19 de dezembro de 2016

ZSA ZSA GABOR (1917-2016), atriz


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A celebridade e atriz húngara Zsa Zsa Gabor morreu no dia 18 de dezembro, em Los Angeles, de ataque cardíaco. Tinha 99 anos.

Zsa Zsa (pronuncia-se Já Já) sempre foi mais uma celebridade do que atriz. E uma celebridade da pá virada, com nove casamentos no currículo e uma quantidade de declarações controversas sobre os homens. Ganhou epítetos pouco ou nada lisonjeiros como "especialista na arte de ser famosa" e "prostituta mais cara de Hollywood". É dela a seguinte declaração: "Ser amada é uma força. Amar é uma fraqueza".

Sua filmografia conta 32 títulos, em parte dos quais interpretou a si mesma. Cerca de metade de seus filmes são da década de 1950, quando ainda era possuidora de grande beleza. Entre seus filmes estão "O Amor Nasceu em Paris" (Lovely to Look At, 1952), que marcou sua estreia no cinema, "Moulin Rouge" (Idem, 1952), Lili" (Idem, 1953), "O Rei do Circo" (3 Ring Circus, 1954), "A Marca da Maldade" (Touch of Evil, 1958), "Pepe" (Idem, 1960), "Corra que a Polícia Vem Aí 2 1/2" (The Naked Gun 2 1/2: The Smell of Fear, 1991) e "A Volta da Família Sol Lá Si Dó" (A Very Brady Squel, 1996), que registrou sua última aparição no cinema.

Em 1958, ela ganhou um Globo de Ouro como a atriz mais glamourosa e, em 1960, uma estrela na Calçada da Fama, por seu trabalho na TV.

Nasceu Sári Gábor em 6 de fevereiro de 1917, em Budapeste, Hungria, que fazia parte do Império Austro-Húngaro. Foi eleita Miss Hungria em 1936. Deixou viúvo o "soi-disant" príncipe alemão Frederic Prinz von Anhalt, seu nono marido. Teve uma filha do seu segundo casamento, a atriz Francesca Hilton (1947-2015).

(Foto: Google Imagens.)

18 de dezembro de 2016

'Sully - O Herói do Rio Hudson' (Sully, 2016), de Clint Eastwood


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Hoje em dia, são poucos os diretores que conseguem imprimir emoção verdadeira em um filme. Clint Eastwood é um deles, talvez o melhor de todos. Seu filme “Sully – O Herói do Rio Hudson”, atualmente em cartaz no Brasil, comprova isso.

Como pode um diretor pegar uma história surrada, cujo final todo mundo sabe de antemão, e fazer o espectador se interessar pelo seu desenrolar e, ainda por cima, provocar emoção ao longo do enredo? Só mesmo o velho e bom Clint, com seus 86 anos de vida e grandes filmes no currículo, para se sair bem de um empreendimento assim.

Mas mesmo um bom diretor precisa ter em mãos um roteiro bem tramado. E Clint contou com um trabalho primoroso do roteirista Todd Komarnicki, que soube tecer a narrativa com idas e vindas de um fato que durou, na realidade, apenas 208 segundos: o acidente com o avião A320, do Voo 1549 da US Airways, que saía de Nova York e cujo piloto precisou fazer um pouso forçado no Rio Hudson, salvando a si mesmo e outras 154 pessoas. O fato se deu em 15 de janeiro de 2009.

No papel do piloto, o talentoso Tom Hanks entrega uma interpretação sóbria, na medida certa. É convincente em cada detalhe, mas sobretudo ao duvidar de si mesmo após ser acusado de negligência pela cúpula da empresa de aviação.

O filme foca no processo investigativo que o Conselho de Segurança de Transportes Nacionais move contra o piloto, por considerar que ele descumpriu suas normas, a despeito de sua ação ter sido bem-sucedida. O processo coloca um homem, considerado herói pelas pessoas comuns, contra um sistema composto de tecnocratas, que usam os recursos de que dispõem com o fim de condená-lo.

Temos, portanto, o caso de uma pessoa enfrentando uma engrenagem desumana. Jogando com esses dois polos da história, e encaixando as falas certas nos momentos adequados, o filme apresenta momentos de grande empatia com o espectador e, mais que isso, consegue tornar a história altamente comovente.

