4 de dezembro de 2016

BILLY CHAPIN (1943-2016), ator


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O ex-ator infantil americano Billy Chapin morreu no dia 2 de dezembro, aos 72 anos.

Atores infantis costumam ser atingidos por uma espécie de maldição que os impede de dar continuidade à carreira quando se tornam adultos. Com Billy Chapin não foi diferente. Só enquanto era criança fez sucesso no cinema, no teatro e na TV. Ainda era recém-nascido quando apareceu no primeiro filme, "Casanova Júnior" (Casanova Brown, 1944).

Na sua filmografia de onze filmes constam também "O Mundo da Fantasia" (There's No Business Like Show Business, 1954), "Para Todo o Sempre" (A Man Called Peter, 1955), "Um Sábado Violento" (Violent Saturday, 1955), "O Mensageiro do Diabo" (The Night of the Hunter, 1955) e "Marcados pela Violência" (Tension at Table Rock, 1956), que marcou o fim de sua carreira no cinema.

William McClellan Chapin nasceu em 28 de dezembro de 1943, em Los Angeles. Em 1951, por sua atuação em uma peça na Broadway, ganhou o Prêmio dos Críticos de Drama de Nova York como o mais promissor jovem ator do ano. Era irmão do ator infantil Michael Chapin, que também aparece em "O Mensageiro do Diabo" como o namorado de Ruby, e da também atriz infantil Lauren Chapin, que também aparece em "Marcados pela Violência".

(Foto: Google Imagens.)

3 de dezembro de 2016

ALICE DRUMMOND (1928-2016), atriz


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A atriz característica americana Alice Drummond morreu no dia 30 de novembro, em Nova York, em decorrência de uma queda. Tinha 88 anos.

Ao longo de meio século, Alice Drummond apareceu em mais de 40 filmes, entre os quais estão "Os Caça-Fantasmas" (Ghostbusters, 1984), "Tempo de Despertar" (Awakenings, 1990), "O Indomável - Assim É Minha Vida" (Nobody's Fool, 1994), "Crônica de uma Certa Nova York" (Joe Gould's Secret, 2000), "Reflexos da Amizade" (House of D, 2004), "Sinédoque, Nova York" (Synecdoche, New York, 2008) e "Dúvida" (Doubt, 2008).

Alice Elizabeth Ruyter nasceu em 21 de maio de 1928, em Pawtucket, Rhode Island. Seu único casamento terminou em divórcio.

(Foto: Google Imagens.)

DON CALFA (1939-2016), ator


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O ator característico americano Don Calfa morreu no dia 1º de dezembro, em Yucca Valley, Califórnia, de causas naturais. Tinha 76 anos.

Em quase meio século de carreira no cinema, Calfa atuou em 40 filmes e teve na comédia de terror "A Volta dos Mortos Vivos" (The Return of the Living Dead, 1985) o melhor papel de sua vida e pelo qual ficou mais conhecido.

Da sua filmografia, merecem ser lembrados também "Licença para Amar Até a Meia-Noite" (Cinderella Liberty, 1973), "No Mundo do Cinema" (Nickelodeon, 1976), "New York, New York" (Idem, 1977), "A Rosa" (The Rose, 1979), "O Destino Bate à Sua Porta" (The Postman Always Rings Twice, 1981) e "Bugsy" (Idem, 1991).

Donald George Calfa nasceu em 3 de dezembro de 1939, em Nova York. Era divorciado da assistente de atores Trixie Flynn.

(Foto: Google Imagens.)

2 de dezembro de 2016

ANDREW SACHS (1930-2016), ator


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O ator britânico Andrew Sachs morreu no dia 23 de novembro, em Londres, de um tipo de demência. Tinha 86 anos.

