo do Estrelato".

ALAIN RESNAIS (1922-2014), diretor


O cineasta francês Alain Resnais morreu no dia 1º de março, em Paris, aos 91 anos. A causa da morte não foi divulgada.
Um dos diretores mais importantes da "nouvelle vague", movimento que revolucionou o cinema francês no final dos anos 1950 e nos anos 1960, Resnais dirigiu filmes capitais como "Hiroshima, Meu Amor" (Hiroshima, mon amour, 1959) e "O Ano Passado em Marienbad" (L'année dernière à Marienbad, 1961). De sua filmografia, destacam-se também "A Guerra Acabou" (La guerre est finie, 1966), "Providence" (Idem, 1977) e "Medos Privados em Lugares Públicos" (Coeurs, 2006).
Ele ganhou diversos prêmios do cinema francês e do europeu.
Alain Pierre Marie Jean Georges Resnais nasceu em 3 de junho de 1922, em Vannes, França. Deixou viúva a atriz Sabine Azéma.

24 de fevereiro de 2014

HAROLD RAMIS (1944-2014), ator, roteirista e diretor



O ator, roteirista e diretor americano Harold Ramis morreu hoje, em Chicago, de problemas relacionados a vasculite, doença que ele sofria há quatro anos. Tinha 69 anos.
Ramis atuou em 18 filmes, em muitos dos quais participou do roteiro, como "Recrutas da Pesada" (Stripes, 1981) e "Os Caça-Fantasmas"  (Ghost Busters, 1984). Ele também dirigiu mais de dez filmes, e em muitos deles participou do roteiro, como "Clube dos Pilantras"  (Caddyshack, 1980), "Feitiço do Tempo" (Groundhog Day, 1993) e "Máfia no Divã" (Analyze This, 1999).
Harold Allen Ramis nasceu em 21 de novembro de 1944, em Chicago. Deixou viúva a atriz Erica Mann, a mulher do seu segundo casamento. Tinha três filhos, sendo um do primeiro casamento.

23 de fevereiro de 2014

ARDUÍNO COLASSANTI (1936-2014), ator



O ator brasileiro Arduíno Colassanti morreu no dia 22 de fevereiro, de parada cardíaca, após contrair infecção hospitalar, em Niterói.
Colassanti estreou no cinema no filme "Garota de Ipanema" (1967), de Leon Hirszman. De seus mais de 30 filmes, seis foram dirigidos por Nelson Pereira dos Santos, entre os quais "El Justicero" (1967), "Fome de Amor" (1968), "Azyllo Muito Louco" (1970), "Como Era Gostoso o Meu Francês" (1971) e "Memórias do Cárcere" (1984).
Arduíno Colassanti nasceu em 1936, em Livorno, Itália, e migrou com a família para o Brasil quando tinha 11 anos. Era filho do ator Manfredo Colassanti (1902-1983).

17 de fevereiro de 2014

BAFTA premia '12 Anos de Escravidão' melhor filme

A 67ª edição dos prêmios BAFTA, da British Academy of Film and Television Arts, que aconteceu ontem, deu o troféu de melhor filme a "12 Anos de Escravidão", de Steve McQueen. O filme "Gravidade", de Alfonso Cuarón, levou seis troféus, inclusive os de melhor filme britânico e melhor diretor.
A seguir, a relação dos premiados na categoria longa-metragem:
1 - Melhor filme: "12 Anos de Escravidão"
2 - Melhor filme britânico: "Gravidade"
3 - Melhor diretor: Alfonso Cuarón, por "Gravidade"
4 - Melhor ator: Chiwetel Ejiofor, por "12 anos de escravidão"
5 - Melhor atriz: Cate Blanchett, por "Blue Jasmine"
6 - Melhor ator coadjuvante: Barkhad Abdi, por "Capitão Phillips"
7 - Melhor atriz coadjuvante: Jennifer Lawrence, "Trapaça"
8 - Melhor ator em ascensão: Will Poulter
9 - Melhor filme britânico de diretor estreante: "Kelly + Victor", de Kieran Evans
10 - Melhor roteiro original: Eric Warren Singer e David O. Russell, por "Trapaça"
11 - Melhor roteiro adaptado: Steve Coogan e Jeff Pope, por "Philomena"
12 - Melhor filme de língua não inglesa: "A Grande Beleza"
13 - Melhor trilha musical: Steven Price, por "Gravidade"
14 - Melhor fotografia: "Gravidade"
15 - Melhor montagem: "Rush - No Limite da Emoção"
16 - Melhor design de produção: "O Grande Gatsby"
17 - Melhor figurino: "O Grande Gatsby"
18 - Melhor som: "Gravidade"
19 - Melhores efeitos visuais: "Gravidade"
20 - Melhor maquiagem: "Trapaça"
21 - Melhor filme de animação: "Frozen - Uma Aventura Congelante"
22 - Melhor documentário: "O Ato de Matar".