Nós, humanos, somos seres mentalmente frágeis. Podemos ser presas fáceis de malandros ou de poderosos que nos manipulam a seu bel-prazer. Por acreditar em ideias estúpidas, pessoas podem morrer ou matar, e até infelicitar uma nação inteira. Mas, em determinadas situações, só o indivíduo solitário pode tomar uma decisão salvadora. É a pessoa certa, no lugar e na hora certos. Foi o caso do piloto Chesley ‘Sully’ Sullenberger, segundo esse belo filme de Clint Eastwood.

17 de dezembro de 2016

ANDREA TONACCI (1944-2016), diretor


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O diretor brasileiro Andrea Tonacci morreu no dia 16 de dezembro, em São Paulo, de câncer no Pâncreas. Tinha 72 anos.

Tonacci foi um cineasta bissexto e esteve associado ao chamado cinema marginal, movimento que se contrapôs ao cinema novo, dominante nos anos 1960 e 1970. Seu filme "Bang Bang" (1971) é considerado um marco do cinema marginal.

Sua escassa filmografia conta apenas cinco longas-metragens, três dos quais são documentários: "Jouez Encore,  Payez Encore" (1975), "Serras da Desordem" (2006), que ganhou o prêmio de melhor filme do Festival de Gramado, assim também o da Associação Paulista de Críticos de Arte, e "Já Visto Jamais Visto" (2014).

Seu curta-metragem "Blablablá" (1968) recebeu o prêmio de melhor curta do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Andrea Tonacci nasceu em 1944, em Roma, Itália, mas migrou para o Brasil com nove anos de idade.

(Foto: Cena de "Bang Bang" - Google Imagens.)

16 de dezembro de 2016

OSCAR 2017: A Lista dos Pré-Selecionados a Melhor Filme em Língua Estrangeira


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A Academia de Artes e Ciências Cinematográfica dos EUA divulgou ontem a lista dos nove filmes que concorrem a uma das cinco indicações para melhor filme em língua estrangeira. Ficou de fora o filme indicado pelo Brasil, "Pequeno Segredo", de David Schurmann.
A seguir, a relação dos nove concorrentes:

1 - Pela Austrália: "Tanna" (Sem título no Brasil, Austrália/Vanuatu, 2015), de Martin Butler e Bentley Dean

2 - Pelo Canadá: "É Apenas o Fim do Mundo" (It's Only the End of the World, Canadá/França, 2016), de Xavier Dolan

3 - Pela Dinamarca: "Terra de Minas" (Under sandet, Dinamarca/ Alemanha, 2015), de Martin Zandvliet

4 - Pela Alemanha: "Toni Erdmann" (Idem, Alemanha/Áustria/ Romênia, 2016), de Maren Ade

5 - Pelo Irã: "O Apartamento" (Forushande, Irã/França, 2016), de Asghar Farhadi

6 - Pela Noruega: "Kongens Nei" (Sem título no Brasil, Noruega, 2016), de Erik Poppe

7 - Pela Rússia: "Ray" (Sem título no Brasil, Rússia/Alemanha, 2016), de Andrei Konchalovsky

8 - Pela Suécia: "Um Homem Chamado Ove" (En man som heter Ove, Suécia, 2015), de Hannes Holm

9 - Pela Suíça: "Ma vie de Courgette" (Sem título no Brasil, Suíça/França, 2016), de Claude Barras.

15 de dezembro de 2016

Os 25 Filmes Escolhidos pela Biblioteca do Congresso Americano em 2016


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Desde 1989, todo mês de dezembro a Biblioteca do Congresso dos EUA seleciona 25 filmes que considera relevantes por sua importância cultural, histórica ou estética, e assume a responsabilidade pela sua preservação.
A seguir, a lista dos filmes selecionados neste ano:

1 - "The Musketeers of Pig Alley" (Curta-metragem, sem título no Brasil, 1912), de D. W. Grifith

2 - "20.000 Léguas Submarinas" (20,000 Leagues Under the Sea, 1916), de Stuart Paton

3 - "Rev. S. S. Jones Home Movies" (Curta-metragem em 16 mm, sem título no Brasil, 1924-26), de Salomon Sir Jones

