3 de novembro de 2016

Mostra de São Paulo premia filme venezuelano


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A 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, encerrada no último dia 2, concedeu à produção venezuelana "El amparo" o prêmio de melhor filme de ficção. O filme foi apresentado na seção Competição Novos Diretores.
A seguir, a lista dos vencedores nas diversas premiações:

A) PRÊMIO DO JÚRI INTERNACIONAL

1 - Melhor filme: "El amparo" (Venezuela, 2016), de Rober Calzadilla

2 - Menção honrosa: atriz Mirjana Karanovic, por "A Boa Esposa" (Dobra zena, Sérvia/Bósnia e Herzegovina/Croácia, 2016), de Mirjana Karanovic, e atriz Lene Cecilia Spark, por "Sámi Blood" (Sameblod, Suécia/Noruega/Dinamarca, 2016), de Amanda Kernell

3 - Prêmio Abbas Kiarostami: "MAAT" (Irã, 2016), de Saba Kezemi

B) PRÊMIO DO PÚBLICO

1 - Melhor filme de ficção internacional: "The Handmaiden" (Ah-ga-ssi, Coreia do Sul, 2016), de Park Chan-wook

2 - Melhor documentário internacional: "Gurumbé - Canciones de tu memoria negra"(Espanha, 2016), de Miguel Ángel Rosales, e "Gaga - O Amor pela Dança" (Mr. Gaga, Israel/Suécia/Alemanha/Holanda, 2015), de Tomer Heymann

3 - Melhor filme brasileiro de ficção: "Era o Hotel Cambridge" (Brasil/ França, 2016), de Eliane Caffé

4 - Melhor documentário brasileiro: "Martírio" (Brasil, 2016), de Vincent Carelli

C) PRÊMIO DA CRÍTICA

1 - Melhor filme internacional: "Depois da Tempestade" (Umi yori mo mada fukaku, Japão, 2016)), de Hirokazu Koreeda

2 - Melhor filme brasileiro: "Pitanga" (Brasil, 2016), de Beto Brant e Camila Pitanga

D) PRÊMIO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ROTEIRISTAS E AUTORES

Melhor roteiro: Rober Calzadilla, por "El amparo"

E) PRÊMIO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRÍTICOS DE CINEMA (ABRACCINE)

Melhor filme: "Mulher do Pai" (Brasil/Uruguai, 2016), de Cristiane Oliveira.

2 de novembro de 2016

FERN BUCHNER (1929-2016), maquiadora


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A maquiadora americana Fern Buchner morreu no dia 23 de setembro, em Henderson, Nevada, aos 87 anos.

Artista da maquiagem, Buchner começou sua carreira no cinema em 1971 e participou de mais de 60 produções até 1998. Uma particularidade interessante é que ela trabalhou em 19 filmes de Woody Allen, tendo começado com "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (Annie Hall, 1977) e encerrado com "Todos Dizem Eu Te Amo" (Everyone Says I Love You, 1996), passando por "Manhattan" (Idem, 1979), "Zelig" (Idem, 1983), "Hannah e Suas Irmãs" (Hannah and Her Sisters, 1986), "A Era do Rádio" (Radio Days, 1987), "Crimes e Pecados" (Crimes and Misdemeanors, 1989), "Poderosa Afrodite" (Mighty Aphrodite, 1995) e outros.

Na sua filmografia estão também "Todos os Homens do Presidente" (All the President's Men, 1976), "O Show Deve Continuar" (All That Jazz, 1979), "Os Vivos e os Mortos" (The Dead, 1987), "Wall Street - Poder e Cobiça" (Wall Street, 1987), "Edward Mãos de Tesoura" (Edward Scissorhands, 1990) e "A Família Addams" (The Addams Family, 1991).

Fern Buchner nasceu em 1929, nos EUA. Nos últimos 19 anos, teve por companheiro Dave Miller. Tinha três filhos.

(Foto: A Família Addams - Google Imagens.)

31 de outubro de 2016

VLADIMIR ZELDIN (1915-2016), ator


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O lendário ator russo Vladimir Zeldin morreu hoje, em Moscou, aos 101 anos.

Zeldin estreou no cinema em 1941 e atuou em 35 filmes até 2015. Mas apenas dois de seus filmes, ambos do tempo da União Soviética, tiveram lançamento no Brasil: "Encontraram-se em Moscou" (Svinarka i pastukh, 1941), que foi o seu primeiro filme, e "Tio Vânia" (Dyadya Vanya, 1971). Em 2014, ele recebeu um prêmio honorário Nika.