16 de fevereiro de 2014

Festival de Berlim premia mais os concorrentes orientais

O thriller do diretor chinês Diao Yinan "Carvão Negro, Gelo Fino", história de um ex-policial que se apaixona por uma suspeita de assassinato, ganhou ontem o Urso de Ouro da 64ª edição do Festival de Berlim, conhecido como Berlinale.
A seguir, a lista dos principais premiados:
1 - Melhor filme: "Carvão Negro, Gelo Fino", de Diao Yinan
2 - Melhor diretor: Richard Linklater, por "Boyhood"
3 - Melhor ator: Liao Fan, por "Carvão Negro, Gelo Fino"
4 - Melhor atriz: Haru Kuroki, por "The Little House", de Yoji Yamada
5 - Melhor contribuição artística: "Blind Massage", pela fotografia de Zeng Jian
6 - Grande Prêmio do Júri: "O Grande Hotel Budapeste", de Wes Anderson.

14 de fevereiro de 2014

RALPH WAITE (1928-2014), ator


O ator americano Ralph Waite morreu no dia 13 de fevereiro, aos 85 anos.
Waite fez sua carreira na TV, com aparições esporádicas no cinema.
Entre seus mais de 20 filmes estão "Rebeldia Indomável" (Cool Hand Luke, 1967), Cada Um Vive como Quer" (Five Easy Pieces, 1970), "Resgate de uma Vida" (The Grissom Gang, 1971) e "O Guarda-Costas" (The Bodyguard, 1992).
Ralp Waite nasceu em 22 de junho de 1928, em White Plains, Nova York. Deixou viúva a mulher do seu terceiro casamento. Tinha três filhos do primeiro casamento.

ERIC BERCOVICI (1933-2014), roteirista



 
O roteirista americano Eric Bercovici morreu no dia 9 de fevereiro, aos 80 anos, em Honolulu, Hawaí. A causa da morte não foi divulgada.
Bercovici trabalhou mais para a TV, mas participou dos roteiros de dez filmes, inclusive alguns faroestes, como "A Pistola do Mal" (Day of the Evil Gun, 1968) e "Assim Nasce um Homem" (The Culpepper Cattle Co., 1972). Mas o filme mais importante de que coescreveu o roteiro foi "Inferno no Pacífico" (Hell in the Pacific, 1968), com apenas dois atores, e que não dialogam entre si, Lee Marvin e Toshiro Mifune.
Eric Bercovici nasceu em 27 de fevereiro de 1933, em Nova York. Era filho do roteirista Leonardo Bercovici (1908-1995), e pai do ator Luca Bercovici e dos compositores Hilary Bercovici e Jacob Bercovici.

13 de fevereiro de 2014

SID CAESAR (1922-2014), ator



O comediante americano Sid Caesar morreu no dia 12 de fevereiro, aos 91 anos.
Caesar fez sua carreira na TV, mas apareceu em pequenos papéis em vários filmes, entre os quais "Três Semanas de Amor" (Tars and Spars, 1946), "Deu a Louca no Mundo" (It's a Mad, Mad, Mad, Mad World, 1963), "A Última Loucura de Mel Brooks" (Silent Movie, 1976) e "Grease: Nos Tempos da Brilhantina" (Grease, 1978).
Isaac Sidney Caesar nasceu em 8 de setembro de 1922, em Yonkers, Nova York. Era viúvo de seu único casamento e tinha três filhos.