4- "Marinheiro de Encomenda" (Steamboat Bill Jr., 1928), de Charles Reisner

5- "The Beau Brummels" (Curta-metragem de uma apresentação no teatro, sem título no Brasil, 1928)

6- "Horizonte Perdido" (Lost Horizon, 1937), de Frank Capra

7- "Bola de Fogo" (Ball of Fire, 1941), de Howard Hawks

8- "Um Passeio ao Sol" (A Walk in the Sun, 1945), de Lewis Milestone

9- "Sementes de Violência" (Blackboard Jungle, 1955), de Richard Brooks

10- "Vidas Amargas" (East of Eden, 1955), de Elia Kazan

11 - "Os Pássaros" (The Birds, 1963), de Alfred Hitchcock

12 - "À Queima-Roupa" (Point Blank, 1967), de John Boorman

13 - "Funny Girl - A Garota Genial" (Funny Girl, 1968), de William Wyler

14 - "Putney Swope" (Sem título no Brasil, 1969), de Robert Downey Sr.

15 - "Time and Dreams" (1976) - Obs.: Sem mais informações.

16 - "The Decline of Western Civilization" (Documentário, sem título no Brasil, 1981), de Penelope Spheeris

17 - "Suzanne, Suzanne" (Documentário de curta-metragem, sem título no Brasil, 1982), de Camille Billops e James Hatch

18 - "The Atomic Cafe" (Documentário, sem título no Brasil, 1982), de Jayne Loader, Kevin Raffery e Pierce Raffery

19 - "Clube dos Cinco" (The Breakfast Club, 1985), de John Hughes

20 - "A Princesa Prometida" (The Princess Bride, 1987), de Rob Reiner

21 - "Uma Cilada para Roger Rabbit" (Who Framed Roger Rabbit, 1988), de Robert Zemeckis

22 - "Paris Is Burning" (Documentário, sem título no Brasil, 1990), de Jennie Livingston

23 - "Thelma & Louise" (Idem, 1991), de Ridley Scott

24 - "O Rei Leão" (The Lion King, 1994), de Roger Allers e Rob Minkoff

25 - "Três É Demais" (Rushmore, 1998), de Wes Anderson.

BERNARD FOX (1927-2016), ator


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O ator característico britânico Bernard Fox morreu no dia 14 de dezembro, em Los Angeles, de insuficiência cardíaca. Tinha 89 anos.

Fox começou sua carreira no cinema britânico, mas logo estava trabalhando em Hollywood. Apareceu em cerca de 30 filmes, entre os quais estão "O Espia de Duas Caras" (The Two-Headed Spy, 1958), "O Mais Longo dos Dias" (The Longest Day, 1962), "Jake Grandão" (Big Jake, 1971), "Titanic" (Idem, 1997) e "A Múmia" (The Mummy, 1999), que foi seu último trabalho no cinema.

Nasceu Bernard Lawson em 11 de maio de 1927, em Port Talbot, País de Gales. Era especialista em história do teatro, além de se dedicar à mágica, à jardinagem e à pintura de paisagens. Deixou viúva a mulher com quem tinha duas filhas.

(Foto: Google Imagens.)

13 de dezembro de 2016

JOAN CARROLL (1932-2016), atriz


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A atriz infantil americana Joan Carroll morreu no dia 16 de novembro, em Puerto Vallarta, México, aos 85 anos.

Joan estreou no cinema aos cinco anos de idade e só foi atriz enquanto era criança, às vezes desempenhando papéis importantes. Atuou em 17 filmes de 1937 a 1945.

Na sua filmografia estão "Mr. Moto Chega a Tempo" (Mr. Moto's Last Warning, 1939), "Quero Ser Feliz" (Primrose Path, 1940), "Senhorita Amabilidade" (Obliging Young Lady, 1942), no qual foi a protagonista, "Agora Seremos Felizes" (Meet Me in St. Louis, 1944), como Agnes Smith, irmã de Judy Garland, seu papel mais famoso no cinema, e "Os Sinos de Santa Maria" (The Bells of St. Mary's, 1945), após o qual decidiu abandonar a carreira de atriz.