Sachs ficou mais conhecido por seu trabalho na TV, onde teve uma extensa carreira. No cinema, apareceu também em produções da Itália, Alemanha e EUA. Sua filmografia conta com mais de 20 filmes, dos quais apenas oito são conhecidos no Brasil, entre eles "Hitler - Os Últimos 10 Dias" (Hitler: The Last Ten Days, 1973), "A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa" (Revenge of the Pink Panther, 1978), "A História do Mundo - Parte I" (History of the World: Part I, 1981), "Lugar Nenhum na África" (Nirgendwo in Afrika, 2001), "O Quarteto" (Quartet, 2012) e "Alice Através do Espelho" (Alice Through the Looking Glass, 2016).

Nasceu Andreas Siegfried Sachs em 7 de abril de 1930, em Berlim, Alemanha. Seu pai, que era judeu, foi preso pelos nazistas e, assim que foi liberado, fugiu com a família para o Reino Unido; Andrew tinha oito anos. Deixou viúva Melody Lang, com quem tinha uma filha, a atriz Kate Sachs. Adotou os dois filhos do casamento anterior de Melody, o diretor William Sachs e o produtor e ator John Sachs.

(Foto: Google Imagens.)

28 de novembro de 2016

FRITZ WEAVER (1926-2016), ator


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O ator americano Fritz Weaver morreu no dia 26 de novembro, em Nova York, aos 90 anos.

Weaver era um premiado ator de teatro, tendo conquistado em 1970 um Tony, o prêmio mais importante do teatro americano. Teve também uma extensa carreira na TV, embora considerasse lixo a maior parte dos papéis que interpretou na telinha.

No cinema, sua filmografia se limitou a 17 filmes, dentre os quais se destacam "Limite de Segurança" (Fail-Safe, 1964), "Caminhando Sob a Chuva da Primavera" (A Walk in the Spring Rain, 1970), "O Dia do Golfinho" (The Day of the Dolphin, 1973), "Maratona da Morte" (Marathon Man, 1976), "Domingo Negro" (Black Sunday, 1977), "Thomas Crown - A Arte do Crime" (The Thomas Crown Affair, 1999) e "A Grande Luta de Muhammad Ali" (Muhammad Ali's Greatest Fight, 2013).

Fritz William Weaver nasceu em 19 de janeiro de 1926, em Pittsburgh, Pensilvânia. Deixou viúva a atriz Rochelle Oliver, mulher do seu segundo casamento. Tinha um casal de filhos do primeiro casamento, com a atriz Sylvia Short.

(Foto: Google Imagens.)

25 de novembro de 2016

PAUL SYLBERT (1928-2016), designer de produção


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O designer de produção e diretor americano Paul Sylbert morreu no dia 19 de novembro, em Jenkinstown, Pensilvânia. Tinha 88 anos.

Sylbert participou de mais de 30 produções e partilhou um Oscar de melhor direção de arte pelo filme "O Céu Pode Esperar" (Heaven Can Wait, 1978). Em 2009, recebeu um prêmio pela carreira do Sindicato dos Diretores de Arte.

Na sua filmografia como designer de produção estão também "Má Companhia" (Bad Company, 1972), "Um Estranho no Ninho" (One Flew Over the Cuckoo's Nest, 1975), "Kramer vs. Kramer" (Idem, 1979), "Ressurreição" (Resurrection, 1980), "Um Tiro na Noite" (Blow Out, 1981), "Viagem Clandestina" (The Journey of Natty Gann, 1985), "O Príncipe das Marés" (The Prince of Tides, 1991), "Ensina-me a Viver" (The Grass Harp, 1995) e "Teoria da Conspiração" (Conspiracy Theory, 1997).

Como diretor, fez alguns trabalhos para a TV e, em seguida, realizou dois filmes, um dos quais foi a coprodução Brasil-EUA "Pão de Açúcar" (Idem, 1964), comédia baseada em peça do dramaturgo Guilherme Figueiredo, filmada no Rio de Janeiro e falada em português, com elenco brasileiro encabeçado por estrelas internacionais.

Paul Sylbert nasceu em 16 de abril de 1928, em Nova York. Era divorciado da figurinista e produtora Anthea Sylbert, e irmão gêmeo do designer de produção Richard Sylbert (1928-2002).

(Foto: Google Imagens.)