11 de fevereiro de 2014

SHIRLEY TEMPLE (1928-2014), atriz



A atriz americana Shirley Temple morreu no dia 10 de fevereiro, de causas naturais, aos 85 anos.
Conhecida por seus "cachinhos loiros e aparência angelical", Temple foi a atriz infantil mais famosa de Hollywood nos anos 1930 e 40.
Ela atuou em mais de 40 filmes, entre eles "A Pequena Órfã" (Curly Top, 1935), "Pobre Menina Rica" (Poor Little Rich Girl, 1936), "Heidi" (Idem, 1937) e "A Princesinha" (The Little Princess, 1939). Depois de adulta, ela atuou em vários filmes, inclusive no faroeste de John Ford "Sangue de Heróis" (Fort Apache, 1948), mas abandonou o cinema no final da década de 40, porque não conseguiu fazer com sucesso a transição de sua carreira da infância para a vida adulta. Mais tarde se dedicou à política. Perdeu uma eleição para senadora, mas se tornou diplomata.
Ganhou um Oscar especial em 1935, por sua contribuição ao entretenimento na tela em 1934.
Shirley Jane Temple nasceu em 23 de abril de 1928, em Santa Mônica, Califórnia. Era viúva e tinha três filhos de seus dois casamentos.

VIRGÍNIA LANE (1920-2014), atriz e cantora



A atriz e cantora brasileira Virgínia Lane morreu no dia 10 de fevereiro, aos 93 anos. A causa da morte não foi divulgada.
Virgínia tornou-se famosa vedete do teatro de revista, e ganhou notoriedade no meado dos anos 1950, quando fez sucesso no rádio cantando a canção carnavalesca "Sassaricando".
Ela participou de 25 filmes de longa-metragem, entre os quais "Banana da Terra" (1939), "Carnaval no Fogo" (1949), "O Petróleo É Nosso" (1954), "Bom Mesmo É Carnaval" (1962) e "Os Pastores da Noite" (1979).
Nasceu Virgínia Giaccone em 28 de fevereiro de 1920, no Rio de Janeiro. Ela se casou duas vezes.

10 de fevereiro de 2014

GABRIEL AXEL (1918-2014), diretor



O cineasta dinamarquês Gabriel Axel morreu no dia 9 de fevereiro, aos 95 anos. A causa da morte não foi divulgada.
Axel, que trabalhou muito na França, é mais conhecido pelo filme "A Festa de Babette" (Babettes gaestebud, 1987), que lhe rendeu vários prêmios, inclusive o Oscar de melhor filme estrangeiro.
Só uma pequena parte de seus filmes é conhecida no Brasil, como "Esta Coisa Chamada Amor" (Amour, 1970), "Na Estrada da Vida" (Christian, 1989) e "Jutland - Reinado de Ódio" (Prince of Jutland, 1994).
Gabriel Axel Morch nasceu em 18 de abril de 1918, em Arhus, Dinamarca. Era pai de Karin Morch.

8 de fevereiro de 2014

Em sua defesa, Woody Allen diz que não molestou Dylan




Acusado pela filha adotiva Dylan Farrow de que ele a molestou sexualmente quando tinha 7 anos (hoje ela tem 28), Woody Allen publicou sua defesa em carta, dirigida ao jornal The New York Times, na última sexta-feira, dia 7 de fevereiro. Ao final, ele diz que esta é sua última manifestação sobre o assunto.
Leia, abaixo, o que Allen disse:

"Twenty-one years ago, when I first heard Mia Farrow had accused me of child molestation, I found the idea so ludicrous I didn’t give it a second thought. We were involved in a terribly acrimonious breakup, with great enmity between us and a custody battle slowly gathering energy. The self-serving transparency of her malevolence seemed so obvious I didn’t even hire a lawyer to defend myself. It was my show business attorney who told me she was bringing the accusation to the police and I would need a criminal lawyer.