Joan Marie Felt nasceu em 18 de janeiro de 1931, em Elizabeth, Nova Jersey. Adotou o sobrenome Carroll por considerar que ele soava musical. Teve seu momento de glória também na Broadway. Deixou viúvo James Krack, com quem tinha quatro filhos.

(Foto: Google Imagens.)

12 de dezembro de 2016

GLOBO DE OURO 2017: a lista dos indicados


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A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood divulgou hoje, em Beverly Hills, no condado de Los Angeles, a relação dos indicados ao prêmio Globo de Ouro. Os brasileiros ficaram de fora, mais uma vez. A cerimônia de entrega dos prêmios está prevista para 8 de janeiro.
A seguir, os indicados da área do cinema:

1 - Melhor filme de drama:
a) "Até o Último Homem" (Hacksaw Ridge, Austrália/EUA, 2016), de Mel Gibson
b) "A Qualquer Custo" (Hell or High Water, EUA, 2016), de David Mackenzie
c) "Lion - Uma Jornada para Casa" (Lion, Austrália, 2016), de Garth Davis
d) "Manchester à Beira-Mar" (Manchester by the Sea, EUA, 2016), de Kenneth Lonergan
e) "Moonlight" (Sem título no Brasil, EUA, 2016), de Barry Jenkins

2 - Melhor filme de comédia ou musical:
a) "20th Century Women" (Sem título no Brasil, EUA, 2016), de Mike Mills
b) "Deadpool" (Idem, EUA, 2016), de Tim Miller
c) "Florence - Quem É Essa Mulher?" (Florence Foster Jenkins, Reino Unido, 2016), de Stephen Frears
d) "La La Land - Cantando Estações" (La La Land, EUA, 2016), de Damien Chazelle
e) "Sing Street" (Sem título no Brasil, Irlanda/Reino Unido/EUA, 2016), de John Carney

3 - Melhor diretor:
a) Damien Chazelle, por "La La Land - Cantando Estações"
b) Tom Ford, por "Animais Noturnos" (Nocturnal Animals, EUA, 2016)
c) Mel Gibson, por "Até o Último Homem"
d) Barry Jenkins, por "Moonlight"
e) Kenneth Lonergan, por "Manchester à Beira-Mar"

4 - Melhor ator em drama:
a) Casey Affleck, por "Manchester à Beira-Mar"
b) Joel Edgerton, por "Loving" (Sem título no Brasil, Reino Unido/EUA, 2016)
c) Andrew Garfield, por "Até o Último Homem"
d) Viggo Mortensen, por "Capitão Fantástico" (Captain Fantastic, EUA, 2016)
e) Denzel Washington, por "Um Limite entre Nós" (Fences, EUA, 2016)

5 - Melhor atriz em drama:
a) Amy Adams, por "A Chegada" (Arrival, EUA, 2016)
b) Jessica Chastain, por "Miss Sloane" (Sem título no Brasil, França/ EUA, 2016)
c) Isabelle Huppert, por "Elle" (Idem, França/Alemanha/Bélgica, 2016)
d) Ruth Negga, por "Loving"
e) Natalie Portman, por "Jackie" (Sem título no Brasil, Chile/França/ EUA, 2016)

6 - Melhor ator em Comédia ou musical:
a) Colin Farrell, por "O Lagosta" (The Lobster, Grécia/Irlanda/Holanda/ Reino Unido/França, 2015)
b) Ryan Gosling, por "La La Land - Cantando Estações"
c) Hugh Grant, por "Florence - Quem É Essa Mulher?"
d) Jonah Hill, por "Cães de Guerra" (War Dogs, EUA, 2016)
e) Ryan Reynolds, por "Deadpool"

7 - Melhor atriz em comédia ou musical:
a) Annette Bening, por "20th Century Women"
b) Lily Collins, por "Rules Don't Apply" (Sem título no Brasil, EUA, 2016)
c) Hailee Steinfeld, por "The Edge of Seventeen" (Sem título no Brasil, EUA, 2016)
d) Emma Stone, por "La La Land - Cantando Estações"
e) Meryl Streep, por "Florence - Quem É Essa Mulher?"