FLORENCE HENDERSON (1934-2016), atriz cantante


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A atriz cantante americana Florence Henderson morreu no dia 24 de novembro, em Los Angeles. Tinha 82 anos.

Florence ficou mais conhecida por seu trabalho na TV, onde teve uma longa carreira, pela qual ganhou uma estrela na Calçada da Fama. Não teve a mesma sorte no cinema, aparecendo em apenas dez filmes, entre os quais estão "Canção do Sol da Meia-Noite" (Song of Norway, 1970), em que canta oito canções, "Um Palhaço Suspeito" (Shakes the Clown, 1991), "Corra que a Polícia Vem Aí 33 1/3 - O Insulto Final" (Naked Gun 33 1/3: The Final Insult, 1994), como ela mesma, "A Família Sol, Lá, Si, Dó" (The Brade Brunch Movie, 1995), spin-off da sua série de TV mais popular, e "Cinquenta Tons de Preto" (Fifty Shades of Black, 2016).

Florence Agnes Henderson nasceu em 14 de fevereiro de 1934, em Dale, Indiana. Era viúva do seu segundo marido. Tinha quatro filhos do primeiro casamento, com o produtor Ira Bernstein. Era mãe das atrizes Barbara Bernstein e Elizabeth Bernstein.

(Foto: Google Imagens.)

14 de novembro de 2016

LUPITA TOVAR (1910-2016), atriz


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A atriz mexicana Lupita Tovar morreu no dia 12 de novembro, em Los Angeles. Tinha 106 anos.

Lupita iniciou sua carreira em Hollywood, em 1929, e atuou em produções de vários países até 1945. Sua estreia ocorreu no filme mudo "A Mulher Enigma" (The Veiled Woman, EUA, 1929), que, por coincidência, tinha como protagonista a atriz brasileira Lia Torá (1907-1972).

Lupita teve a sorte de aparecer no primeiro filme falado dirigido por John Ford, "A Guarda Negra" (The Black Watch, EUA, 1929), e de estrelar o primeiro filme falado mexicano, "Santa" (México, 1932), de Antonio Moreno.

Quando surgiu o cinema falado, acreditava-se que o público de países de língua diferente não fosse aceitar filmes falados em inglês. Por isso, durante alguns anos, Hollywood se deu ao trabalho de filmar simultaneamente uma versão falada em inglês e outra em espanhol, para o mercado latino-americano. Lupita atuou na versão falada em espanhol de vários filmes, entre os quais "A Vontade do Morto" (La valuntad del muerto, EUA, 1930), versão de "Meia-Noite em Ponto" (The Cat Creeps, EUA, 1930), além da versão em espanhol do clássico "Drácula" (Idem, EUA, 1931), em que Bela Lugosi foi substituído pelo ator espanhol Carlos Villarías (1892-1976).

Na sequência, ela se tornou uma estrela de primeira grandeza e interpretou o principal papel feminino em "O Audaz Conquistador" (Yankee Don, EUA, 1931), "A Leste de Bornéu" (East of Borneo, EUA, 1931), "A Lei da Fronteira" (Border Law, EUA, 1931), "Vidas Rotas" (Idem, Espanha, 1935), "Fanfarronadas" (The Invader, Reino Unido, 1936) e "Valentia de Gringo" (The Fighting Gringo, EUA, 1939).

Mas, a partir de 1939, ela só ganhava papéis de coadjuvante em Hollywood, embora ainda estrelasse filmes mexicanos. Desde então, passou a trabalhar alternadamente em filmes americanos e mexicanos, e encerrou sua carreira no cinema com "O Médico Destemido" (The Crime Doctor's Courage, EUA, 1945).

Nasceu Guadalupe Natalia Tovar em 27 de julho de 1910, em Matias Romero, México. Era viúva do produtor Paul Kohner (1902-1988), com quem teve dois filhos, a atriz Susan Kohner e o produtor Pancho Kohner. Era avó dos produtores e roteiristas Paul Weitz e Chris Weitz.