I naïvely thought the accusation would be dismissed out of hand because of course, I hadn’t molested Dylan and any rational person would see the ploy for what it was. Common sense would prevail. After all, I was a 56-year-old man who had never before (or after) been accused of child molestation. I had been going out with Mia for 12 years and never in that time did she ever suggest to me anything resembling misconduct. Now, suddenly, when I had driven up to her house in Connecticut one afternoon to visit the kids for a few hours, when I would be on my raging adversary’s home turf, with half a dozen people present, when I was in the blissful early stages of a happy new relationship with the woman I’d go on to marry — that I would pick this moment in time to embark on a career as a child molester should seem to the most skeptical mind highly unlikely. The sheer illogic of such a crazy scenario seemed to me dispositive.

Notwithstanding, Mia insisted that I had abused Dylan and took her immediately to a doctor to be examined. Dylan told the doctor she had not been molested. Mia then took Dylan out for ice cream, and when she came back with her the child had changed her story. The police began their investigation; a possible indictment hung in the balance. I very willingly took a lie-detector test and of course passed because I had nothing to hide. I asked Mia to take one and she wouldn’t. Last week a woman named Stacey Nelkin, whom I had dated many years ago, came forward to the press to tell them that when Mia and I first had our custody battle 21 years ago, Mia had wanted her to testify that she had been underage when I was dating her, despite the fact this was untrue. Stacey refused. I include this anecdote so we all know what kind of character we are dealing with here. One can imagine in learning this why she wouldn’t take a lie-detector test.

Meanwhile the Connecticut police turned for help to a special investigative unit they relied on in such cases, the Child Sexual Abuse Clinic of the Yale-New Haven Hospital. This group of impartial, experienced men and women whom the district attorney looked to for guidance as to whether to prosecute, spent months doing a meticulous investigation, interviewing everyone concerned, and checking every piece of evidence. Finally they wrote their conclusion which I quote here: “It is our expert opinion that Dylan was not sexually abused by Mr. Allen. Further, we believe that Dylan’s statements on videotape and her statements to us during our evaluation do not refer to actual events that occurred to her on August 4th, 1992… In developing our opinion we considered three hypotheses to explain Dylan’s statements. First, that Dylan’s statements were true and that Mr. Allen had sexually abused her; second, that Dylan’s statements were not true but were made up by an emotionally vulnerable child who was caught up in a disturbed family and who was responding to the stresses in the family; and third, that Dylan was coached or influenced by her mother, Ms. Farrow. While we can conclude that Dylan was not sexually abused, we can not be definite about whether the second formulation by itself or the third formulation by itself is true. We believe that it is more likely that a combination of these two formulations best explains Dylan’s allegations of sexual abuse.”

Could it be any clearer? Mr. Allen did not abuse Dylan; most likely a vulnerable, stressed-out 7-year-old was coached by Mia Farrow. This conclusion disappointed a number of people. The district attorney was champing at the bit to prosecute a celebrity case, and Justice Elliott Wilk, the custody judge, wrote a very irresponsible opinion saying when it came to the molestation, “we will probably never know what occurred.”

But we did know because it had been determined and there was no equivocation about the fact that no abuse had taken place. Justice Wilk was quite rough on me and never approved of my relationship with Soon-Yi, Mia’s adopted daughter, who was then in her early 20s. He thought of me as an older man exploiting a much younger woman, which outraged Mia as improper despite the fact she had dated a much older Frank Sinatra when she was 19. In fairness to Justice Wilk, the public felt the same dismay over Soon-Yi and myself, but despite what it looked like our feelings were authentic and we’ve been happily married for 16 years with two great kids, both adopted. (Incidentally, coming on the heels of the media circus and false accusations, Soon-Yi and I were extra carefully scrutinized by both the adoption agency and adoption courts, and everyone blessed our adoptions.)

Mia took custody of the children and we went our separate ways.