8 - Melhor ator coadjuvante:
a) Mahershala Ali, por "Moolinght"
b) Jeff Bridges, por "A Qualquer Custo"
c) Simon Helberg, por "Florence - Quem É Essa Mulher?"
d) Dev Patel, por "Lion - Uma Jornada para Casa"
e) Aaron Taylor, por "Animais Noturnos"

9 - Melhor atriz coadjuvante:
a) Viola Davis, por "Um Limite entre Nós"
b) Naomie Harris, por "Moonlight"
c) Nicole Kidman, por "Lion - Uma Jornada para Casa"
d) Octavia Spencer, por "Estrelas Além do Tempo" (Hidden Figures, EUA, 2016)
e) Michelle Williams, por "Manchester à Beira-Mar"

10 - Melhor filme em língua estrangeira:
a) "Divines" (Sem título no Brasil, França, 2016), de Houda Benyamina
b) "Elle" (Idem, França/Alemanha/Bélgica, 2016), de Paul Verhoeven
c) "Neruda" (Idem, Chile/Argentina/França/Espanha/EUA, 2016), de Pablo Larraín
d) "O Apartamento" (Forushande, Irã/França, 2016), de Asghar Farhadi
e) "Toni Erdmann" (Idem, Alemanha/Áustria/Romênia, 2016), de Maren Ade

11 - Melhor filme de animação:
a) "Moana - Um Mar de Aventuras" (Moana, EUA, 2016), de Ron Clements, Don Hall, John Musker e Chris Williams
b) "Ma vie de courgette" (Sem título no Brasil, Suíça/França, 2016), de Claude Barras
c) "Kubo e as Cordas Mágicas" (Kubo and the Two Strings, EUA, 2016), de Travis Knight
d) "Trolls" (Idem, EUA, 2016), de Walt Dohrn e Mike Mitchell
e) "Zootopia" (Idem, EUA, 2016), de Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush

12 - Melhor roteiro:
a) Damien Chazelle, por "La La Land - Cantando Estações"
b) Tom Ford, por "Animais Noturnos"
c) Barry Jenkins, por "Moonlight"
d) Kenneth Lonergan, por "Manchester à Beira-Mar"
e) Taylor Sheridan, por "A Qualquer Custo"

13 - Melhor trilha musical:
a) Nicholas Britell, por "Moonlight"
b) Justin Hurwitz, por "La La Land - Cantando Estações"
c) Jóhann Jóhannsson, por "A Chegada"
d) Volker Bertelmann e Dustin O'Halloran, por "Lion - Uma Jornada para Casa"
e) Benjamin Wallfisch, Pharrell Williams e Hans Zimmer, por "Estrelas Além do Tempo"

14 - Melhor canção original:
a) "Can't Stop the Feeling" - do filme "Trolls"
b) "City of Stars" - do filme "La La Land - Cantando Estações"
c) "Faith" - do filme "Sing - Quem Canta Seus Males Espanta" (Sing, EUA, 2016)
d) "Gold" - do filme "Ouro e Cobiça" (Gold, EUA, 2016)
e) "How Far I'll Go" - do filme "Moana - Um Mar de Aventuras".

CRITICS' CHOICE 2017: 'La La Land - Cantando Estações' é o grande vencedor


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A cerimônia de entrega dos Critics' Choice Awards aconteceu ontem nos EUA e o filme musical "La La Land - Cantando Estações" conquistou oito troféus, inclusive os de melhor filme e melhor diretor. A premiação, resultante da votação de críticos de cinema e de TV, normalmente ocorre em janeiro do ano seguinte, mas este ano foi antecipada.
A seguir, a lista dos premiados do cinema:

1 - Melhor filme: "La La Land - Cantando Estações" (La La Land, EUA, 2016)

2 - Melhor diretor: Damien Chazelle, por "La La Land - Cantando Estações"

3 - Melhor ator: Casey Affleck, por "Manchester à Beira-Mar" (Manchester by the Sea, EUA, 2016)

4 - Humorista do Ano: Ryan Reynolds

5 - Melhor atriz: Natalie Portman, por "Jackie" (Chile/França/EUA, 2016)

6 - Melhor comédia: "Deadpool" (Idem, EUA, 2016), de Tim Miller

7 - Melhor ator de comédia: Ryan Reynolds, por "Deadpool"

8 - Melhor atriz de comédia: Meryl Streep, por "Florence - Quem É Essa Mulher?" (Florence Foster Jenkins, Reino Unido, 2016)