(Foto: Google Imagens.)

13 de novembro de 2016

JULIE GREGG (1944-2016), atriz cantante


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A atriz cantante americana Julie Gregg morreu no dia 7 de novembro, em Van Nuys, Califórnia. Tinha 72 anos.

Antes de tudo atriz de teatro, tendo sido premiada em um musical da Broadway, Julie Gregg teve uma carreira mais extensa na TV. No cinema, sua filmografia se limitou a sete títulos, tendo conseguido notoriedade por ter interpretado Sandra, a mulher de Sonny Corleone (James Caan) nos filmes "O Poderoso Chefão" (The Godfather, 1972) e "O Poderoso Chefão II" (The Godfather: Part II, 1974), ambos dirigidos por Francis Ford Coppola.

Ela apareceu também em "Batman - O Homem-Morcego" (Batman: The Movie, 1966), de Leslie H. Martinson, que marcou sua estreia no cinema, no papel de uma cantora de boate, e no filme musical "O Homem de La Mancha" (Man of La Mancha, 1972), de Arthur Hiller, no qual ela canta duas canções.

Julie Gregg nasceu em 24 de janeiro de 1944, em Niagara Falls, estado de Nova York. Formou-se na Universidade do Sul da Califórnia, onde recebeu uma bolsa de estudos de música.

(Foto: Google Imagens.)

12 de novembro de 2016

ROBERT VAUGHN (1932-2016), ator


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O ator americano Robert Vaughn morreu de leucemia no dia 11 de novembro, em Ridgefield, Connecticut. Tinha 83 anos.

Vaughn começou sua carreira no teatro, mas encontrou seu veículo ideal na TV, na qual estreou em 1955 e permaneceu durante 60 anos. No cinema, sua carreira teve duração semelhante, mas é bem menor o número de filmes em que atuou. Acabou ficando mais conhecido por ter interpretado o agente secreto Napoleon Solo tanto na TV, na série cômica "O Agente da UNCLE" (1964-1968), como no cinema, numa série de seis filmes que fez paralelamente, que se iniciou com "Está Sobrando um Espião" (One Spy Too Many, 1966) e se encerrou com "Como Roubar o Mundo" (How to Steal the World, 1968).

Sua filmografia é relativamente extensa, contendo 79 títulos, mas são poucos os filmes memoráveis. Os que merecem consideração são os seguintes: "Vidas Truncadas" (No Time to Be Young, 1957), "O Moço de Filadélfia" (The Young Philadelphians, 1959), "Sete Homens e Um Destino" (The Magnificent Seven, 1960), no qual ele é um dos sete magníficos, "Bullitt" (Idem, 1968), "A Ponte de Remagen" (The Bridge at Remagen, 1969), "Inferno na Torre" (The Towering Inferno, 1974), "Superman III" (Idem, 1983) e "Sem Trapaça Não Tem Graça" (BASEketball, 1998).

Por seu trabalho no cinema, ganhou uma estrela na Calçada da Fama em 1998.

Robert Francis Vaughn nasceu em 22 de novembro de 1932, em Nova York. Deixou viúva Linda Staab, com quem tinha dois filhos adotivos.

(Foto: Google Imagens.)

9 de novembro de 2016

NADIR FERNANDES (1927-2016), atriz


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A atriz e ex-modelo brasileira Nadir Fernandes morreu no dia 7 de novembro, em São Paulo, aos 79 anos.

Tendo começado no teatro, Nadir estreou no cinema como uma amazona no filme americano filmado no Brasil "Escravos do Amor das Amazonas" (Love Slaves of the Amazons, 1957), de Curt Siodmak.

Depois, levou um bom tempo até conseguir um papel em filme brasileiro, o que aconteceu em "São Paulo S/A" (1965), de Luís Sérgio Person. A partir daí, sua carreira progrediu satisfatoriamente, tendo ela atuado em oito filmes até o início da década de 1970, período em que se destacam "O Anjo Assassino" (1967), "O Enterro da Cafetina" (1970) e "Cordélia, Cordélia" (1971).

