8 de março de 2019

JAN-MICHAEL VINCENT (1944-2019), Ator

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O ator americano Jan-Michael Vincent morreu no dia 10 de fevereiro, em Asheville, Carolina do Norte, de parada cardíaca. Tinha 74 anos.

Vincent teve uma carreira consistente até o meado da década de 1980, quando começou a ter problemas em consequência do alcoolismo. Sua carreira afundou e os filmes pioraram muito, com exceção de alguns em que atuou como coadjuvante.

Sua filmografia conta quase 50 filmes, dentre os quais se destacam "Jamais Foram Vencidos" (The Undefeated, 1969), "Assassino a Preço Fixo" (The Mechanic, 1972), "O Risco de uma Decisão" (Bite the Bullet, 1975), "Amargo Reencontro" (Big Wednesday, 1978), "Buffalo 66" (Idem, 1998) e "A Montanha Mágica" (Escape to Grizzly Mountain, 2000).

Jan-Michael Vincent nasceu em 15 de julho de 1944, em Denver, Colorado, EUA. Em 2012 precisou amputar parte da perna direita, por causa de uma infecção contraída de doença arterial periférica. Deixou viúva a mulher do seu terceiro casamento. Tinha uma filha do primeiro casamento.

(Foto: Google Imagens/hollywoodreporter.com)

5 de março de 2019

LUKE PERRY (1966-2019), Ator

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O ator americano Luke Perry morreu no dia 4 de março, em Los Angeles, de AVC. Tinha 52 anos.

Perry trabalhou muito no cinema, aparecendo em mais de 30 filmes, mas não teve muita sorte em termos de qualidade, tanto é que um terço de seus filmes nem teve lançamento no Brasil.

Entre seus filmes conhecidos no Brasil estão "8 Segundos" (8 Seconds, 1994), "Fronteiras do Crime" (Normal Life, 1996), "O Quinto Elemento" (The Fifth Element, 1997) e "Alice School PopStar" (Idem, 2007).

O último filme em que Perry atuou ainda está em processo de finalização. Trata-se de "Era Uma Vez em Hollywood" (Once Upon a Time in Hollywood, 2019), de Quentin Tarantino, cujo lançamento nos EUA está previsto para 26 de julho.

Nasceu Coy Luther Perry III em 11 de outubro de 1966, em Mansfield, Ohio, EUA. Era divorciado e tinha um casal de filhos.

(Foto: Google Imagens/impala.pt)

1 de março de 2019

ANDRÉ PREVIN (1929-2019), Compositor

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O compositor, arranjador e maestro germano-americano André Previn morreu no dia 28 de fevereiro, em Nova York, aos 89 anos.

A família de André Previn, que era judia, mudou-se em 1939 da Alemanha para os EUA, fugindo do nazismo. Nos EUA, ele revelou seu talento e se tornou músico profissional precocemente.

Previn ganhou quatro Oscars, pelas trilhas dos filmes "Gigi" (Idem, 1958), "Porgy e Bess" (Porgy and Bess, 1959), "Irma la Douce" (Idem, 1963) e "Minha Bela Dama" (My Fair Lady, 1964).

Ele compôs trilhas para 40 filmes, inclusive diversos outros do gênero musical, entre os quais estão "Três Palavrinhas" (Three Little Words, 1950), "Procura-se uma Estrela" (Give a Girl a Break, 1953), "Dançando nas Nuvens" (It's Always Fair Weather, 1955).

Ele compôs trilhas também para outros gêneros de filmes, com destaque para "Tensão" (Tension, 1949), "Conspiração do Silêncio" (Bad Day at Black Rock, 1955), "Gatilho Relâmpago" (The Fastest Gun Alive, 1956), "Teu Nome É Mulher" (Designing Woman, 1957), "Entre Deus e o Pecado" (Elmer Gantry, 1960), "Cupido Não Tem Bandeira" (One, Two, Three, 1961), "Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse" (The Four Horsemen of the Apocalypse, 1962) e "Uma Loura por um Milhão" (The Fortune Cookie, 1966).

Previn ainda escreveu melodias para canções, fez arranjos musicais e regeu orquestras para outras dezenas de filmes.

Nasceu Andreas Ludwig Prewin em 6 de abril de 1929, em Berlim, Alemanha. Casou-se e se divorciou cinco vezes. Teve dois filhos do primeiro casamento; seis do terceiro casamento, com a atriz Mia Farrow, três dos quais adotivos; e dois do quarto casamento. Era sogro do cineasta Woody Allen.