9 - Melhor ator coadjuvante: Mahershala Ali, por "Moolinght" (EUA, 2016)

10 - Melhor atriz coadjuvante: Viola Davis, por "Um Limite entre Nós" (Fences, EUA, 2016)

11 - Melhor roteiro original: Damien Chazelle, por "La La Land - Cantando Estações"

12 - Melhor roteiro adaptado: Eric Heisserer, por "A Chegada" (Arrival, EUA, 2016)

13 - Melhor filme de ação: "Até o Último Homem" (Hacksaw Ridge, Austrália/EUA, 2016), de Mel Gibson

14 - Melhor ator de filme de ação: Andrew Garfield, por "Até o Último Homem"

15 - Melhor atriz de filme de ação: Margot Robbie, por "Esquadrão Suicida" (Suicide Squad, EUA, 2016)

16 - Melhor montagem: Tom Cross, por "La La Land - Cantando Estações"

17 - Melhor fotografia: Linus Sandgren, por "La La Land - Cantando Estações"

18 - Melhor trilha musical: Justin Hurwitz, por "La La Land - Cantando Estações"

19 - Melhor figurino: Madeline Fontaine, por "Jackie"

20 - Melhor design de produção: David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco, por "La La Land - Cantando Estações"

21 - Melhor maquiagem e cabelo: "Jackie"

22 - Melhores efeitos visuais: "Mogli, o Menino Lobo" (The Jungle Book, Reino Unido/EUA, 2016)

23 - Melhor canção: "City of Stars", do filme "La La Land - Cantando Estações"

24 - Melhor filme de animação: "Zootopia" (Idem, EUA, 2016), de Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush

25 - Melhor filme em língua estrangeira: "Elle" (Idem, França/ Alemanha/Bélgica, 2016), de Paul Verhoeven

26 - Melhor filme de ficção científica ou terror: "A Chegada"

27 - Melhor ator jovem: Lucas Hedges, por "Manchester à Beira-Mar"

28 - Melhor atuação de elenco: "Monlight".

7 de dezembro de 2016

PETER VAUGHAN (1923-2016), ator


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O ator característico inglês Peter Vaughan morreu no dia 6 de dezembro, na Inglaterra, aos 93 anos.

Vaughan começou no teatro, mas depois engatou uma longa e profícua carreira tanto na TV quanto no cinema, onde sempre foi um coadjuvante de destaque.

Sua filmografia conta com quase 60 filmes, entre os quais estão "A Aldeia dos Amaldiçoados" (Village of the Damned, 1960), "O Vitoriosos" (The Victors, 1963), "Sob o Domínio do Medo" (Straw Dogs, 1971), "O Emissário de MacKintosh" (The MacKintosh Man, 1973), "Os Aventureiros do Tempo" (Time Bandits, 1981), "A Mulher do Tenente Francês" (The French Lieutenant's Woman, 1981), "Brazil - O Filme" (Brazil, 1985), "Vestígios do Dia" (The Remains of the Day, 1993), "As Bruxas de Salém" (The Crucible, 1996), "A Lenda do Pianista do Mar" (La leggenda del pianista sull'oceano, 1998), "O Marido Ideal" (An Ideal Husband, 1999) e "A Vida e a Morte de Peter Sellers" (The Life and Death of Peter Sellers, 2004).

Peter Ewart Ohm nasceu em 4 de abril de 1923, em Wem, Inglaterra. Deixou viúva a atriz Lillias Walker, mulher do seu segundo casamento. O primeiro casamento foi com a atriz Billie Whitelaw (1932-2014).

(Foto: Google Imagens.)

6 de dezembro de 2016

MARGARET WHITTON (1950-2016), atriz


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A atriz americana Margaret Whitton morreu de câncer no dia 4 de dezembro, em Palm Beach, Flórida. Tinha 66 anos.

Whitton teve uma presença marcante no teatro de Nova York, de início off-Broadway e depois na Broadway, e ultimamente também dirigia para o teatro.