Vladimir Mikhailovich Zeldin nasceu em 10 de fevereiro de 1915, em Koslov, Império Russo (no tempo dos czares, portanto), hoje Michurinsk, Rússia. Em 2005, recebeu do presidente Vladimir Putin a comenda Ordem do Kremlin. Em 2016, foi incluído no Guinness Book (livro dos recordes) como único ator em atividade aos 100 anos. Deixou viúva Ivetta Kapralova, mulher do seu segundo casamento.

(Foto: Google Imagens.)

28 de outubro de 2016

DIB LUTFI (1936-2016), diretor de fotografia


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O diretor de fotografia brasileiro Dib Lutfi morreu no dia 26 de outubro, no Rio de Janeiro, aos 80 anos. Ele estava internado para se tratar de uma pneumonia e sofria do mal de Alzheimer em estágio avançado.

Dib começou sua carreira como câmera da TV Rio, em 1957, mas no início da década seguinte já estava trabalhando no cinema, vindo a se tornar o mais importante fotógrafo do cinema brasileiro de todos os tempos. Foi o responsável pela fotografia de mais de 70 filmes, muitas vezes atuando ao mesmo tempo como diretor de fotografia e cinegrafista (operador de câmera). Por três vezes foi premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, pela fotografia dos filmes "Fome de Amor" (1968), de Nelson Pereira dos Santos, "Os Deuses e os Mortos" (1970), de Ruy Guerra, e "A Lira do Delírio" (1978), de Walter Lima Jr.

A sua vasta filmografia inclui também "Fábula" (Mitt hem är Copacabana, Suécia, 1965), de Arne Sucksdorff, "Terra em Transe" (1967), de Glauber Rocha, "Edu, Coração de Ouro" (1968), de Domingos de Oliveira, "Os Herdeiros" (1970), de Carlos Diegues, "Juliana do Amor Perdido" (1970), de Sérgio Ricardo, "Como Era Gostoso o Meu Francês" (1971), de Nelson Pereira dos Santos, "O Casamento" (1976), de Arnaldo Jabor, "Pra Frente, Brasil" (1982), de Roberto Farias, "Juventude" (2008), de Domingos de Oliveira, e "Profana" (2011), de João Rocha, com o qual encerrou sua carreira no cinema.

Tivemos a sorte de conhecer Dib Lutfi pessoalmente, quando ele esteve em Piracanjuba, Goiás, para a tomada de cenas de "O Azarento - Um Homem de Sorte" (1973), de João Bennio, filme do qual ele foi diretor de fotografia e cinegrafista. Durante os dias em que a equipe do filme esteve em Piracanjuba, de 31 de julho a 4 de agosto de 1971, pudemos nos relacionar com ele e constatar o quanto ele era simpático, gentil, carismático. Na ocasião, ele tinha por companheira a alemã Christa Meyssner, que ele havia conhecido na Alemanha, quando fotografou o filme "Das Unheil" (1972). Em Piracanjuba, ele recebeu um telefonema informando-o de que havia sido premiado no Festival de Cinema e Juventude de Grenoble, na França, pela fotografia de "Os Deuses e os Mortos".

Ele era o melhor operador com a câmera na mão de que se tem notícia, sendo chamado por seus colaboradores de homem-grua. Para uma cena de "O Azarento", em Goiânia, ele filmou descendo um tobogã de costas, apoiado nas costas de um rapaz, por duas vezes. Precisou repetir a tomada porque, da primeira vez, não calculou bem a força necessária para sustentar o peso da câmera e, quando chegou ao chão, a câmara baixou demais e pegou as suas botas. Da segunda vez, ele se levantou e continuou filmando.

Dib Lutfi nasceu em 22 de setembro de 1936, em Marília, São Paulo. Nos últimos cinco anos, acometido pelo mal de Alzheimer, vivia no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro. Era irmão do músico e cineasta Sérgio Ricardo (João Lutfi). Tinha um filho chamado Antonio.

(Foto: Google Imagens.)


27 de outubro de 2016

MICHAEL MASSEE (1955-2016), ator


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O ator americano Michael Massee morreu de câncer no dia 20 de outubro, em Los Angeles, aos 61 anos.

Quis o destino que Massee ficasse mais conhecido por ter matado, acidentalmente, o ator Brandon Lee (1965-1993) - filho do lendário ator americano, especialista em lutas marcais, Bruce Lee (1940-1973) -, nas filmagens de "O Corvo" (The Crow, 1994). A arma que ele usou em cena, em vez de estar carregada com cartucho de festim, continha bala de verdade.