(Foto: Rex Harrison e Audrey Hepburn em "Minha Bela Dama" - Google Imagens/empireonline.com)

25 de fevereiro de 2019

DARTAGNAN JÚNIOR (1960-2019), Ator

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O ator brasileiro Dartagnan Júnior morreu no dia 24 de fevereiro, no Rio de Janeiro, aos 58 anos. Ele estava internado para tratar de hepatite C e pancreatite.

Ele trabalhou mais para a TV, tendo aparecido em apenas cinco filmes: "Onda Nova" (1983), "Anjos da Noite" (1987), "Minha Vida em Suas Mãos" (2001), "Histórias do Olhar" (2002) e "Apolônio Brasil, Campeão da Alegria" (2003).

Nasceu José D'Artagnan em 4 de novembro de 1960, em São Paulo, São Paulo. Deixou viúva a roteirista e dramaturga Maria Carmem Barbosa, com quem não teve filhos. Tinha um filho que mora nos EUA.

(Foto: Google Imagens/mundonovelass.blogspot.com)

OSCAR 2019: 'Green Book - O Guia' É o Melhor Filme

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A 91ª edição dos prêmios Oscar, promovida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, transcorreu ontem, dia 24 de fevereiro, em Los Angeles. Foi uma cerimônia diferente, mais curta e, porque não dizer, a mais desenxabida a que já assisti. "Green Book - O Guia" foi eleito o melhor filme, e levou também as estatuetas de melhor roteiro original e melhor ator coadjuvante. Rami Malek ganhou o Oscar de melhor ator, por "Bohemian Rhapsody", e fez o mais emocionante discurso de agradecimento da noite.
A seguir, a lista dos vencedores de filmes de longa-metragem:

1 - Melhor Filme: "Green Book - O Guia" (Green Book, EUA, 2018), de Peter Farrelly

2 - Melhor Diretor: Alfonso Cuarón, por "Roma" (Idem, México/ EUA, 2018)

3 - Atriz: Olivia Colman, por "A Favorita" (The Favourite, Irlanda/Reino Unido/EUA, 2018), de Yorgos Lanthimos

4 - Melhor Ator: Rami Malek, por "Bohemian Rhapsody" (Idem, Reino Unido/EUA, 2018), de Bryan Singer

5 - Melhor Atriz Coadjuvante: Regina King, por "Se a Rua Beale Falasse" (If Beale Street Could Talk, EUA, 2018), de Barry Jenkins

6 - Melhor Ator Coadjuvante: Mahershala Ali, por "Green Book - O Guia"

7 - Melhor Roteiro Original: Nick Vallelonga, Brian Hays Currie e Peter Farrelly, por "Green Book - O Guia"

8 - Melhor Roteiro Adaptado: Charlie Watchtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott e Spike Lee, por "Infiltrado na Klan" (BlacKkKlansman, EUA, 2018), de Spike Lee

9 - Melhor Fotografia: Alfonso Cuarón, por "Roma"

10 - Melhor Montagem: John Ottman, por "Bohemian Rhapsody"

11 - Melhor Direção de Arte (Design de Produção): Hannah Beacher e Jay Hart, por "Pantera Negra" (Black Panther, EUA/ África do Sul/Coreia do Sul/Austrália, 2018), de Ryan Coogler

12 - Melhor Figurino: Ruth E. Carter, por "Pantera Negra"

13 - Melhor Trilha Musical: Ludwig Göransson, por "Pantera Negra"

14 - Melhor Canção Original: Lady Gaga, Mark Ronson, Anthony Rossomando e Andrew Wyatt, por "Shallow", do filme "Nasce uma Estrela" (A Star Is Born, EUA, 2018), de Bradley Cooper

15 - Melhor Filme de Animação: "Homem-Aranha no Aranhaverso" (Spider-Man: Into the Spider-Verse, EUA, 2018), de Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman

16 - Melhor Filme em Língua Estrangeira: "Roma"

17 - Melhor Documentário: "Free Solo" (Sem título no Brasil, EUA, 2018), de Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi

18 - Melhor Mixagem de Som: Paul Massey, Tim Cavagin e John Casali, por "Bohemian Rhapsody"

19 - Melhor Edição de Som: John Warhurst e Nina Hartstone, por "Bohemian Rhapsody"

20 - Melhores Efeitos Visuais: Paul Lambert, Ian Hunter, Tristan Myles e J. D. Schwalm, por "O Primeiro Homem" (First Man, EUA/Japão, 2018), de Damien Chazelle

21 - Melhor Maquiagem e Penteado: Greg Cannom, Kate Biscoe e Patricia DeHaney, por "Vice" (Idem, EUA, 2018), de Adam McKay.