No cinema, atuou em 15 filmes, sempre em papéis coadjuvantes importantes. Entre seus filmes estão "9 1/2 Semanas de Amor" (Nine 1/2 Weeks, 1986), "O Segredo do Meu Sucesso" (The Secret of My Success, 1987), "Ironweed" (Idem, 1987), "Garra de Campeões" (Major League, 1989), "O Homem sem Face" (The Man Without a Face, 1993) e "Tribunal Sob Suspeita" (Trial by Jury, 1994), que foi seu último trabalho no cinema como atriz.

Ela dirigiu e coproduziu o filme "Papagaio no Ar" (A Bird of the Air, 2011).

Margaret Ann Whitton nasceu em 30 de novembro de 1950, em Filadélfia, Pensilvânia. Era presidente da produtora independente Tashtego Films. Deixou viúvo o produtor Warren Spector.

(Foto: Google Imagens.)

4 de dezembro de 2016

FERREIRA GULLAR (1930-2016), ator e roteirista


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O intelectual brasileiro Ferreira Gullar morreu hoje, no Rio de Janeiro, de problemas pulmonares. Tinha 86 anos.

Gullar era um dos intelectuais mais importantes do Brasil, com atuação nas mais diversas áreas do conhecimento e das artes. E, tendo sido participante ativo, durante décadas, da cena cultural brasileira, não poderia deixar de dar sua contribuição também ao cinema.

Como ator, apareceu em quatro filmes, entre eles "A Vida Provisória" (1968), de Maurício Gomes Leite, "Os Herdeiros" (1970), de Carlos Diegues, e "Em Família" (1971), de Paulo Porto. Deste último, foi também corroteirista.

Na condição de narrador ou de entrevistado, contribuiu para vários documentários, inclusive o clássico "Cabra Marcado para Morrer" (1984).

Nasceu José Ribamar Ferreira em 10 de setembro de 1930, em São Luís, Maranhão. Desde 2014 era membro da Academia Brasileira de Letras. Deixou viúva a poetisa Claudia Ahimsa. Tinha três filhos.


BILLY CHAPIN (1943-2016), ator


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O ex-ator infantil americano Billy Chapin morreu no dia 2 de dezembro, aos 72 anos.

Atores infantis costumam ser atingidos por uma espécie de maldição que os impede de dar continuidade à carreira quando se tornam adultos. Com Billy Chapin não foi diferente. Só enquanto era criança fez sucesso no cinema, no teatro e na TV. Ainda era recém-nascido quando apareceu no primeiro filme, "Casanova Júnior" (Casanova Brown, 1944).

Na sua filmografia de onze filmes constam também "O Mundo da Fantasia" (There's No Business Like Show Business, 1954), "Para Todo o Sempre" (A Man Called Peter, 1955), "Um Sábado Violento" (Violent Saturday, 1955), "O Mensageiro do Diabo" (The Night of the Hunter, 1955) e "Marcados pela Violência" (Tension at Table Rock, 1956), que marcou o fim de sua carreira no cinema.

William McClellan Chapin nasceu em 28 de dezembro de 1943, em Los Angeles. Em 1951, por sua atuação em uma peça na Broadway, ganhou o Prêmio dos Críticos de Drama de Nova York como o mais promissor jovem ator do ano. Era irmão do ator infantil Michael Chapin, que também aparece em "O Mensageiro do Diabo" como o namorado de Ruby, e da também atriz infantil Lauren Chapin, que também aparece em "Marcados pela Violência".

(Foto: Google Imagens.)

3 de dezembro de 2016

ALICE DRUMMOND (1928-2016), atriz


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A atriz característica americana Alice Drummond morreu no dia 30 de novembro, em Nova York, em decorrência de uma queda. Tinha 88 anos.

Ao longo de meio século, Alice Drummond apareceu em mais de 40 filmes, entre os quais estão "Os Caça-Fantasmas" (Ghostbusters, 1984), "Tempo de Despertar" (Awakenings, 1990), "O Indomável - Assim É Minha Vida" (Nobody's Fool, 1994), "Crônica de uma Certa Nova York" (Joe Gould's Secret, 2000), "Reflexos da Amizade" (House of D, 2004), "Sinédoque, Nova York" (Synecdoche, New York, 2008) e "Dúvida" (Doubt, 2008).

Alice Elizabeth Ruyter nasceu em 21 de maio de 1928, em Pawtucket, Rhode Island. Seu único casamento terminou em divórcio.

(Foto: Google Imagens.)