Sua filmografia conta com mais de 30 títulos, entre os quais estão "Seven - Os Sete Crimes Capitais" (Se7en, 1995), "Estrada Perdida" (Lost Highway, 1997), "Vidas em Jogo" (The Game, 1997), "Amistad" (Idem, 1997), "O Espetacular Homem-Aranha" (The Amazing Spider-Man, 2012) e "O Espetacular Homem-Aranha 2 - A Ameaça de Eletro" (The Amazing Spider-Man 2, 2014).

Michael Massee nasceu em 16 de agosto de 1955, em Kansas City, Missouri. Deixou viúva Ellen Massee, com quem tinha um casal de filhos.

(Foto: Google Imagens.)

14 de outubro de 2016

ORIVAL PESSINI (1944-2016), ator


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O ator e comediante brasileiro Orival Pessini morreu de câncer na madrugada de 14 de outubro, em São Paulo. Tinha 72 anos.

Pessini ficou mais conhecido por seu trabalho na TV, em programas como "Planeta dos Homens", "Balão Mágico" e "Escolinha do Professor Raimundo". Ele foi o criador do personagem Fofão, com o qual fez sucesso na TV e também no cinema. Sua filmografia conta com apenas cinco filmes: "O Supermanso" (1974), "O Guarani" (1979), "As Apatralhadas do Fofão" (1987), "Fofão - A Nave sem Rumo" (1988) e "Carrossel: O Filme" (2015).

Orival Pessini nasceu em 6 de agosto de 1944, em São Paulo (SP). Era divorciado e tinha um filho.

(Foto: Google Imagens.)

13 de outubro de 2016

PATRICIA BARRY (1922-2016), atriz


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A atriz americana Patricia Barry morreu no dia 11 de outubro, em Los Angeles, de causas naturais. Tinha 93 anos.

Ela começou sua carreira no cinema em 1946, com o nome Patricia White, e atuou em 19 filmes até 1950. Entre os filmes dessa época estão "Os Dedos da Morte" (The Beast with Five Fingers, 1946), "Meu Único Amor" (The Man I Love, 1947), "O Naufrágio do Hesperus" (The Wreck of the Hesperus, 1948) e "O Czar Negro" (The Undercover Man, 1949).

Em 1950, após se casar com o produtor Philip Barry Jr. (1923-1998), ela adotou o nome Patricia Barry e deu início a uma longa carreira na TV, só atuando no cinema ocasionalmente. Dos 11 filmes em que apareceu desde então até 2014, merecem ser citados "Não Me Mandem Flores" (Send Me No Flowers, 1964), "Coração Querido" (Dear Heart, 1964), "Só o Casamento nos Separa" (The Marriage of a Young Stockbroker, 1971) e "Vítimas de uma Paixão" (Sea of Love, 1989).

Patricia Allen White nasceu em 16 de novembro de 1922, em Davenport, Iowa. Era viúva e mãe de duas filhas, uma das quais é a roteirista e produtora para a TV Miranda Barry.

(Foto: Google Imagens.)

10 de outubro de 2016

ANDRZEJ WAJDA (1926-2016), diretor


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O diretor e roteirista polonês Andrzej Wajda morreu no dia 9 de outubro, em Varsóvia, de insuficiência pulmonar. Tinha 90 anos.

O mais importante cineasta de seu país, Wajda estreou na direção com "Geração" (Pokolenie, 1955) e, na sequência, realizou dois filmes que fizeram grande sucesso internacional, ambos sobre a ocupação nazista da Polônia: "Kanal" (Idem, 1957), que ganhou o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes, e "Cinzas e Diamantes" (Popiól i diament, 1958), que recebeu o prêmio da crítica internacional (Fipresci) no Festival de Veneza.

Sua ampla filmografia inclui também "Terra Prometida" (Ziemia obiecana, 1975), premiado nos Festivais de Moscou, na Rússia, e de Valladolid, na Espanha, "O Homem de Mármore" (Czlowiek z marmoru, 1977), que lhe garantiu outro prêmio Fipresci em Cannes, "Sem Anestesia" (Bez znieczulemia, 1978), que recebeu o Prêmio do Júri Ecumênico em Cannes, "O Maestro" (Dyrygent, 1980), agraciado no Festival de San Sebastián, na Espanha, com os prêmios Fipresci e OCIC, "O Homem de Ferro" (Czlowiek z zelaza, 1981), que conquistou a Palma de Ouro de melhor filme em Cannes, e "Katyn" (Idem, 2007). No ano 2000, ele ganhou um Oscar honorário pelo conjunto da obra.