Nos anos 1970, com a pornochanchada dominando o mercado cinematográfico brasileiro, ela se tornou uma das musas do gênero, emprestando sua beleza para 13 filmes, incluindo "Os Garotos Virgens de Ipanema" (1973), "A Virgem e o Machão" (1974), "O Sexualista" (1975), "Snuff -  Vítimas do Prazer" (1977) e "Os Melhores Momentos da Pornochanchada" (1978), após o qual ela se casou e abandonou o cinema.

Nadir Fernandes nasceu em 27 de fevereiro de 1937, em São Paulo. Deixou viúvo Francisco José Luccas Netto, proprietário da FJ Lucas, empresa de exibição e distribuição de filmes.

(Foto: Google Imagens.)

RAOUL COUTARD (1924-2016), diretor de fotografia


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O diretor de fotografia francês Raoul Coutard morreu no dia 8 de novembro, em Boucau, perto de Bayona, sudoeste da França. Tinha 92 anos.

Coutard foi talvez o mais importante fotógrafo da Nouvelle Vague, movimento de renovação do cinema francês e mundial nos anos 1960. As suas principais contribuições foram o uso da câmera na mão e da luz natural. Seu primeiro trabalho inovador, considerado um divisor de águas na história do cinema, foi a fotografia de "Acossado" (À bout de souflle, 1960), de Jean-Luc Godard.

Tendo se tornado o fotógrafo preferido de Godard, fez outros 16 trabalhos para o cineasta, entre os quais estão "Uma Mulher É uma Mulher" (Une femme est une femme, 1961), "Viver a Vida" (Vivre sa vie, 1962), "O Desprezo" (Le mépris, 1963), "Bando à Parte" (Bande à part, 1964), "O Demônio das Onze Horas" (Pierrot le fou, 1965), "Week-End à Francesa" (Week End, 1967) e "Carmen de Godard" (Prénom Carmen, 1983), que recebeu prêmios pela fotografia nos Festivais de Cannes e Veneza.

Outro cineasta de grande prestígio com quem colaborou foi François Truffaut. Entre os seus cinco trabalhos juntos estão "Atire no Pianista" (Tirez sur le pianiste, 1960), "Jules e Jim - Uma Mulher para Dois" (Jules et Jim, 1962), "Um Só Pecado" (Le peau douce, 1964) e "A Noiva Estava de Preto" (La mariée était en noir, 1968).

Dentre sua filmografia de mais de 70 títulos se destacam também "Lola, a Flor Proibida" (Lola, 1961), de Jacques Demy, "Férias Portuguesas" (Vacances portugaises, 1963), de Pierre Kast, "O Marinheiro de Gibraltar" (The Sailor from Gibraltar, 1967), de Tony Richardson, além de "Z" (Idem, 1969) e "A Confissão" (L'aveu, 1970), ambos de Costa-Gavras.

Raoul Coutard nasceu em 16 de setembro de 1924, em Paris.

(Foto: Google Imagens.)

JUD KINBERG (1925-2016), produtor


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O produtor americano Jud Kinberg morreu no dia 2 de novembro, em Nova York, aos 91 anos.

Kinberg começou sua carreira como produtor associado e, nessa condição, participou de cinco filmes nos anos 1950, entre eles "Um Homem e Dez Destinos" (Executive Suite, 1954), de Robert Wise, "O Tesouro do Barba Rubra" (Moonfleet, 1955), de Fritz Lang, e "Sede de Viver" (Lust for Life, 1956), de Vincente Minnelli.

Após um interregno trabalhando para a TV, participou como produtor de outros seis filmes nos anos 1960 e 70, para em seguida se dedicar exclusivamente à TV. Da sua segunda fase no cinema só merece ser lembrado "O Colecionador" (The Collector, 1965), de William Wyler.

Jud Kinberg nasceu em 7 de julho de 1925, em Nova York. Deixou viúva Monica Menell-Kinberg, com quem tinha um filho, o produtor e roteirista Simon Kinberg.