(Foto: Google Imagens)

24 de fevereiro de 2019

STANLEY DONEN (1924-2019), Diretor

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O diretor americano Stanley Donen morreu no dia 21 de fevereiro, em Nova York, aos 94 anos.

Donen começou no cinema como coreógrafo, função que exerceu ao longo dos anos 1940 em cerca de dez filmes, dentre os quais se destacam "Modelos" (Cover Girl, 1944), "Marujos do Amor" (Anchors Aweigh, 1945), "O Príncipe Encantado" (A Date with Judy, 1948) e "A Bela Ditadora" (Take Me Out to the Ball Game, 1949).

Ele estreou como diretor em dupla com Gene Kelly e já renovando o filme musical em Hollywood. Desta parceria surgiram "Um dia em Nova York" (On the Town, 1949), "Cantando na Chuva" (Singin' in the Rain, 1952) e "Dançando nas Nuvens" (It's Always Fair Weather, 1955).

De outra parceria, desta vez com George Abbot, resultaram "Um Pijama para Dois" (The Pajama Game, 1957) e "O Parceiro de Satanás" (Damn Yankees, 1958).

Sozinho ele também realizou outros belos musicais: "Núpcias Reais" (Royal Wedding, 1951), "Procura-se uma Estrela" (Give a Girl a Break, 1953), "Sete Noivas para Sete Irmãos" (Seven Brides for Seven Brothers, 1954), "Bem no Meu Coração" (Deep in My Heart, 1954) e "Cinderela em Paris" (Funny Face, 1957).

No final dos anos 1950, como as condições para a realização de musicais em Hollywood se tornaram complicadas, Donen migrou para outros gêneros de filmes, geralmente produzidos pelo Reino Unido. Entre os filmes que dirigiu desde então "Indiscreta" (Indiscreet, 1958), "Do Outro Lado o Pecado" (The Grass Is Greener, 1960), "Charada" (Charade, 1963), "Arabesque" (Idem, 1966), "Um Caminho para Dois" (Two for the Road, 1967), que lhe deu o prêmio Concha de Ouro no Festival de San Sebastián, Espanha, "O Pequeno Príncipe! (The Little Prince, 1974) e "Feitiço do Rio" (Blame It on Rio, 1984), seu último trabalho no cinema.

Quase ignorado pelas premiações quando estava na ativa, Donen começou a ser lembrado logo que se aposentou no cinema, e recebeu muitos prêmios honorários, inclusive o Oscar, em 1998, e o Leão de Ouro do Festival de Veneza, em 2004.

Stanley Donen nasceu em 13 de abril de 1924, em Columbia, Carolina do Sul, EUA. Casou-se e se divorciou cinco vezes. Tinha um filho do terceiro casamento e teve dois do segundo, o supervisor de efeitos visuais Peter Donen (1953-2003) e o produtor Joshua Donen.

(Foto: Google Imagens)

Independent Spirit Awards 2019: Vitória de 'Se a Rua Beale Falasse'

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A 34ª edição dos prêmios Film Independent Spirit, que destacam os melhores do cinema americano independente, aconteceu em 23 de fevereiro. "Se a Rua Beale Falasse" levou a melhor, conquistan-do três troféus, inclusive os de melhor filme e melhor diretor. O prêmio de melhor filme vai para os produtores.
A seguir, a lista dos principais premiados:

1 - Melhor Filme: "Se a Rua Beale Falasse" (If Beale Street Could Talk, EUA, 2018)

2 - Melhor Diretor: Barry Jenkins, por "Se a Rua Beale Falasse"

3 - Melhor Atriz: Glenn Close, por "A Esposa" (The Wife, Reino Unido/Suécia/EUA, 2018), de Björn Runge

4 - Melhor Ator: Ethan Hawke, por "No Coração da Escuridão" (First Reformed, EUA/Reino Unido/Austrália, 2017), de Paul Schrader

5 - Melhor Atriz Coadjuvante: Regina King, por "Se a Rua Beale Falasse"

6 - Melhor Ator Coadjuvante: Richard E. Grant, por "Poderia Me Perdoar?" (Can You Ever Forgive Me?, EUA, 2018), de Marielle Heller

7 - Melhor Roteiro: Jeff Whitty e Nicole Holofcener, por "Poderia Me Perdoar?"