Sempre atento à história de seu país, Wajda tratou muitas vezes em seus filmes tanto da ocupação nazista quanto da ocupação soviética na Polônia. No filme "O Maestro", por exemplo, ele compara os estilos de liderança de dois maestros: um age democraticamente e o outro tem um comportamento autoritário, como é típico dos líderes comunistas. Em "Katyn", ele trata da história de milhares de oficiais do Exército polonês, inclusive o seu próprio pai, que foram assassinados pela KGB soviética, em 1940, na Floresta de Katyn.

Andrzej Witold Wajda nasceu em 6 de março de 1926, em Suwalki, Polônia. Foi eleito senador para o período de 1989 a 1991. Deixou viúva a atriz e figurinista Krystyna Zachwatowicz, mulher do seu quarto casamento. Era pai da atriz Karolina Wajda, filha do seu terceiro casamento.

(Foto: Google Imagens.)

5 de outubro de 2016

'Que Horas Ela Volta?' é o vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro


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A 15ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, da Academia Brasileira de Cinema, que aconteceu no dia 4 de outubro, no Rio de Janeiro, consagrou o filme "Que Horas Ela Volta?" com sete troféus, incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor atriz. O segundo filme mais premiado foi "Chatô - O Rei do Brasil", de Guilherme Fontes.
A seguir, a lista dos longas-metragens premiados:

1 - Melhor filme (ficção): "Que Horas Ela Volta?"

2 - Melhor filme (documentário): "Chico - Artista Brasileiro", de Miguel Faria Jr.

3 - Melhor filme (comédia): "Infância", de Domingos de Oliveira

4 - Melhor filme (animação): "Até que a Sbórnia Nos Separe", de Otto Guerra

5 - Melhor filme (eleito pelo público): "Que Horas Ela Volta?"

6 - Melhor diretor: Anna Muylaert, por "Que Horas Ela Volta?"

7- Melhor atriz: Regina Casé, por "Que Horas Ela Volta?"

8- Melhor ator: Marco Ricca, por "Chatô - O Rei do Brasil"

9- Melhor atriz coadjuvante: Camila Márdila, por "Que Horas Ela Volta?"

10- Melhor ator coadjuvante: Chico Anysio, por "A Hora e a Vez de Augusto Matraga"

11 - Melhor fotografia (empate): Adrian Teijido, por "Órfãos do Eldorado", e Mauro Pinheiro Jr., por "Sangue Azul"

12 - Melhor roteiro original: Anna Muylaert, por "Que Horas Ela Volta?"

13 - Melhor roteiro adaptado: Guilherme Fontes, João Emanuel Carneiro e Matthew Robbins, por "Chatô - O Rei do Brasil"

14 - Melhor direção de arte: Gualter Pupo, por "Chatô - O Rei do Brasil"

15 - Melhor figurino: Rita Murtinho, por "Chatô - O Rei do Brasil"

16 - Melhor maquiagem: Maria Lúcia Mattos e Martín Macias Trujillo, por "Chatô - O Rei do Brasil"

17 - Melhores efeitos visuais: Robson Sartori, por "A Estrada 47"

18 - Melhor montagem (ficção): Karen Harley, por "Que Horas Ela Volta?"

19 - Melhor montagem (documentário): Diana Vasconcellos, por "Chico - Artista Brasileiro"

20 - Melhor som: Bruno Fernandes e Rodrigo Noronha, por "Chico - Artista Brasileiro"

21 - Melhor trilha sonora original: Zbgniew Preisner, por "A História da Eternidade"

22 - Melhor trilha sonora: Luiz Claudio Ramos, a partir da obra de Chico Buarque, por "Chico - Artista Brasileiro"

23 - Melhor filme estrangeiro: "O Sal da Terra" (The Salt of the Earth, França/Brasil/Itália, 2014), de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado.

25 de setembro de 2016

BILL NUNN (1953-2016), ator


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O ator americano Bill Nunn morreu de câncer no dia 24 de setembro, em Pittsburgh, Pensilvânia. Tinha 62 anos.