I was heartbroken. Moses was angry with me. Ronan I didn’t know well because Mia would never let me get close to him from the moment he was born and Dylan, whom I adored and was very close to and about whom Mia called my sister in a rage and said, “He took my daughter, now I’ll take his.” I never saw her again nor was I able to speak with her no matter how hard I tried. I still loved her deeply, and felt guilty that by falling in love with Soon-Yi I had put her in the position of being used as a pawn for revenge. Soon-Yi and I made countless attempts to see Dylan but Mia blocked them all, spitefully knowing how much we both loved her but totally indifferent to the pain and damage she was causing the little girl merely to appease her own vindictiveness.

Here I quote Moses Farrow, 14 at the time: “My mother drummed it into me to hate my father for tearing apart the family and sexually molesting my sister.” Moses is now 36 years old and a family therapist by profession. “Of course Woody did not molest my sister,” he said. “She loved him and looked forward to seeing him when he would visit. She never hid from him until our mother succeeded in creating the atmosphere of fear and hate towards him.” Dylan was 7, Ronan 4, and this was, according to Moses, the steady narrative year after year.

I pause here for a quick word on the Ronan situation. Is he my son or, as Mia suggests, Frank Sinatra’s? Granted, he looks a lot like Frank with the blue eyes and facial features, but if so what does this say? That all during the custody hearing Mia lied under oath and falsely represented Ronan as our son? Even if he is not Frank’s, the possibility she raises that he could be, indicates she was secretly intimate with him during our years. Not to mention all the money I paid for child support. Was I supporting Frank’s son? Again, I want to call attention to the integrity and honesty of a person who conducts her life like that.

Now it’s 21 years later and Dylan has come forward with the accusations that the Yale experts investigated and found false. Plus a few little added creative flourishes that seem to have magically appeared during our 21-year estrangement.

Not that I doubt Dylan hasn’t come to believe she’s been molested, but if from the age of 7 a vulnerable child is taught by a strong mother to hate her father because he is a monster who abused her, is it so inconceivable that after many years of this indoctrination the image of me Mia wanted to establish had taken root? Is it any wonder the experts at Yale had picked up the maternal coaching aspect 21 years ago? Even the venue where the fabricated molestation was supposed to have taken place was poorly chosen but interesting. Mia chose the attic of her country house, a place she should have realized I’d never go to because it is a tiny, cramped, enclosed spot where one can hardly stand up and I’m a major claustrophobe. The one or two times she asked me to come in there to look at something, I did, but quickly had to run out. Undoubtedly the attic idea came to her from the Dory Previn song, “With My Daddy in the Attic.” It was on the same record as the song Dory Previn had written about Mia’s betraying their friendship by insidiously stealing her husband, André, “Beware of Young Girls.” One must ask, did Dylan even write the letter or was it at least guided by her mother? Does the letter really benefit Dylan or does it simply advance her mother’s shabby agenda? That is to hurt me with a smear. There is even a lame attempt to do professional damage by trying to involve movie stars, which smells a lot more like Mia than Dylan.

After all, if speaking out was really a necessity for Dylan, she had already spoken out months earlier in Vanity Fair. Here I quote Moses Farrow again: “Knowing that my mother often used us as pawns, I cannot trust anything that is said or written from anyone in the family.” Finally, does Mia herself really even believe I molested her daughter? Common sense must ask: Would a mother who thought her 7-year-old daughter was sexually abused by a molester (a pretty horrific crime), give consent for a film clip of her to be used to honor the molester at the Golden Globes?

Of course, I did not molest Dylan. I loved her and hope one day she will grasp how she has been cheated out of having a loving father and exploited by a mother more interested in her own festering anger than her daughter’s well-being. Being taught to hate your father and made to believe he molested you has already taken a psychological toll on this lovely young woman, and Soon-Yi and I are both hoping that one day she will understand who has really made her a victim and reconnect with us, as Moses has, in a loving, productive way. No one wants to discourage abuse victims from speaking out, but one must bear in mind that sometimes there are people who are falsely accused and that is also a terribly destructive thing. (This piece will be my final word on this entire matter and no one will be responding on my behalf to any further comments on it by any party. Enough people have been hurt.)"