8 - Melhor Fotografia: Sayombhu Mukdeeprom, por "Suspíria - A Dança do Medo" (Suspiria, Itália/EUA, 2018), de Luca Guadagnino

9 - Melhor Montagem: Joe Bini, por "Você Nunca Esteve Realmente Aqui" (You Were Never Really Here, Reino Unido/ França/EUA, 2017), de Lynne Ramsey

10 - Melhor Primeiro Filme: "Sorry to Bother You" (Sem título no Brasil, EUA, 2018), de Boots Riley

11 - Melhor Primeiro Roteiro: Bo Burnham, por "Oitava Série" (Eighth Grade, EUA, 2018), de Bo Burnham

12 - Melhor Filme Internacional: "Roma" (Idem, México/EUA, 2018), de Alfonso Cuarón

13 - Melhor Documentário: "Won't You Be My Neighbor?" (Sem título no Brasil, EUA, 2018), de Morgan Neville

14 - Prêmio John Cassavetes: "On the Seventh Day" (Sem título no Brasil, EUA, 2017), de Jim McKay

15 - Prêmio Robert Altman: "Suspíria - A Dança do Medo".

(Foto: Google Imagens/vertentesdocinema.com)

23 de fevereiro de 2019

FRAMBOESA DE OURO 2019: Os Piores de Hollywood em 2018

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A 39ª edição dos antiprêmios Golden Raspberry (Franboesa de Ouro), também conhecidos como Razzie, aconteceu hoje em Los Angeles. Quatro troféus foram para "Holmes and Watson", inclusive o de pior filme e o de pior diretor para Etan Cohen, que não tem qualquer parentesco com Ethan Coen, que continua a realizar filmes admiráveis, em parceria com seu irmão Joel Coen.
A seguir, a lista dos infelizes aquinhoados:

1 - Pior Filme: "Holmes and Watson" (Sem título no Brasil, EUA, 2018)

2 - Pior Diretor: Etan Cohen, por "Holmes and Watson"

3 - Pior Atriz: Melissa McCarthy, por "Alma da Festa" (Life of the Party, EUA, 2018), de Ben Falcone, e "Crimes em Happytime" (The Happytime Murders, China/EUA, 2018), de Brian Henson

4 - Pior Ator: Donald J. Trump (como ele mesmo), por "Death of a Nation" (Sem título no Brasil, EUA, 2018), de Dinesh D'Souza e Bruce Schooley, e "Faherenheit 11/9" (Sem título no Brasil, EUA, 2018), de Michael Moore

5 - Pior Atriz Coadjuvante: Kellyanne Conway (como ela mesma), por "Fahrenheit 11/9"

6 - Pior Ator Coadjuvante: John C. Reilly, por "Holmes and Watson"

7 - Pior Dupla da Tela: Donald J. Trump e Sua Mesquinharia que se Autoperpetua, por "Death of a Nation" e "Fahrenheit 11/9"

8 - Pior Roteiro: Niall Leonard, por "Cinquenta Tons de Liberdade" (Fifty Shades Freed, EUA, 2018), de James Foley

9 - Pior Remake, Rip-Off ou Sequência: "Holmes and Watson".

(Foto: Google Imagens/maisclube.com.br)

21 de fevereiro de 2019

CLAUDE GORETTA (1929-2019), Diretor

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O diretor e roteirista suíço Claude Goretta morreu no dia 20 de fevereiro, em Genebra, Suíça, aos 89 anos.

Suíço de língua francesa, Goretta foi mais ativo na TV, onde começou e terminou. No cinema, realizou cerca de uma dezena de filmes, entre 1970 e 1992, sempre com a sua participação no roteiro.

Somente dois de seus filmes tiveram lançamento no Brasil, e são dois belos filmes, que foram premiados no Festival de Cannes: "O Convite" (L'invitation, Suíça/França, 1973), que lhe deu o Prêmio do Júri e o Prêmio Internacional para filme dramático, e "Um Amor Tão Frágil" (La dentellière, França/Suíça/Alemanha Ocidental, 1977), que lhe valeu o Prêmio do Júri Ecumênico.

Claude Goretta nasceu em 26 de junho de 1929, em Genebra, Suíça. Tinha um filho chamado Lucas Goretta.

(Foto: Isabelle Huppert em "Um Amor Tão Frágil" - Google Imagens/maringa.com)