Ator coadjuvante notável, Nunn tornou-se mais conhecido por ter atuado em quatro filmes de Spike Lee, "Lute pela Coisa Certa" (School Daze, 1988), "Faça a Coisa Certa" (Do the Right Thing, 1989), "Mais e Melhores Blues" (Mo' Better Blues, 1990) e "Jogada Decisiva" (He Got Game, 1998), e por ter interpretado um editor do jornal Clarim Diário nos três primeiros filmes da franquia Homem-Aranha: "Homem-Aranha" (Spider-Man, 2002), "Homem-Aranha 2" (Spider-Man 2, 2004) e "Homem-Aranha 3" (Spider-Man 3, 2007), todos dirigidos por Sam Raimi.

Na sua filmografia de mais de 40 títulos, constam também "Mudança de Hábito" (Sister Act, 1992), "O Poder da Sedução" (The Last Seduction, 1994), "Coisas para se Fazer em Denver Quando Você Está Morto" (Things to Do in Denver When You're Dead, 1995), "A Lenda do Pianista do Mar" (La leggenda del pianista sull'oceano, 1998) e "O Júri" (Runaway Jury, 2003).

William Goldwyn Nunn III nasceu em 20 de outubro de 1953, em Pittsburgh, Pensilvânia. Deixou viúva Donna Anne Watts, com quem tinha duas filhas.
(Foto: Google Imagens.)

22 de setembro de 2016

CHICA LOPES (1925-2016), atriz


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A atriz brasileira Chica Lopes morreu no dia 11 de setembro, em São Carlos, São Paulo, aos 90 anos.
Ela começou sua carreira no teatro, em 1950, e era mais conhecida por seu trabalho na TV. No cinema, apareceu em apenas cinco filmes: "Tiradentes, o Mártir da Independência" (1977), "Força Estranha" (1980), "A Noite das Depravadas" (1981), "Médium" (1983) e "Cafundó" (2005).
Francisca da Conceição Lopes de Oliveira nasceu em 8 de dezembro de 1925, em São Carlos (SP). Era viúva e tinha uma filha.
(Foto: Google Imagens.)

21 de setembro de 2016

CURTIS HANSON (1945-2016), diretor


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O diretor, produtor e roteirista americano Curtis Hanson morreu no dia 20 de setembro, em Los Angeles, de causas naturais. Tinha 71 anos e sofria de uma doença degenerativa denominada, em inglês, "Frontotemporal Degeneration".
Hanson começou sua carreira no cinema como roteirista, em 1970, e assim participou de produções importantes como "O Sócio do Silêncio" (The Silent Partner, 1978), de Daryl Duke, "O Cão Branco" (White Dog, 1982), de Samuel Fuller, e "Os Lobos Não Choram" (Never Cry Wolf, 1983), de Carroll Ballard. Como diretor, realizou 14 filmes, dentre os quais se destacam "Uma Janela Suspeita" (The Bedroom Window, 1987), "A Mão que Balança o Berço" (The Hand That Rocks the Cradle, 1992), "Los Angeles - Cidade Proibida" (L. A. Confidential, 1997), seu melhor filme e que lhe deu o Oscar de melhor roteiro e o prêmio do Sindicato dos Roteiristas da América, "Garotos Incríveis" (Wonder Boys, 2000), "8 Mile - Rua das Ilusões" (8 Mile, 2002) e "Tudo por um Sonho" (Chasing Mavericks, 2012), que, por causa do seu adoecimento, teve de ser concluído por Michael Apted.
Curtis Lee Hanson nasceu em 24 de março de 1945, em Reno, Nevada. Tinha um filho com a companheira, a também produtora Rebecca Yeldham.
(Foto: Google Imagens.)

19 de setembro de 2016

CHARMIAN CARR (1942-2016), atriz


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A atriz americana Charmian Carr morreu no dia 17 de setembro, em Los Angeles, de um tipo raro de demência. Tinha 73 anos.
Charmian ficou famosa no cinema por ter atuado em apenas um filme. Mas trata-se de "A Noviça Rebelde" (The Sound of Music, 1965), de Robert Wise, que conquistou cinco Oscars, além de outros prêmios. Ela encarnou Liesl, a filha mais velha do capitão Von Trapp. Depois, só apareceu em um filme para a TV e resolveu abandonar a carreira de atriz para trabalhar como designer de interiores.
Charmian Anne Farnon nasceu em 27 de dezembro de 1942, em Chicago, Illinois. Pertencente a uma família de artistas, era filha da atriz Rita Oehmen (1917-1995) e do maestro Brian Farnon (1911-2010), irmã das atrizes Shannon Farnon e Darleen Carr, e sobrinha dos compositores Dennis Farnon e Robert Farnon (1917-2005). Era divorciada e tinha duas filhas.
(Foto: Google Imagens.)